Unidade móvel para prevenção e diagnóstico do câncer já está no Amapá

 

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou a chegada da carreta que fará atendimento itinerante pelos municípios do Amapá, para o diagnóstico precoce de câncer. A estimativa é de que a unidade móvel do Instituto de Prevenção do Hospital de Amor faça uma média de 130 atendimentos por dia, entre exames para o rastreamento do câncer de mama em mulheres na faixa etária de 40 a 69 anos, e o de colo de útero, em mulheres entre 25 a 64 anos, considerados o de maior incidência no Estado.


A chegada da carreta segue o cronograma de atividades do Instituto de Prevenção do Hospital de Amor, previsto para iniciar em fevereiro de 2019, junto com a unidade fixa, cuja construção está sendo finalizada na Rodovia Norte/Sul, zona norte da capital, que deverá ser inaugurada no dia 15 de dezembro.


O veículo foi adaptado e dispõe de equipamentos com tecnologia de ponta, com capacidade para realizar cerca de 60 mamografias e 70 exames Preventivo do Câncer de Colo Uterino (PCCU), popularmente conhecido como Papanicolau, dentro da faixa etária preconizada pelo Ministério da Saúde.
Segundo o médico responsável pelas unidades externas de prevenção de câncer do Hospital de Amor, Raphael Haikel, a chegada da unidade móvel é uma importante etapa para mudar a história da doença no Amapá. “As obras da unida fixa estão 95% prontas e cronograma segue dentro do esperado. A chegada da carreta representa mais uma nota deste projeto trabalhado junto ao governo para mudar a história do câncer no Estado”, ressaltou Haikel.
Instituto de Prevenção do Hospital de Amor
A parceria para a construção da unidade de diagnóstico começou a ser estabelecida após visitas técnicas dos gestores da saúde ao município de Barretos, em São Paulo, no primeiro semestre de 2015, e foi fortalecida no segundo semestre do mesmo ano quando Raphael Haikel apresentou ao governador Waldez Góes o projeto para construção.
Todo o projeto, incluindo as unidades fixa e móvel, está orçado em R$ 21,4 milhões. A verba foi articulada pelo governo do Estado diretamente com bancada federal amapaense. Os onze parlamentares destinaram recursos através de emendas individuais.

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