Waldez diz que está aberta a temporada de diálogo e trabalho intenso pelo Amapá

O governador do Amapá, Waldez Góes, avalia como positivo o resultado das eleições municipais no Amapá, concluídas no domingo, 30, com a decisão do segundo turno em Macapá. Para o governador amapaense, o novo sistema de financiamento eleitoral adotado em 2016 permitiu uma campanha mais limpa em todos os sentidos.

“A disputa entre os candidatos foi mais equilibrada, com menos influência do poder econômico, e também com menos poluição visual nas ruas”, analisa Waldez. “Essas mudanças não foram apenas na forma de fazer política, mas, principalmente, na consciência crítica e coletiva da população”, completa.

No entendimento do governador, o pleito no Amapá foi realizando num clima de absoluta tranquilidade. O Governo do Estado garantiu apoio integral à Justiça Eleitoral, seja atendendo as requisições de apoio logístico, com cessão de veículos e pessoal para atuarem no apoio ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), seja colocando as forças de segurança pública para assegurarem a ordem em todo o Amapá.

Quanto à disputa eleitoral em si, Waldez Góes parabeniza a participação de todos os candidatos a vereadores e prefeitos dos municípios. “A pluralidade das candidaturas é uma demonstração da força de nossa democracia. O povo amapaense escolheu seus representantes com liberdade, a partir de um amplo leque de opções, com propostas que abrangem as grandes questões de interesse da nossa população”, pontuou.

 

A avaliação do governador para o resultado do segundo turno em Macapá é de elogios ao trabalho de Gilvam Borges (PMDB), que contou com o apoio de seu partido, o PDT. “Todos se dedicaram intensamente à campanha e só cabe aqui elogiar o esforço do candidato Gilvam e de seu vice, Adiomar, dos aliados políticos e da militância, sempre muito aguerrida. Fizemos a nossa parte no jogo democrático. Uma eleição reflete o momento político e, nesse momento, a opção dos eleitores foi pela continuidade do atual governo municipal. A vontade popular tem que ser respeitada”, declara o governador.

 

Waldez Góes também assegura que irá trabalhar em conjunto com todos os prefeitos e prefeitas eleitos, sem distinção. Para o governador, a crise econômica vivida pelo Brasil, com graves reflexos no Amapá, reforça a necessidade do estabelecimento de agendas comuns entre o Estado e os municípios.

 

“Vamos dialogar muito e trabalhar junto com aqueles que queiram ajudar o Amapá avançar, neste momento de muitas dificuldades que o país atravessa. Sou um homem que aprendeu que um governo se faz na tolerância, na construção de consensos que geram o fortalecimento da democracia. Ser adversário não é ser inimigo. Nunca deixei de dialogar com nenhum segmento que seja, por diferenças partidárias”, concluiu.

SECOM

 

  • Seria bom se assim fosse. Entretanto ele tem que enrijecer o pulso e o discurso, tem que dialogar com os outros poderes, mas não pode entregar o governo nas mãos de deputados e outras autoridades, transformando cada órgão do Estado em um feudo, onde os encastelados mandam e fazem o que querem, dando uma bela banana para os interesses do Estado. É aquela máxima do parlamentarismo: O rei reina mas não governa. É apenas uma figura decorativa.

  • Tem que eliminar os puxa-sacos do poder, (técnicos) que não entendem de nada, querem discutir o Amapá sem conhecê-lo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *