Diogo Grunho conclui ciclo valoroso como defensor público-geral

Em 13 de março de 2019, Diogo Brito Grunho assumia o posto de defensor público-geral do estado do Amapá. De lá para cá, foram três anos que pouco caberia uma história tão exitosa quanto a da Defensoria Pública do Amapá, se não fosse pelo empenho de uma administração superior guiada pelo chefe certo. Diogo é uma pessoa afável. Durante sua administração sempre esteve de portas abertas para receber servidores e membros. Apesar do cargo de chefia, nunca quis ser visto como uma pessoa inalcançável. Para ele, o importante era que seu trabalho fosse exercido com zelo para chegar a quem realmente precisa, os assistidos.

Ao assumir a Defensoria Pública do Amapá, Diogo teve, de cara, uma grande missão: conseguir conquistar a autonomia e independência financeira da instituição que acabara de sair da estreiteza do governo estadual. E, felizmente, podemos considerar um feito concluído.

Antes disso, teve sua primeira conquista com a posse das 40 primeiras defensoras e defensores públicos de carreira do Estado do Amapá, em março de 2019.

Três meses depois, em junho de 2019, a Assembleia Legislativa do Amapá (Alap) aprovou o projeto de Lei Complementar, de iniciativa de Diogo Grunho em conjunto com o Poder Executivo, que criou 10 novos cargos, ampliando para 50 o número de defensoras e defensores públicos no estado.

Em dezembro do mesmo ano, a sonhada autonomia financeira e orçamentária foi alcançada com a sanção da Lei Complementar Nº 121, que reorganizou a Defensoria Pública e a carreira dos membros.

Na Defensoria Pública do Amapá não existiram passos curtos. Desde 2019, Diogo Grunho se empenhou para conseguir um orçamento digno para a instituição, subindo de 22,4 milhões em 2019, para 50 milhões em 2022.

Todo o esforço tinha um único propósito: fortalecer a DPE-AP para que a população pudesse ter o direito constitucional de acesso à justiça e que esse direito fosse adquirido com integridade.

A valorização da Defensoria Pública do Amapá pode ser vista em uma série de conquistas, entre elas a implementação de um sistema de atendimento unificado pelo WhatsApp, que garantiu o acesso à justiça da população mesmo na pandemia; a renovação frota de veículos e equipamentos de informática; a construção de sedes nos Núcleos Regionais; e uma carreta itinerante para atendimento de comunidades que chegará ainda neste primeiro semestre.

No último mês da gestão de Grunho, foram entregues três sedes da DPE-AP nos municípios de Oiapoque, Calçoene e Amapá. E ainda neste ano será honrado o compromisso de ter todos os Núcleos Regionais físicos.

Não à toa, Diogo se emocionou na última inauguração que participou como defensor público-geral, em Calçoene. São três anos de sonhos, de luta contra o movimento de enfraquecimento da Defensoria Pública e de vitórias para a população e pela população.

Parafraseando o poeta Guimarães Rosa, “o real não está no início nem no fim, ele se mostra pra gente é no meio da travessia”. E real é o legado que Diogo Grunho construiu nesses anos.

Quem continua essa missão é o defensor público José Rodrigues, o primeiro defensor público-geral de carreira do Amapá, que não mede palavras quando se refere ao DPG que conviveu.

Para ele, Diogo se doou à Defensoria Pública do Amapá até mais que um defensor público-geral de carreira.

“Recebo uma Defensoria Pública muito melhor que a que entrei. Diogo fez o que todo gestor deve fazer, de maneira louvável colocou nossa instituição para andar. Para além do trabalho, ele é um amigo e um irmão que eu irei levar para toda minha vida”, destacou Rodrigues.

 

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