Sambódromo: um aparelho para o samba e a cultura silencia no carnaval.

Pelo terceiro ano consecutivo não terá o bonito e animado desfile das escolas de samba do Amapá.

Isso deixa Macapá meio down  na quadra momesca. Afinal, o desfile das escolas é o principal produto do carnaval do Amapá, é um forte componente cultural Amapaense, anima o noticiário, as rodas de conversa, aquece a economia e sim, o turismo, com a presença principalmente dos vizinhos franceses.

E a falta dele, desanima o período e faz com que o Amapaense que gosta de carnaval, vá se divertir em outros e tantos cantos.

 

A foto abaixo retrata o dia da inauguração da Escola Sambódromo de Artes Populares.

Na imagem a jornalista Sândala Barros entrevista o então governador João Alberto Capiberibe, que estava acompanhado da primeira-dama, Janete Capiberibe, e de convidados super-especiais que vieram a Macapá para a inauguração do sambódromo : Dona Zica da Mangueira, viúva de Cartola, Dominguinhos do Estácio e Neguinho da Beija-flor.

Esta que vos posta era a Coordenadora de Comunicação Social à época, e trabalhou arduamente na inauguração e nessa fase importante do carnaval Amapaense.

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