• Eu frequentava o Bar em 1997, bateu uma saudade agora.Tinha um grupo de amigos que sempre marcava pra debater questões cotidianas e trocar de informações culturais… hummmmmmm que falta faz aquele povo.

    Hoje o local anda sujo demais e cheio de pivetes,prostitutas e michês, as pessoas bacanas sumiram. Estive lá ano passado com minha mãe e uma amiga de Beagá, acreditas que assistimos um assalto,era uma tarde de sexta estavamos mostrando Belém pra ela.
    Sinto falta da tranquilidade que eu conheci no tempo que morei lá, tenho muito medo de perder a qualidade de vida que hoje encontrei em Macapá.

    Eu não gosto dos grande centros,perdemos muito da qualidade de vida com o progresso desordenado.

  • E ele continua la nao eh? Espero que fique la muito tempo. Na minha epoca de estudante eu morei bem pertinho do Bar do Parque, no Ed. Manoel Pinto da Silva. Passava por la todos os dias. Gostava de ve-lo todo estiloso Belle Epoque…

  • Alcilene, eu ja vou viajar, mana. Vou passar o inverno com meu marido. Agora esta fazendo 3 graus +. Imagina em dezembro! Aguarde fotos se houver boneco de neve. beijos e feliz Natal para voce, sua familia e seus leitores. Desejo tambem um feliz Ano Novo e faco votos que o nosso novo Governador tenha muito sucesso na escolha de seu Secretariado para acontecer tudo de bom para nosso Estado e para o nosso bem. beijos

  • EU claro, pois era lá que encontrávamos toda a turma de Macapá que estudava e jogava bola e como não poderia deixar de ser, colocavamos as fofocas em dia e tomavamos aquela cerveja bem gelada com batata frita. Pôxa quantas saudades deste tempo!!!!!!

  • Lembro de uma noite que eu fui beber com uns amigos, e veio um garoto de rua pedir dinheiro (dos muitos que têm lá), e como eu não tava afim de dar, resolvi me passar por gringo, comecei a falar em inglês. Pra minha surpresa, o muleque (que já devia tá acostumado a lidar com esse público) o muleque começou a falar em inglês tbm. Soltou um “Money? You have? No? One dolar?” Eu ainda tentei conter o riso, mas meus amigos fizeram o favor de me deixar mais constragido que o muleque. Adoro aquele bar. Os garçons simples e muito hospitaleiros. Quantos artistas e quantas canções já não nasceram por lá?!

  • Atualmente trabalho em Belém, mas moro em Macapá, pois estou ai nos finais de semana.
    O bar do parque é uma referencial cultural da cidde de Belém. É tema de poesias e aguça a verve lírica de muita gente que o frenquenta. Não tem que passe por lá e fique imune a atmosfera nostalgica que paira naquela lugar.
    Em Macapá temos lugares muito bonitos, falta-nos a tradição. Precisamos fomentar no povo o sentimento de valorização de nossas coisas, de nossos lugares. Infelizmente tudo no Amapa é tão vilipediado.. E aí temos coisas caríssimas a habitantes dos grandes centros.

  • Eu frequentava com amigos que faziam teatro, no waldemar Herinque,mas lembro especialmente do dia que o Lula foi para o segundo turno, nas eleiçoes presidenciais de 89, a festa lá foi maravilhosa, e nós do movimento estudantil? cheios de sonhos…Ideologia eu quero uma pra viver !!!

  • Bateu uma saudade boa agora… já amanheci muito no bar do Parque, nos tempos em que a minha Belém não estava absurdamente violenta como hoje. Atualmente, não faria isso!

  • Na década de 70 curtir muito o Bar do Parque, pois naquela época tinha como atração principal o compositor Ruy Barata e Paulo André Barata, pai e filho, que compuseram belíssimas músicas interpretadas por Fafá de Belém, que também era frequentadora do bar. O Bar do Parque era o centro da Boemia de Belém. Tempos bons aqueles.

    • BARATA,
      O Rui Barata era a cara do Bar do Parque, Não raro encontravamos ele naquele Bar. Contam que o nobre poeta Paraense, era disputado pelos municípios de Abaetetuba e Igarapé Mirim, que se diziam seu berço natal.Como era bastante benquisto pelos dois municípios, os homenageou com o carimbó: “ESTE RIO É MINHA VIDA, MINHA E TUA MURURÉ, PISO NO PEITO DA LUA, DEITO NO CHÃO DA MARÉ. ESTE RIO É MINHA RUA, MINHA SINA CANA É, SÓ DE PENSAR NA MARDITA, ME ALEMBRO DE ABAETÉ. POIS É, POIS É, EU NÃO SOU DE IGARAPÉ, QUE MONTOU NA COBRA GRANDE, NÃO SE ESCANCHA EM PURAQUÉ.
      ME ARRESPONDE BOTO PRETO, QUEM TE DEU ESSE PIXÉ. FOI LIMO DE MARESIA OU INHACA DE MULHER. (salvo engano é mais ou menos assim. Com a Palavra meu amigo Raimundo Barata.

      • Amigo Adelmo, sua memória incrível prestou uma grande homenagem ao grande poeta Ruy Barata, reproduzindo a letra do carimbó que foi gravado em disco (Tamba Tajá) pela Fafá de Belém. Realmente, o Bar do Parque era a cara do Ruy Barata. Um abraço pra vc.

  • Realmente o ambiente em torno do bar decaiu bastante, porém, num passado nao muito distante, por volta de 2002 quando eu fazia um curso em Belém, tive a oportunidade de ver uma cena inusitada, uma moça descalço usando um vestido de noiva daqueles belissimos e fofos como um bolo desceu de uma carrao e ficou por la bebendo com umas pessoas! Coisas do Bar da Praça!!!

  • Alcilene, sou um apaixonado por Belém, apesar de morar aqui em Macapá há 3 anos. O Bar do Parque com certeza é um marco cultural da cidade, apesar de abandonado nos ultimos anos. Espero que o novo Governo ou a Prefeitura olhe com mais carinho para esse que, com certeza, já foi point de encontro de intelectuais e artistas. Salve salve Belém do Pará!

  • Fim dos anos 80, que época maravilhosa, periodo de descobertas para o adolecente que morava a duas quadras deste que é uma referência turistica e cultural para o estado do Pará.É uma pena que por decaso e o mesmo se encontre como relatou o Zanjo, mas é muito bom falar e ver imagem de um lugar que te traz boas e grandes recordações apesar de não beber! No entanto as conversas,ideais e musicas ali tidas e ouvidas me fazem ficar saudoso.Lene vale dizer também, que mesmo tão degrado ele ainda existe o mesmo não podemos dizer do Xódo e do Lennon onde ainda criança ouvi grandes nome da MPA e revelações como seu irmão Zoti.
    Grande Abraço.

  • Boa essa Lene. Na época do finado Joaquim eu conheci o Bar do Parque através do seu filho Manoel que casou com uma amapaense. Conhecia o Pelé que era gerente, tinha até garçom que era detetive particular. Quando seu Joaquim faleceu o Manoel ficou tomando conta e em sua folga o irmão Juinor era quem ficava por lá. Íamos pro Mosqueiro, voltávamos pra Belém e ficávamos na Palhocinha e terminávamos sempre com boas doses no Bar, já quase pela manhã. A festa da Chiquita que é véspera do Círio e no Círio que é o único dia do ano que o Bar fecha às 5h a reabre após a procissão. Alí tomava um caldo verde típico de portugal, terra natal de seu Joaquim. Tenho saudade de todos e sempre que estou em Belém vou visitá-los. Nós que já cantamos muito com Marcos Monteiro jamais vamos esquecer esses tempos bons.

  • Com certeza, qualquer paraense que gosta de uma gelada e um bom papo, curtiu o Par do Parque lá pelos idos de 80 para 90. Tomar uma cerpinha era uma delícia. E aquele banheiro lembrando um túnel de estádio? Algumas companhias do sexo oposto e que não concordavam muito com a higiene da “retrete”, tomavam a cerveja e iam ao banheiro do Hotel Hilton. Essa era demais.

  • Lembro-me também com saudades dos bares da 1º de Dezembro,bem como das bares da Braz de Aguiar fim dos anos 80 e início dos anos 90.

  • depois do afoxé do guarda chuva achado, na cidade velha, e do garagem na praça do carmo, iamos tomar a saideira e o caldo verde no bar do parque, isso sem antes passar no três por quatro. anos 80. the best.

    • Três por Quatro era o meu point..Nooooossa.. Além de ser perto de casa, eram onde estavam todos os meus amigos..Passada quase diária…

  • Lembro que quando morei em Belém, no final dos anos 80, tinha muita vontade de conhecer o Bar do Parque, pois ouvia dizer que era o point dos intelectuais e dos boêmios. Um dia, convenci um amigo a me levar até lá. A lembrança da cerveja gelada no ponto, do caldo verde no final da noite e da diversidade dos frequentadores permanece guardada em um lugar muito especial da minha memória.

  • Bons tempos do Bar do Parque, eu era frequentador assíduo juntamente com vários amapaenses, Peixinho, Helinho Araújo, Cachorra, Feu, Orlando Rodrigues, Jaburanta, Panan, Bolô, Kéki do Carmo (falecido), Walter Jr, Braz, e outros que não lembro agora. O nosso garçon preferido era o Abaeté, que antes de abrir a cerveja batia com o abridor na garrafa fazendo uma musiquinha, ah que saudades…

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