Gente!!!! Não pagavam nem o Diário Oficial…

Prefeitura de Macapá quita débito com Diário Oficial da União

 

A Prefeitura Municipal de Macapá (PMM) quitou a dívida, de R$ 68.696,94, referente a 58 faturas de publicações no Diário Oficial. O débito foi acumulado de 2009 a 2012 e impedia que a prefeitura fizesse qualquer tipo de publicação nos Diários da União. A Publicação em Diário Oficial é um pré-requisito obrigatório para qualquer processo licitatório.

De acordo com o secretário municipal de Administração, Paulo Lemos, a PMM está adimplente com o Governo Federal e, em função disso, apta a receber recursos federais. Para isso é necessário, por força de lei, que os procedimentos licitatórios desses recursos sejam publicados no Diário Oficial da União.

 

“Por entender a importância desse processo, a Prefeitura de Macapá reconheceu a dívida deixada pela gestão anterior e efetuou os pagamentos. Ao mesmo tempo a gestão está firmando um contrato com a imprensa oficial da União, por meio de inelegibilidade de licitação, para que as publicações ocorram de forma transparente e legal”, conclui Lemos.

 

Jamile Moreira/Asscom Semad

  • São as gestões alopradas e sacanas do PDT, no Estado e Município, que nos deixaram numa situação de caos e quase falência. Agora, novamente, essas figuras querem retornar ao poder para, mais uma vez, implantar o caos e a inadimplência. O retorno de Waldez Góes ao governo do Estado, sinaliza para tempos de escuros e sombrio, aonde a inadimplência, o calote e o jogo do vale tudo são a regra. Se queremos prosperar, crescer e ter um futuro promissor para nossas famílias e filhso, devemos nos unir e espantar esse espectro do atraso, do conservadorismo e da prática da malversação do dinheiro público. LIVRAI-NOS, Ó MÃE IMACULADA, DESSE SENHOR CHAMADO WALDEZ GÓES!!

  • Estou muitissimo curioso em conhecer as plataformas das campanhas eleitorais desses senhores. O que dirão quando perguntados sobre suas realizaçoes? O que fizeram pela saúde e educação? Quantas e quais obras públicas realizaram, a não ser as demolições sem precedentes de escolas em todo o Estado? Que dirão sobre as prisões sob determinação judicial?Enfim, perguntas é que não irão faltar, agora, preparem-se para ouvir as mais pitorescas respostas.

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