• Segundo caso em Belém, outro na doca caiu em 1987. Que beleza de engenharia, uma referência no Pará… Só espero que a Justiça responsabilize alguém, pois do outro até hoje nada! 39 mortes impunes.

  • Independente se aparecerá ou não culpados e suas irresponsabilidades, o caso deve ser tomado como exemplo para as autoridades do nosso estado, principalmente a capital Macapá, que hoje passa por um processo visível de verticalização, para que os projetos sejam tratados com toda seriedade e segurança que o setor necessita.

  • Como não voltar ao fatídico 13 de agosto de 1987 e o obituário resultante do sinistro do Raimundo Farias? E como não temer ante o preenchimento vertical do outrora espaçoso véu/céu de Macapá? Como não melindra-se diante da maldição pichada pelo personagem anisiano “Bento Carneiro, vampiro tipiniquim do ocaso da ditadura militar” que, desdenhando da tragédia desejou a quem, à época, “se ria de ele”, um apartamento quitado em Belém do Pará, entregue pela mesma construtora que construiu o que havia desabado e matado pais de família (gozado que o humor dele desde lá já vinha desmoronando). O fato é que outra tragédia aconteceu 24 anos depois – sem contar os inúmeros acidentes que ocorrem diariamente nas construções de edifícios na grande Belém. A preocupação de Jorge Silva e Zanjo Goulart é pertinente na medida em que, além da punição que deve se imputada aos responsáveis, temos que tomar a tragédia belenense do edifício Real Class como exemplo para que, no futuro, não precisemos contabilizar estatísticas negativas aqui “por casa”, onde espigões são levantados a cada dia que passa numa velocidade vertiginosa, mas, com critério e responsabilidade, assim espero.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *