Passeando por aí

Por Heraldo Costa, Juiz de Direito

Quando estou em Belém, não resisto ir passear, tomar um café ou comprar
peixes frescos na feira do ver-o-peso. O melhor horário é a ‘hora da
chepa’, quando o preço fica até pela metade.

Neste final do mês de março (dia 26), o Complexo do Ver-o-Peso, em
Belém, completa 384 anos.

A casa do Ver-o-Peso foi instituída, no século XVIII, como mesa fiscal,
onde eram pagos os impostos dos gêneros trazidos para a sede das
capitanias. As canoas se refugiavam na ampla doca aberta por onde
desaguava o extenso Igarapé do Piri e acredita-se que a casa do
Ver-o-Peso ficava nas proximidades da Rua da Cadeia, no desembocadouro
do Largo do Palácio fazendo frente para o canal, entre as atuais ruas 15
de Novembro e João Alfredo.

Em 1977 o Complexo Ver-o-Peso foi tombado como patrimônio histórico
pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

O complexo é formado pelas feiras livres do Açaí e do Ver-o-Peso, Pedra
do Peixe, os mercados de Peixe e de Carne, além do estacionamento. Mais
de cinco mil pessoas trabalham diariamente no local, em 1.250 barracas,
distribuídas em 19 setores que vão desde hortifrutigranjeiros,
importados, mercearia e refeição, até o peixe seco, artesanato e ervas
medicinais.

Cerca de 1,3 milhão de reais são injetados diariamente na economia
paraense com a comercialização de diversos tipos de produtos. Em volume
de pessoas, o complexo recebe em torno de um milhão e meio, e o fluxo de consumidores e trabalhadores que circulam no local chega a 50 mil por
dia.

  • Nossa querida Nair, que Deus ilumine sua nova caminhada e que seja abençoada sempre. Estaremos torcendo por vc e de portas abertas para cada visita sua em Macapá. Que seu novo trabalho com a sociedade de João Pessoa seja de muito sucesso.

    • Ou da viração. Era nessa hora que depois de uma bela caminhada pela XV de novembro,desde a república onde morava, chegava ao mercado da carne. Valia a pena o sacrificio.

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