Dora segue firme

A vice-governadora Dora Nascimento  segue firme em sua pré-candidatura ao senado federal. E tem apoio do diretório nacional do PT, que tem investido nos mais diversos treinamentos e preparo para Dora encarar a campanha política.

Dora diz que até agora ninguém sequer insinuou em seu partido que ela retirasse sua candidatura. Apesar da prioridade do PT ser a reeleição de Dilma, e do PMDB ser um aliado nacional importante.

O presidente do PT, Joel Banha, disse que ao blog que mesmo que o PT venha retirar a candidatura de Dora por causa das prioridades nacionais, a decisão de não apoiar a reeleição de José Sarney e de manter a aliança com o PSB está tomada.

  • Tenho certeza que a Dora pode fazer um bom trabalho no senado, é jovem, mulher, negra e com uma boa formação, alem de ser amapaense.

  • “Muito coerente” esse apoio irrestrito do deputado Joel à candidatura do PSB, afinal foi ele mesmo que disse no plenário da assembleia legislativa que a família Capiberibe era uma família de araque, entre outras coisas, e que o PSB era o responsável pela situação desastrosa em que se encontrava a CEA. Além de que ele defendia intransigentemente o grupo do ex-governado Waldez Góes, aliás ele era apontado como um dos componentes da “harmonia”. É por essas e outras que hoje eu me envergonho de um dia ter defendido esse partido quando eles tinham aquele discurso de moralidade. A esquerda brasileira é uma farsa,a máscara caiu já faz tempo; os mesmos que condenam Sarney são os mesmos que dão apoio a ele. Nenhum grupo político do nosso estado está livre dessa sujeira toda, esta é a verdade. Ainda tem gente que acredita no discurso caquético de uma esquerda que ao chegar ao poder repetiu, ou até piorou, os governos corruptos de direita. Como diria o PSTU, tudo farinha do mesmo saco, PT,PSB, PDT, PSDB, PMDB etc.

  • ela tem sim o direito de ser senadora por ser mulher e é nascida em nosso estado do amapa, filho da terra vota em filho da terra e os que vieram de fora sabem que vieram porque nosso estado abriu qrandes orpotunidades para todos e para todas nao julguem pelo rotulo julguem pelo conteudo

    • Ela tem todo o direito de ser candidata, mas o caro Petrovisck acha que os eleitores, sejam inclusive os filhos da terra, não tem o direito de votar em quem eles acharem melhor, sejam eles filhos da terra ou não. O voto é pessoal e secreto, não deve ser imposto, ou comprado. Que todos tenhamos a liberdade de votar em quem acharmos melhor para o povo do Estado do Amapá. Tem uns abençoados ai que são filhos da terra que só pensam nas suas terras e nas suas famílias, que não tem ideologia nenhuma, que pensam só em se dar bem, e que não importa o lado, desde que sejam contemplados com uma boa fatia do bolo. Enquanto isso para o povo, nem tchum.

  • Só pra recordar.
    http://www.diariodecuiaba.com.br/arquivo/261197/brmundo2.htm

    Demissão de servidor depende de lei específica, diz FHC
    Segundo o presidente, a quebra da estabilidade não poderá ser aplicada assim que a emenda for promulgada
    JOÃO DOMINGOS
    Da Agência Estado – Brasília
    O presidente Fernando Henrique Cardoso disse ontem que, mesmo se for aprovada pela Câmara dos Deputados, a quebra da estabilidade dos servidores públicos não poderá ser aplicada assim que a emenda constitucional for promulgada. Antes, lembrou o presidente, deverá ser votada uma lei com a regras para a dispensa dos funcionários. A quebra da estabilidade permitirá a demissão de servidores para que as folhas de pagamento sejam limitadas a 60% da receita da União, dos Estados e dos municípios.
    Fernando Henrique disse que o fim da estabilidade deverá servir só aos Estados e aos municípios, porque a União há muito tempo está abaixo do limite constitucional de 60% de gastos com a folha de pagamentos. “Isto é uma coisa que diz respeito mais aos Estados e às prefeituras do que ao governo federal, que está muito longe deste limite”, declarou.
    Ao chegar à Macapá, Fernando Henrique confirmou que nenhum dos 6 mil servidores pagos pela União no Estado será demitido. A garantia de trabalho para os funcionários não-estáveis do Amapá foi negociada com o senador José Sarney (PMDB-AP). “Se os servidores forem demitidos, o Amapá quebra porque quase toda a economia daqui gira em torno dos gastos dessas pessoas”, disse o deputado Eraldo Trindade (PPB-AP).
    “Aqui o funcionalismo trabalha nas áreas sociais”, justificou Fernando Henrique. “Nós temos condições de dizer que os que estiverem trabalhando como os daqui, nas áreas sociais, e em quadro em extinção, como o daqui, não precisam ter razão para temores.” Depois, lembrou de que depende do apoio da rebelde bancada do Amapá, para votar as reformas: “A reforma administrativa teve o apoio de valorosos deputados do Amapá porque eles sabiam que o presidente da República não ia criar nenhum embaraço para os funcionários daqui, do Amapá, como não vai criar”, reafirmou o presidente.
    Esta foi a primeira visita do presidente Fernando Henrique ao Amapá _ na campanha presidencial, em 1994, ele não visitou o Estado. Do aeroporto de Macapá, Fernando Henrique seguiu para a cidade de Oiapoque, na fronteira com a Guiana França, em um avião Brasília, fabricado pela Embraer, para o encontro do presidente da França, Jacques Chirac.
    Na volta a Macapá, no final da tarde, Fernando Henrique programou uma visita de duas horas ao Forte São José de Macapá, que está sendo restaurado. O forte foi construído em 1761, por ordem do Marquês de Pombal. O presidente disse que a administração do prédio deverá ser transferida para o Exército. Segundo o presidente Fernando Henrique, os Ministérios da Cultura e das Comunicações têm verba para assegurar a preservação do forte

    • As gestões foram tão incompetentes, que não souberam usar esse influencia do senador.
      Agora, para refletir, faça esforço pra lembrar algum legado deixado pelos outros senadores que já tivemos. Henrique Almeida, Jonas Borges,Bala, Giovan Borges, Capi. Agora, lembro muito bem quando Fernando Henrique quis demitir o pessoal do Amapá,isso eu lembro.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *