Governador cria Gabinete do Petróleo para discutir exploração na costa do Amapá

O governador do Estado, Camilo Capiberibe, vai criar, por meio de decreto, o Gabinete do Petróleo. O objetivo é acompanhar a exploração de gás e petróleo na costa do Amapá. A notícia foi confirmada nesta quarta-feira, 22, em reunião no Palácio do Setentrião, com o presidente da Companhia de Gás do Amapá (Gasap), Rubens Gemaque. O Gabinete do Petróleo será apresentado na próxima semana.

De acordo com o governador, um dos primeiros compromissos do Gabinete do Petróleo será enviar uma minuta de trabalho ao Ministério de Minas e Energia (MMA), Petrobras, Agência Nacional de Petróleo (ANP) e a Embaixada da França no Brasil.

“O Governo do Estado tem total interesse que a base das operações de pesquisa e de futura exploração de petróleo seja instalada no Estado. O governo se coloca a inteira disposição para negociar quais são as ações que devemos tomar para garantirmos os investimentos”, disse o governador.

Na semana passada, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) realizou a 11ª rodada de licitações, onde despertou o maior interesse das grandes petroleiras, no lote da bacia da Foz do Amazonas, localizada nas águas do Amapá.

A região foi a que recebeu a maior oferta na história dos leilões da ANP, com lance de R$ 345,9 milhões, feito pelo consórcio formado pela francesa Total (40%), Petrobras (30%) e a britânica BP (30%). Totalizou ofertas de R$ 750,1 milhões, com previsão de investimento de R$ 1,5 bilhão.

De acordo com o presidente da Gasap, Rubens Gemaque, após a assinatura dos contratos da ANP com as petroleiras, previsto para acontecer no mês de agosto, as empresas começam de imediato a fazer pesquisas de exploração, no período de cinco anos. Depois é necessário mais três anos para a perfuração de poços, até o início da produção.

“A região tem potencial para a produção de gás natural e óleo leve”, informou o presidente da Gasap.

Núcleo de Jornalismo/Secom

  • É bom que também sejam criadas por decreto algumas reservas para os caras possam perfurar e encontrar alguma nesses oito anos de pesquisa.

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