Gaeco do MP-AP coordena operação com forças de segurança do Estado e MP Eleitoral para desarticular núcleo de facção criminosa

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Amapá (Gaeco/MP-AP), coordenou uma operação com as forças de segurança do Estado e Ministério Público Eleitoral de Santana na manhã desta segunda-feira (12). A operação “Castelo de Areia” visou o cumprimento de mandados de prisão preventiva, de busca e apreensão domiciliar nos Municípios de Macapá, Santana e Laranjal do Jari, para desarticular núcleo de facção criminosa no Amapá.

Foram expedidos pela Justiça, 10 mandados de prisão preventiva e 11 mandados de busca e apreensão, inclusive de um veículo utilizado pelo grupo criminoso alvo das investigações, bem como bloqueio de imóvel e de contas bancárias.

Os promotores de Justiça que atuam no Gaeco-AP, Andréa Guedes, Socorro Pelaes e Rodrigo Assis, acompanharam o cumprimento e autuação dos flagrantes realizados por três delegados e policiais da Polícia Civil (PC), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar (PM/AP) e Grupo Tático Prisional do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), com apoio das equipes da Polícia Técnica (Politec), do Gabinete Militar do MP-AP e Núcleo de Inteligência da instituição (NIMP).

MP Eleitoral

Em Santana, o promotor Eleitoral Horácio Coutinho acompanhou o cumprimento pela equipe da Polícia Federal (PF) do mandado de busca e apreensão concedido pela Justiça Eleitoral, em desfavor de candidata a cargo eletivo proporcional, suspeita de propor apoio à facção em troca de votos no pleito de 2020. No local foram apreendidos equipamentos eletrônicos e documentos que possam comprovar o possível ilícito, em inquérito que tramita na PF.

A coordenadora do Gaeco Amapá, Andréa Guedes, disse que a Operação “Castelo de Areia” marca a reestruturação do Grupo do MP-AP no combate ao Crime Organizado, sobretudo na base financeira das facções, por isso foi dada especial atenção em comprovantes de movimentações bancárias.

Os alvos foram conduzidos ao Complexo Cidadão Zona Sul do Ministério Público do Amapá, que serve como base da operação. Participaram a Companhia de Choque e equipe do Canil do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Força Tática, 2º e 4º Batalhão da Polícia Militar.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá

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