Festa do Tambor: 65 anos de criação oficial do bairro Laguinho

As apresentações culturais da Festa do Tambor acontecem neste final de semana no Laguinho para encerrar a programação de comemoração dos 65 anos de criação oficial do bairro. O calendário dos festejos iniciou em abril com o a I Copa Tambor de Futsal, na sede do Clube São José, da qual participaram 16 times representando entidades e pontos culturais do bairro. No último domingo, 9, aconteceu a semi-final que teve como resultado Tio Duca e grupo Sambarte que disputarão a taça de campeão no próximo dia 16.

No dia 13 de maio, quinta-feira, na Câmara de Vereadores terá uma sessão solene em homenagem à data de criação do bairro, uma proposta da vereadora Cristina Almeida (PSB). Na sexta-feira, 14, na sede do Centro de Cultura Negra do Amapá  a partir das 08:00 terá exposição fotográfica e histórica do bairro, varal de poesias, lançamento de livro, palestras e apresentação teatral. Alunos de escolas públicas foram convidadas para fazerem visita.

A partir das 19:00 de sexta-feira, 14, haverá a abertura oficial com homenagens aos moradores mais antigos. Logo após iniciam os shows com: Marabaixo do Artur, Banda Afro-Ritmo, Marabaixo do Pavão, Batuque do Raízes do Bolão, Osmar Júnior e Sensasamba. No sábado durante todo o dia continuam as exposições e à noite começam as atrações culturais. Sobem ao palco a Banda Afro Brasil, Cia de Dança Afro-Baraká, escolas de samba Boêmios do Laguinho e Estilizados, grupo Raimundo Ladislau, grupo Pilão, Fernando Canto e Sambarte.

A Festa do Tambor está sendo organizada por moradores do Laguinho e as atrações artísticas são do bairro. A festa é aberta a todos. A camisa da festa está a venda no Calçadão do Valdir, na esquina da Igreja São Benedito, ao preço de R$ 10,00.

festa do tambor

  • Laguinho o melhor bairro de Macapá, parabens para todos do bairro do laguinho pelos 65 anos do bairro.

  • Tenho imensa saudades do laguinho de minha infância. Do campo do América, das festa do divino quando eramos acordados pelo fogos bem cedinho da manhã. Da música que saia do sino da Igreja de São Benedito avisando que já era 18 horas e eu corria pra tomar benção de minha saudosa vó. Laguinho de uma nostalgia eterna que não cabe dentro do peito, mas que dá gosto de sentir!!

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