Militante é investigada em esquema de boca de urna e aborto clandestino

Nojo do vale tudo de campanha eleitoral. E a vida?

Release encaminhado pelo Ministério Público Federal no final da manhã deste sábado.

Militante é investigada em esquema de boca de urna e aborto clandestino
Mulher presa no bairro Marabaixo recebeu R$500 da militante para realizar aborto

A Polícia Civil entregou ao Ministério Público Eleitoral no Amapá (MPE/AP) vídeos contendo indícios de boca de urna. Nas imagens, Jane, militante do PDT, entrega dinheiro a Raimunda, conhecida no bairro Marabaixo por realizar abortos clandestinos. A militante é apontada pelos agentes como uma das pessoas responsáveis por aliciar mulheres para o procedimento ilegal.

Investigada há 15 dias, Jane passou a ser seguida pelos policiais que filmaram, na tarde desta sexta-feira, o momento em que ela entregou R$500 à Raimunda. Após isso, Jane retornou ao comitê do candidato Roberto Góes (PDT) onde permaneceu fazendo bandeirada.

Na manhã deste sábado, 27 de outubro, a Polícia Civil prendeu Raimunda durante a realização de aborto clandestino. O flagrante aconteceu na casa dela no bairro Marabaixo. A mulher foi encaminhada à delegacia. A gestante que passava pelo procedimento foi internada na maternidade Mãe Luzia.

Inquérito – O MPE/AP vai instaurar inquérito para investigar os indícios de boca de urna. O crime de aborto está sob responsabilidade da Polícia Civil e Justiça estadual.

Assessoria de Comunicação Social
Ministério Público Eleitoral no Amapá
(96) 3213 7815
[email protected]
Twitter: @MPF_AP

  • PQP! que nojo,ceifar vidas em troca de votos.Gentinha sem escrupulos,monstros.Idignada,que todos paguem por este crime.

  • Os abutres dos recursos públicos estão descendo com tudo aqui nas baixadas. Aqui no novo buritizal e nova esperança. É gente chique de todos os naipes tentando reverter as tendências. Pararam aqui em casa, pedi a uma senhora que me apresentasse dois motivos prá eu votar. Ela ficou igual o candidato ontem, enrolou e se mandou prás pontes.

  • Isso não é surpresa. Um candidato que tem como coordenadores de campanha figuras carimbadas que foram investigadas e presas pela Polícia Federal só poderia usar desses mecanismos hediondos para comprar votos.

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