Caô

Empresário enrolado da área de “hotelaria” e eventos, deu um golpe digno de 171 em desconfiadas dondocas, políticos preocupados e por aí a fora.

Trouxe um camarada do Maranhão dizendo que o mesmo era o pai de santo de um poderoso e conhecido político maranhense. Sucesso imediato, quando o assunto se espalhou em Macapá, por causa da credencial de ser pai de santo daquele que só cai em pé.

Cobrava 500 reais pela consulta e mais os custos para comprar os mimos e agrados para o santo, além dos ingredientes para as poções mágicas e banhos pra fechar o corpo e abrir os caminhos.

Caraminguás e tempo perdidos. O pai de santo era fake.

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