Tem mais doçura no céu com a chegada da professora Ana Alves de Oliveira

Faleceu, aos 85 anos, vítima de COVID, a professora  Ana Alves de Oliveira. Viúva do mecânico de avião, Arlindo Oliveira, o seu Arlindo.

A professora Ana era a própria doçura em forma de mulher. Conhecia desde criança, pois era uma das melhores amigas de minha mãe. E essa amizade ela eternizou conosco, as filhas.

Ela, um exemplo de bem viver. Com 83 anos lançou seu primeiro livro de poesias. E estava finalizando o segundo livro, que iria ser prefaciado pela minha irmã Alcinéa Cavalcante.

Lançamento de seu livro. Foto de Flávio Cavalcante

E estava todos os dias no facebook, deixando mensagens carinhosas nas fotos e postando poesias. Me mandava quase todos os dias, poesia pela caixinha de mensagens.

Uma das poesias na minha caixinha de mensagens

Vai deixar o céu mais doce.

 

Três amigas, três educadoras, participando de um congresso em Curitiba. Professora Mineko Hayashida. Minha mãe, professora Delzuite Cavalcante e a professora Ana Alves de Oliveira.

 

 

  • Tive o prazer de trabalhar com ela na Secretaria de Educação no ano de 2000. Os céus devem estar em festa com sua chegada.

  • Ela, seu Arlindo, Zilma e Floriano foram meus vizinhos por volta de 1964-1965, quando morei no então bairro da CEA, na avenida Iracema Carvão Nunes, no trecho entre as ruas Manoel Eudóxio Pereira e Professor Tostes. Posteriormente o nome da avenida mudou para Marcílio Dias. Anteriormente eles moraram no bairro do Trem. Nessa época, eu era adolescente com meus 13-14 anos.

  • A professora Ana era muito amiga da minha mãe, Profa. Maria do Céu Khoury. Ela foi diretora da Escola Paroquial Padre Dário nos anos 60, época em que eu estudava lá e minha mãe era professora. Era a gentileza em pessoa. Contribuiu muito para a educação e Cultura do Amapá. Minha mãe a visitava sempre que ia em Macapá.

  • Professoras pioneiras deveriam ser exaltadas por contribuírem com o crescimento de nossa cidade.
    Professora Ana Alves Oliveira era amississimas de minha mãe professora Carmelina da Silva Barros , se conheceram aos 18 anos em Belém do Pará , e ao retornar a Macapá reencontraram -se , minha mãe já casada , trabalharam por muitos anos no território do AMAPÁ na educação. Minha mãe trabalhou por 33 anos no magisterio no ex território e depois ainda ficou por um pequeno período de tempo no estado.
    Mas amizade com a professora Ana oliveira foi até o fim da vida da minha mãe em 07/07/2003 Quando minha . Tinha um grande carinho por ela , pessoa educada, poetisa aos seus 83 anos.
    Com muita tristeza que recebemos essa notícia de sua partida.

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