Primeira escola do Território Federal do Amapá, Barão do Rio Branco recebe visitas de personagens de sua história. Entrega será no sábado

 

Nesta terça-feira, 31, ex-alunos e ex-professores fizeram uma visita a escola Barão do Rio Branco, que é uma das escolas mais tradicionais do Amapá, e foi inaugurada em 20 de abril de 1946, entregue pelo primeiro governador do Amapá,  Janary Nunes. Ela será entregue no próximo sábado, 4, pelo governador Waldez Góes.

Escola Barão do Rio Branco. Foto: Lilian Monteiro

A instituição leva o mesmo nome da Praça que fica bem em frente. Mas desde 2014, a Escola funcionava em um prédio alugado na Avenida Iracema Carvão Nunes, entre Tiradentes e General Rondon, e atendia cerca de 570 alunos do ensino fundamental do 6º ao 9º ano.


Waldez Góes disse que A visita antecipa a inauguração da escola. “A Barão do Rio Branco passa pelos preparos finais para receber a comunidade escolar durante o retorno gradual das aulas presenciais e híbridas. A inauguração oficial acontece neste fim de semana. Com certeza é emocionante a entrega desta escola que faz parte da memória do amapaense”, explicou o governador.

O sociólogo e escritor, Fernando Canto foi um dos ex-alunos que estudou na Barão do Rio Branco e disse que está encantado com o resgate da escola. “Que lindo esse resgate, faz parte da nossa história, memória e identidade de todos nós amapaenses”, conclui.


As obras contaram com o investimento de R$ 6.407.130,45 do tesouro estadual para restauração de toda infraestrutura do prédio. A escola tem 75 anos de história e tradição.


O valor destinado foi investido em reformas da fachada da escola, das salas administrativas, salas de aula, biblioteca, salas multimídias, laboratórios de ciências, laboratórios de informática, banheiros, cozinhas, refeitório, telhado completo, quadra poliesportiva, além de serviços de reparo total na parte elétrica e hidráulica da escola.

  • Parabéns ao Governo do Amapá no resgate da história que faz parte da memória dos macapaenses que, como eu, lá estudaram.
    Estudei em 1966, no Barão, somente um ano (quarta série primária), porém só tenho boas lembranças.
    Como Macapaense, as primeiras séries estudei no Grupo Escolar Getúlio Vargas (diurno do Colégio Amapaense). Quando, o mesmo, passou a se chamar Princesa Isabel com prédio próprio, fui pro Barão.
    Naquela época havia o exame de admissão, que era utilizado pelos que tentavam nõ cursar a quinta série. Participei do exame, passei e, no ano seguinte (1967), fui cursar a primeira série ginasial no IETA, onde permaneci até 1969 (concluindo o ginasial).
    Em 1970 iniciei o colegial (2° grau), até a sua conclusão, no Colégio Amapaense.
    Fui pro Rio de Janeiro, fiz vestibular (Cesgranrio) e cursei Engenharia.
    Permaneci, no Rio, até 1993, quando resolvi retornar de vez. Porém, naquela época, desde 1987,já desenvolvia alguns projetos aqui em Macapá. Onde a minha grande cliente era a ENGEFORM, onde fui responsável pelos projetos, originais,entre outros, elétricos e de telecomunicações do antigo CPD (hoje PRODAP), TJAP, Defensoria, Zerão, CAESA (sistemas isolados), várias UBS, primeira etapa da reforma do complexo do Hospital Geral (iniciado no governo Barcellos) cuja obra era executada pela ENGEFORM.
    Sinto orgulho, com todas as intervenções posteriores, constatar que parte do meu legado ainda se vê nessas obras.
    Todavia, infelizmente, hoje, mais de 30 anos depois, presencio o retrocesso de valores tão pujantes e respeitosos que tínhamos. e que, em 2021, constato, todos os dias, a perda desses valores.
    Desculpem-me o desabafo.

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