Gilvan. Um político derrotado

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Com uma campanha agressiva, mentirosa e perdida, Gilvan Borges se apresentou ao eleitor de Macapá com um discurso atrasado e não republicano (tipo, sou amigo das autoridades).

Foi aos debates despreparado, onde não parecia alguém que teve importante cargo legislativo por tantos anos, e hora era um personagem ofensivo, hora galhofeiro, flertando o tempo todo com o ridículo.

Pesado. Não era páreo para o leve Clécio.

Sem conseguir durante toda a campanha mostrar alguma coisa que tenha feito em quase 20 anos de mandato, acumulou mais uma derrota. A última vez que Gilvan ganhou uma eleição foi em 1994. Há 22 anos.

Vejam o desempenho eleitoral de Gilvan:

1998 – Candidato ao governo, perdeu no primeiro turno.

2002 – Candidato ao senado, perdeu para Papaléo e Capiberibe. Inconformado com a derrota, trabalhou para tomar no tapetão o mandato de Capi, conseguido nas urnas.

2010 – Candidato ao senado, perdeu para Randolfe e Capiberibe.

2014 – Candidato ao senado, perdeu para Davi Alcolumbre.

2016 – Candidato a prefeito, perdeu para Clécio.

É Gilvan. O mal que você planta, volta pra você em forma de derrotas eleitorais.

Você, que tira o mandato alheio. Você, que usa suas rádios para enxovalhar a honra das pessoas e dos adversários. Você que usou seus assessores, servidores públicos do senado, para processar quem criticava aquele que lhe deu de presente um mandato que não era seu, submetendo tantos a dívidas injustas, não aproveitou o poder político para promover conquistas coletivas e nem para promover debates políticos honestos.

Por isso, a sociedade que você teima em querer representar, lhe rejeita eleição após eleição.

Ei, Psiu! Você perdeu!

 

Esses três ai da foto já derrotaram Gilvan em diferentes eleições.
Esses três ai da foto já derrotaram Gilvan em diferentes eleições.

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