Filme que conta a história do café é exibido em Macapá

Data: 23 de novembro (quarta-feira)
Hora: 19h
Local: Associação dos Vigienses Radicados no Amapá
 

Você sabe como as primeiras sementes de café chegaram ao Brasil em 1727, vindas de Caiena? O documentário “A Semente de Ouro Negro – História de Francisco de Melo Palheta” conta essa história que não se aprende na escola, mas é importante como conhecimento ilustrativo de um evento marcante para a economia brasileira, desde a segunda metade do século XVIII. O filme, de 52 minutos, é  resultado de parceria do jornalista paraense Nélio Palheta com uma produtora de Lisboa (Portugal).

Nélio Palheta está em Macapá e promove a exibição do filme em parceria com a Associação dos Vigienses Radicados no Amapá (AVRA), nesta quarta-feira, 23, às 19 horas. Nascido em Vigia e radicado em Belém, ele conta que a origem do cultivo do café no Brasil teve início com uma iniciativa de Francisco de Melo Palheta, militar que prestou relevantes serviços à Cora Portuguesa entre o final do Século XVII e início do século XVIII e que ficou conhecido como o homem que trouxe o café de Caiena para o Brasil. “Ele foi relegado a uma imagem folclórica da história do Brasil por causa da falta de documentos sobre seus procedimentos para trazer as sementes e mudas do café que vicejavam em Caiena”, explica Palheta.

Com cenas gravadas na Etiópia, Porto (Portugal), Rio de Janeiro, Belém e Vigia, o filme é precioso roteiro de material que pode ilustrar aulas de história do Brasil e particularmente da Amazônia entre os séculos XVII e XVIII, motivando o interesse de professores, pesquisadores e estudantes de todos os níveis. É útil em escolas, principalmente para quem se interessa pela ocupação da parte norte do Brasil nos tempos de colônia do Império Português.

Além deste filme, a Associação dos Vigienses Radicados no Amapá (AVRA) exibirá também o documentário “Saudade de Minha Terra”, também do jornalista Nélio Palheta. Este traz a história das bandas de música de Vigia – tradicional polo de formação musical do interior do Pará, e tem roteiro premiado pelo DOC TV (programa de documentários do Ministério da Cultura e emissora educativas de televisão). Foi exibido em rede nacional em 2009.

A sessão dos dois documentários é aberta ao público e acontece a partir das 19h desta quarta-feira, 23, na sede da AVRA (Av. Pedro Baião com a Rua Odilardo Silva, próximo à Escola Alexandre Vaz Tavares).

  • muito orgulhonos traz o Jornalista NÉLIO PALHETA,PEA DIVULGAÇÃO DESTE DUCUMENTARIO,QUE MUITO ENALTESSE O POVO vIGIENSE,QUE MUITO TEM CONTRIBUIDO ,COM ESTE ESRADO QUE NOS ADOTOU,TERRA ,SEGUNDA MÃE TERRA ,DOS MILHARES DE VIGINENSES QUE DE VIGILENGA CHEGARM,OUTROS DE BARCOS,E OUTROS DE AVIÃO,NO PRIMEIRO TRANPORTE ,EU GRATO POR TUDO QUE O AMAPÁ,TEM FEITO POR DOS O VIGIENSES QUE AQUI,VIVEM,TRABALHAM,E PROSPERAM. OBRIGADO NÉLIO ,INFELISMENTE POR MOTIVOS DE VIAGEM ,AO jRI,A TRABALHO.NÃO VOU PODER IR.ABRAÇO NÉLIO.

  • estou muito orgulhoso e com meu ego acariciado com todo esse material histórico. temos resgatar esses valores e alinhar o curso de nossa história enquanto povo vigiense para que as futuras gerações aprendam nas escolas desse país uma história do Brasil mais próxima da verdade e revele heróis relegados ao esquecimento como é ocaso de Francisco Palheta. não sou vigiense mas me considero filho adotivo, boa parte de minha infância eu vivi nesta cidade bricando nos grandes quintais em frente ao cemitério São Francisco e os antigos prédios como o Trem de Guerra e comendo piramutaba assada com pimenta e farinha. vou recomender aos amigos que fiz aqui em Boa Vista Roraima, lugar onde moro atualmente, que leiam essas informações. como disse não sou nascido em vigia mas me reservo no direito de me orgulhar dessa terra. grande abraço.

  • Otimo gostei muito mas gostaria de saber onde encontro esse documentário para transmitir em escolas na aula de história

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