Pec do voto impresso. Veja como votou cada deputado federal do Amapá

 

A Pec do voto do Impresso foi rejeitada e arquivada na noite desta terça-feira, 10, pelos deputados federais que votaram contra proposta de emenda à Constituição (PEC) que propunha o voto impresso. A PEC precisava de no mínimo 308 votos para ser aprovada na Câmara dos Deputados, e teve o apoio de 229 deputados. Outros 218 votaram contra a PEC, 64 não votaram e um se absteve.

Após PEC ser rejeitada, Lira diz que voto impresso é ‘assunto encerrado’ na Câmara neste ano.

Os 8 deputados federais do Amapá dividiram o voto: Acácio Favacho (PROS-AP), André Abdon (PP-AP) e Leda Sadala (Avante-AP), não votaram; Aline Gurgel (Republicanos-AP) e DaLua do Rota (PSC-AP) votaram sim e favor do voto impresso; Camilo Capiberibe (PSB-AP); Profº Marcivânia (PCdoB-AP) e Vinicius Gurgel (PL-AP) votaram não e foram contra o voto impresso.

  • Na segunda metade do SÉCULO XX, quando o voto era impresso e a população de Macapá girava em torno de 100.000 habitantes eram dias para se ter o resultado.
    Agora “alguns” (muitos nem viveram essa época) “viajam” acreditando em “discursos” (“imagino o motivo”) são favoráveis a mais essa “aberração”. Vindo de parte da classe política não é nenhuma novidade. Porém é inacreditável que ainda tenha cidadãos que acreditam nas “sandices” ditas por “políticos cínicos, desqualificados, incompetentes, inconsequentes e/ou irresponsáveis”.
    O mais absurdo é que, fomos nós, o povo, que os colocou lá e, por conseguinte, somos nós que pagamos os seus salários. Portanto somos os seus “Patrões”. Infelizmente não temos poder, durante o mandato, para os mandar pra “bem longe”. Todavia, como determina a Democracia (pautada na Constituição de 1988), ano que vem haverá eleição e será eletrônica. Momento que teremos o poder de os mandar de volta para o lugar de onde vieram, ou seja, “lugar nenhum”.

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