Leilão da CEA acontecerá dia 30 de julho, diz presidente da Companhia de Eletricidade do Amapá, Marcos Pereira

 

Em entrevista nesta sexta-feira, 12,  no programa Luiz Melo Entrevista, o presidente da Companhia de Eletricidade do Amapá, Marcos Pereira sinalizou de fato que uma série de eventos iniciarão a privatização da CEA que se arrasta há anos no estado. Terá logo de início uma audiência pública sobre o leilão, seguida de uma reunião com os acionistas e uma assembleia geral.

Segundo o presidente da Cea, Marcos Pereira, a privatização envolve todos os 16 municípios. “Na verdade, essa modalidade é que está sendo vendida toda a empresa com todos os passivos, todas a dívidas e todo seu contexto da Cea. E a empresa que ganhar também terá o direito de explorar a concessão da prestação de serviço de distribuição de energia por 30 anos. A privatização envolve todos os 16 municípios”, explicou o presidente.

A Companhia tem um cronograma e o leilão ocorrerá dia 30 de julho, onde já terá uma empresa vencedora. Os órgãos de controle como TCU, também serão consultados sobre o leilão. Sobre o programa “Luz para Todos” que é executado pela companhia e pela Eletronorte, continuará mesmo com a nova empresa que assumirá o controle da CEA.

O Presidente também explicou sobre a situação dos funcionários da CEA sobre a privatização. “Automaticamente se você compra uma empresa em pleno funcionamento, então todos empregados da CEA passam a ser a da nova empresa. O novo controlador vai então tocar empresa como lhe aprouver, dentro desse processo pode ser que haja substituição ou incorporação”, explicou.

O BNDES marcou para 29 de março audiência pública sobre processo de desestatização da CEA, com o objetivo de prestar informações ao público, também receberá sugestões e contribuições ao processo. A audiência pública será realizada em modalidade virtual, a partir das 11h.

  • A entrevista de nosso Presidente foi perfeita. Só quero comentar, na verdade, alguns questionamentos sobre o Programa Luz para Todos-PLpT advindos de perguntas da Diário FM.
    O PLpT é um programa executado com verbas Federais, via ELETROBRAS, pelas concessionárias de energia elétrica em todo o Brasil. Não importa se a concessionária é privada ou pública. Portanto não sofrerá solução de continuidade.
    Outra pergunta feita pelo Melo, já com a resposta induzida, é que o custo do PLpT tem custo baixo por ser um fiozinho só, em postes de madeira aquariquara e com uma lampada para iluminar. Ledo engano, os postes de madeira são proibidos há décadas, e as RDR’s são trifásicas em tensão até 34,5 KV e, eventualmente em algumas situações podem ser monofilares(MRT), com um limite de potencia de até 15 KVA por consumidor. Muito além da mera lampadinha.

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