Nota da SEINF sobre antenas no Trapiche Eliezer Levy. Uma piada pronta ou um atentado à inteligência?

A Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf) informa que a instalação das torres no Trapiche Eliezer Levy foi inclusa no projeto de reforma emergencial do ponto turístico, que iniciou-se no mês de julho.

A proposta é fazer com que as torres sirvam de ponto de acesso à internet gratuito e também como links para transmissões ao vivo de rádio e televisão.

A conexão de internet móvel deve abranger a área que compreende a Praça do Coco até parte da Praça Beira Rio. A estrutura também será utilizada para hasteamento das bandeiras do Brasil e do Estado do Amapá.

A instalação das torres no ponto turístico, que está com mais de 50% das obras concluídas, foi pensada no sentido de garantir que a população tenha acesso à rede, por se tratar de um espaço que recebe um grande fluxo de visitantes e também de facilitar o trabalho da imprensa durante a cobertura de eventos no local.

A conclusão das obras do Trapiche Eliezer Levy está prevista para o mês de novembro. A reforma emergencial do ponto turístico foi orçada em R$ 1 milhão.

Nota do Blog

A nota (nota, nota, nota) da SEINF não responde:

1- De quem são antenas;

2 – Se são privadas, o espaço público foi cedido através de licitação:

3 – Quanto custaram as antenas que também servirão para hasteamento das bandeiras (rsrsrs).

 

  • Não esperava nada muito diferente do que foi “esclarecido” na nota “altamente técnica”, talvez, alguma informação de que as antenas dão ar de modernidade ao ponto turístico (poluição moderna) ou que seriam também usadas para colocar um grande varal para secar dinheiro público recém lavado.
    Não bastasse tirar a sorveteria para colocar a polícia no início do trapiche, agora teremos antenas poluindo um dos mais fotografados cartões postais de Macapá.
    #muitacaradepau

  • Faça uma reportagem do restaurante popular que fecha para o almoço. 200 refeições depois de 10 anos e brincadeira,rss dizer que classe media e uma pessoa bem vestida e brincadeira.

  • – Qualquer profissional de Telecomunicações sabe que aquele não é o melhor ponto para se instalar antena de radio difusão. Um ponto melhor e mais barato seria na residência governamental, que está na parte alta da orla;
    – As antenas com certeza servirão para uma certa Rede de Rádio e Televisão particular;
    – Hastear bandeira é conversa pra boi dormir, devido à alta velocidade dos ventos naquele lugar;
    – Não é preciso ser Arquiteto para perceber que o estaiamento (conjunto de cabos que sustentam as antenas) enfeia o lugar e destoa totalmente da estética local.
    – E por fim, licitação pra quê? É a casa da mãe Joana.

  • Sobre o acesso a internet, posso afirmar com propriedade que as antenas localizadas no trapiche não atenderão toda a abrangência da praça, pois estão a 370 metros da margem da rua. O correto seria espalhar 3 ou 4 pontos hotspot pelos postes que estão na rua (pontos indicados na casa do artesão, Macapá hotel e OAB). A antena que transmite sinal de internet do governo está a 1,1 km de distância do ponto destas instalações, e assim não seria necessária estruturas deste porte para captar o sinal.

  • Alcilene, pelo que entendi a referência à Praça Isaac Zagury, como Praça do Coco, consta da nota da SEINF. Se assim for, é lamentável que uma Secretaria de estado trate o bem público sem o devido respeito, após um belo trabalho do Instituto Memorial do Amapá. Meus protestos são, pois, dobrados, pelas irregularidades que você mostra e pelo descaso com o nome da Praça.

  • Mesmo assim, por favor tirem essas antenas horrorosas. Num lugar de beleza natural privilegiada ninguém precisa de wifi, tv ou radio, instalem em outro lugar.

  • Deveriam fazer ouvidos de mercador, ficaria menos constrangedor para a SEINF. Vi a foto nesses dias. Ficou horrível as torres naquele lugar.

  • Enquanto vários “brasis” combatem a poluição visual e buscam preservar a segurança da sociedade, o Amapá (GEA) com omissão da PMM cria “barbarismos” estéticos, cuja funcionalidade é escusa e, tecnicamente, efêmera.
    A falta de leis específicas (cadê os legislativos estadual e municipal) que visem a utilização adequada dos espaços públicos, dá condição, em nome da acessibilidade tecnológica (diga-se acesso a “internet”), promovem absurdos (classifico como “crime”) na utilização de espaços. Haja vista que:
    1) TECNICAMENTE: Local inadequado para instalação de sistema irradiante. A área de entorno da Praça Zagury possui pontos, com melhores condições técnicas, para satisfazer a necessidade usada como justificativa:(“balela”).
    2) AMBIENTAL: Promove a poluição visual de um ponto turístico que faz parte da memória de Macapá (com a palavra os arquitetos).
    Será que os senhores “doutos” conhecem o uso de “camuflagem”, nas torres de comunicação, adequando-as ao ambiente e, por conseguinte, minimizando os impactos visuais negativos?
    3) SEGURANÇA: Sabe-se que, tecnicamente, as antenas, pelas suas características elétricas, são consideradas grandes captores das descargas atmosféricas (raios). Logo sua utilização em área aberta de concentração de público,coloca em risco os transeuntes.
    CADÊ AS INSTITUIÇÕES REPRESENTATIVAS DA SOCIEDADE QUE POSSUEM OBRIGATORIEDADE (PREVISTO EM LEI) RESGUARDAR OS INTERESSES DIFUSOS E COLETIVOS (LEIA-SE OAB, CREA-AP, CAU-AP, MPE E OUTROS). PODEMOS, TAMBÉM, CONVOCAR AS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DE GRUPAMENTOS SOCIAIS E PROFISSIONAIS ESPECÍFICOS PARA PROMOVEREM O AJUIZAMENTO DE AÇÃO QUE “VETE”, ENQUANTO É TEMPO, ESSE “CRIME”?????????????????????????????????

  • É ate possível de engolir as tais antenas, mas o contrato emergêncial pra reforma de “ponto turístico”, ah, essa precisará de muitos galões de água do rio amazonas!

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