Boca do Leitor

De Marco Leal, que entende do assunto, sobre a Banda Larga(falta) no Amapá

O Problema do Amapá é viabilidade técnica, não tem como aumentar a banda nomimal, sem investimentos, e hoje nossa comunicação de dados e quase toda feita via satélite, meios caros.

O governo do estado não fez a sua parte em investimentos de infraestrutura entres os municípios. E não elaborou projetos conjuntos (aliás, esse governo não sabe elaborar projetos) com as empresas de telecomunicação e a Eletronorte, essas que realmente podem capitanear um projeto desse porte. O governo também não fez parcerias com os provedores, trabalhando no fomento do setor de internet no estado, forçando as empresas de telecomunicação cobrarem um preço justo por megabit.Pagamos um dos megas mais caros do Brasil, e não podemos culpar somente os provedores. Alguns provedores se mexeram e fizeram investimentos próprios, mais caem na mão dessas empresas em outros estados.

O cenário é dramático, o governo do estado está esperando favores do governo federal e das guianas, acham que fibra ótica se emenda com cuspe. Tem que ter investimentos.  Estamos perdendo o bonde da história da sociedade da informação.
Tudo que vier em curto prazo são medidas paliativas. A solução mesmo virá com parcerias ou com o linhão de Tucurui previsto para 2014. Sofremos até lá, pois esse governo é fraco quando o assunto é TI.

  • “… Tudo que vier em curto prazo são medidas paliativas.” ou enrolacao, das grandes !!

    Onde eh q assina?

    PS.: 2014 vc ta sendo bozinhu ne marcola ?

  • Com este grupo político que nós temos criticá-los é entrar num ouvido e sair do outro. Nada é capaz de exigi-los a cumprir com o papel como representantes da sociedade republicana para os quais foram eleitos. São mentirosos. Hipócritas. Um diz que o Amapá vai ser melhor ainda (Amapá está entre os últimos na lista do IDH), outro, anda pelas baixadas e entrevista pessoas com necessidades extremas, além de mostrar a porcaria que é a nossa saúde (mas como deputado da assembléia, não deveria ter denunciado as improbidades do Governo?); Sabe o que é pior dessas eleições: ouvir deles com orgulho que vieram de famílias pobres, humildes. Claro que isso é motivo para se orgulhar, mas covenhamos sair da pobreza e se torna um pulha é mesmo nada. 1,2,3 fogo!!!

  • Ótima colocação Marco Leal, o Amapá sofre quando o assunto é TI. Ja ouvi de todos os candidatos que Banda Larga vai ser Prioridade, mas afinal tudo aqui é prioridade no Estado e tenho a absoluta certeza que não iniciaram pela Internet. Concordo tbm que 2014 é esta sendo bomzinho! um abraço e parabés pelo post!

  • Falou e disse tudo Marco! É uma lástima ver como os governantes tratam a TI no Amapá. Falta infra e muita. Mas acho q pra começar deveriam colocar pessoas capacitadas d verdade pra decidir sobre todo e qualquer assunto relacionado a TI no principal órgão daí, o cargo de presidente do PRODAP não deveria ser tratado como moeda política! Forte abraço meu irmão, gostei muito do post.

  • Artigo que nos interessa: Revista Veja
    Radar on-line
    Lauro Jardim
    Sanguessugas
    “MP entrou com ação para cobrar 260 000 reais dos envolvidos na máfia”

  • Quando falo que o Amapá é um Estado sem futuro, as pessoas caem de pau. Querem me ver morto. Dizem que sou agourento. Mas não é assim, sou apenas realista. Consigo ver e avaliar o que vejo, sem paixões, que obliteram a visão.
    Imaginem um Estado sem energia elétrica, sem banda larga, sem arrecadação própria, vivendo de FPE, que vai acabar em 2012, sem estrada capaz de integrá-lo ao resto do País, com uma fronteira onde é considerado um Estado marginal, que não produz a farinha que come, o açaí que toma, que espera o linhão de Tucurí, não para trazer energia mas para levar a que ainda será produzida por aqui.
    E para matar, um dado da Embrapa Monitormaneto por Satelite: O Amapá só tem 6% de solo disponível para trabalhar. E mais: dentro desses 6% estão as terras da Amcel/Marubeni.
    Podem me chamar de ave de mau agouro. Mas penso, e muito, como vai ser avida de meus netos, daqui há alguns anos.

  • É uma pena o que fizeram e ainda fazem com o nosso Amapá. Agora, eu pergunto: por que o grupo que está no poder facilitaria a vidas dos internautas amapaenses depois do “estrago” que internet provou ser ao divulgar as verdades que tanto queriam esconder? Por que facilitar o esclarecimento da população se do jeito que tá está ótimo para eles? Ora, o objetivo não é continuar o que está bom? Então, pra que facilitar a difusão de informação verdadeira? Pra que deixar as pessoas menos dependentes do estado?

    • Isto mesmo Renan,não há interesse em desatrelar os cidadãos,pois a “dependencia” destes, é a “moeda de troca” que os politicos(estado/municipios)tem nas mãos.Não é interessante p/eles dar TUDO que seus municipes necessitam.VIDA BOA? NUUNNNCA….,tem que ficar na dependência.Que o digam os CARGUISTAS (que não são poucos),neste Estado.

  • Alcilene, obrigado pelo post… sabemos que a discussão é bem mais ampla, mas com certeza! sem medo de errar, um governo mais sensível ao problema teria melhorado em muito o caos que vivemos, você acredita que não podemos nem fazer curso a distância! pois a maioria pede no mínimo um mega.. onde eu vou arrumar um mega? acho que temos que abri um canal de discussão já!

    • Sim..E nossas empresas estao perdendo as licitaçoes por que nao conseguem participar dos pregões eletrônicos. Ganham as empresas de fora que tem boa internte e nossa economia perde.

  • Caro amigo, me parece que de entender do assunto você não entende nada. O que adianta o estado fazer um grande investimento para receber a banda larga, se ela não vem? O problema na banda larga do amapá é geográfico, não do governo. O problema é que todos taxam a culpa de tudo como se o governo fosse o culpado. Toda rede telefônica do município de macapá é digital e está preparada para receber a banda larga, um bom sinal disso é a instalação da velox aqui. Ta certo que a velocidade e o preço não são os mesmos que se tem no resto do Brasil, mas jogar a culpa no governo, é coisa de quem não tem o que fazer. Por exemplo, os deputados que estão em campanha, falam que vão trazer a banda larga, mas eles já não tiveram oportunidade de elaborar projetos enquanto deputados????? e o outro candidato, o que ele fez para o estado nesses anos todos???
    Vamos olhar a realidade e “ENTENDER” realmente as viabilidades técnicas.

    • Esse papo de problema geográfico! Sinceramente! Enquanto isso, o mundo inteiro é atravessado por cabos de fibra ótica que estão submersos nos oceanos.
      Tu podes argumentar que não há interesse da iniciativa privada ou que o governo e os deputados e senadores não fazem nada para ajudar, mas afirmar que o problema é geográfico, é balela.

      • Meu amigo, se você me disser qual empresa privada quer fazer esse tipo de investimento aqui, para uma população de 500 mil habitantes, aí eu te dou razão. Agora você prefere que o governo faça um investimento de milhões para trazer banda larga para o estado ou você prefere que o governo faça esse investimento em outras áreas? Seja consciênte em suas críticas e estude geografia para ver que o custo para trazer cabo fibra ótica por Belém é muito alto e quase inviável por causa do rio Amazonas e das ilhas que cortam o rio. Mas não se preocupe, a banda larga ta chegando através da Guiana e do linhão de tucuruí.

        • Eu sei que o custo é alto, mas nós pagamos um absurdo de imposto para que o estado possa suprir às nossas necessidades. Banda Larga, atualmente, é uma delas. E quem disse isso é a ONU. Além disso, em minha opinião, pensar na internet como algo supérfluo é ingenuidade, pois a vida moderna está usufruindo cada vez mais de seus benefícios. Como, por exemplo, educação, saúde, negócios, lazer, etc.

          Trazer a fibra de Belém não é a única alternativa, como tu mesmo disseste. Com vontade política e com o prestígio de um senador que já foi Presidente da República, seria possível negociar com o governo Francês para trazer a fibra através da Guiana. Ora, o Brasil não dispõe de uma excelente relação diplomática com os franceses?

          • Com certeza, concordo em partes com você. As negociações com a Guiana já estão acontecendo, basta ter paciência nisso que vamos conquistar a tão sonhada banda larga.

            • Não costumo usar blogs para bater boca, isso não constrói, agora o seu post é confuso, você me acusa de não entender nada, eu nunca disse que entendo, exponho a minha opinião e deixo as pessoas fazerem seus “juizo de valor”, respeitada pela maioria, ainda bem.. pelo menos eu assino meu nome e muita gente aqui sabe quem eu sou… Voce diz que o problema é geográfico e não politico, e depois no fim concorda que a solução pode vir das guianas, citando dois projetods de inciativa puramente politica.. os linhão e as guianas.. também não entedi o termo georgráfico? você sabia que tem cabos transoceânicos, como assim problema geográfico? depois você cita a demografia para explicar o desinteresse em investir num plano para tirar agente desse atraso? Ora amigo, pensamentos como o seu é que colocam nosso estado com os piores IDH’s do Brasil! a culpá é minha então? Você diz que o problema é viabilidade técnica e logo depois diz que estamos preparados para receber a banda larga! e cita e velox… serviço de uma empresa privada com interesses comerciais e não sociais,. se fosse assim o PNBL não sairia da inciativa politica, pra vc vê que quando o governo quer ele realiza, convido você a sair do sua visão politiqueira local e enchergar o problema com amplitude que ele merece! e se possivel ser menos confuso!

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