Amapá tá a cara da riqueza

Governo do Amapá recebe aporte de R$ 279 milhões do BNDES

Com nome limpo em nível nacional e credibilidade de gestão o Amapá capta recursos para aplicar em obras como a construção de estradasO Governo do Amapá recebeu R$ 279 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na última quinta-feira, 26, referentes ao primeiro aporte do amplo programa de investimentos planejado para o Estado.

O Programa Amapá/BNDES: Desenvolvimento Humano, Regional e Integrado (PDRI) envolve a construção de mais de 300 obras até 2016, totalizando R$ 980 milhões, que estão sendo aplicados em áreas estratégicas, entre elas infraestrutura rodoviária, saúde, educação, segurança pública, assistência social, bem como no desenvolvimento do setor econômico a partir da construção de distritos industriais regionais, de estruturas turísticas, culturais, de feiras e eventos, entre outros investimentos.

Entre as obras, já estão em plena execução a pavimentação das rodovias de acesso aos municípios de Amapá, Pracuúba, bem como a conclusão do asfaltamento da Rodovia AP-070, que atende as comunidades rurais de Macapá, como São Joaquim do Pacuí. Além delas, iniciam este mês as obras de construção da ponte sobre o Rio Matapi e o asfaltamento da rodovia entre Mazagão Novo e Mazagão Velho.

Também serão feitos investimentos estratégicos na mobilidade urbana da região metropolitana de Macapá, com a duplicação da Rodovia Duca Serra, orçada em R$ 100 milhões, e a conclusão da Rodovia Norte-Sul, que iniciam ainda este ano. Completando os investimentos na área de infraestrutura rodoviária, que somam mais de R$ 550 milhões, estão ainda a pavimentação das rodovias de acesso aos municípios de Itaubal do Piririm e Cutias do Araguari, as quais serão iniciadas em 2014.

O primeiro desembolso, de um total de quatro que serão realizados até 2016, é resultado de um intenso trabalho feito ao longo de dois anos e meio pelo governador Camilo Capiberibe e sua equipe de gestão, coordenado pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Tesouro (Seplan). Esse trabalho envolveu negociações com o Ministério da Fazenda, Secretaria do Tesouro Nacional, Assembleia Legislativa, com todos os setores do governo e com o próprio BNDES.

Credibilidade da gestão

“Os estados brasileiros só podem contratar operações de crédito com bancos após a autorização do Governo Federal. Passamos pela análise de crédito e credibilidade em todos os níveis necessários. O Amapá está com seu nome limpo em nível nacional. A contratação dos recursos do BNDES e o início dos desembolsos demonstram a credibilidade da gestão do governador Camilo e capacidade de execução dos projetos”, ressalta Juliano Del Castilo Silva, secretário de Planejamento, Orçamento e Tesouro (Seplan).

Os R$ 980 mi garantidos ao GEA pela instituição bancária subsidiarão diversos projetos apresentados ao BNDES, e somam-se a outros R$ 449 milhões também contratados com o BNDES por meio do programa PROINVESTE, do Governo Federal. Ao todo, são mais de R$ 1,4 bilhão.

O montante liberado de R$ 279 milhões é o maior aporte de recursos já creditado de uma única vez no Estado, superando, inclusive, o valor global das duas últimas operações de crédito realizadas em anos anteriores.

“A liberação desses recursos somam-se aos pré-investimentos que estão sendo realizados desde 2011 e aumentam a liquidez necessária para a conclusão das obras dentro do prazo. Temos intervenções, como o asfaltamento das rodovias de acesso ao município de Amapá, que serão concluídas até o final de dezembro deste ano”, explica o coordenador do Núcleo de Gestão dos Recursos do BNDES no Amapá, Fabrício de Paula.

Segundo ele, somente com a integração de capacidade de gestão, recursos garantidos e monitoramento em tempo real dos investimentos, é possível manter o ritmo acelerado de andamento das obras.

O secretário Juliano Del Castilo Silva explica que o cenário atual é bem diferente do encontrado no início desta gestão. “Em 2010, o governo passado pediu ao BNDES recursos pelo PEF II, na ordem de R$ 204 milhões, para subsidiar projetos em diversas áreas, porém, só conseguiu utilizar R$ 15 milhões desse total. Mesmo assim, não prestou conta dos gastos, cabendo à administração do governado Camilo Capiberibe sanear as dívidas deixadas com o BNDES”.

A parti de 2011, o GEA teve de fazer contingência orçamentária para ‘arrumar a casa’, para conseguir sanear a dívidas, prestando contas e/ou devolvendo recursos, uma vez que o governo foca seus objetivos visando ao desenvolvimento. “Saneadas boa parte das dívidas, conseguimos acessar recursos que estavam disponíveis ao Estado e, com isso, viabilizar a execução de diversas obras públicas”, pontua Del Castilo. (SECOM)

  • Que beleza! Desenvolvimento à vista. O Amapá voltou a ser visto com bons olhos pelo Governo Federal. Parabéns ao governo atual. Este estado ainda tem muito a melhorar, principalmente, na área da saúde. Acredito que é só o início. Há 02 anos atrás, o Amapá estava na lama. Hoje, já tem credibilidade e consegue investir. Espero que o próximo governo, caso não o atual governador não seja reeleito, dê andamento no que está se fazendo hoje. Isso é de extrema importância.

  • Meu Deus! Fico aqui pensando!!! Com tantos empréstimos junto ao BNDES, como ficará o Amapá quando esta conta começar a ser cobrada? São bilhões de reais para serem pagas pelos próximos 20/30 anos, comprometendo de vez as receitas de Estado que estão de mal a pior. Valei-me Deus! Coitados de nós!

  • A cara da riqueza …? Continuamos a viver realidades diferentes , a da mídia fantasiada e mentirosa dos que não querem enxergar por conveniência … e a realidade real diária do sofrimento do nosso povo .. Cara da riqueza ? , … E só visitar o Pronto Socorro sem material e dignidade, ou as escolas estaduais sem professor, ou os postos de policia sem combustivel, enfim … Cara da riqueza … ? de quem … ??

  • lene, se vc conhece um estado q se desenvolveu sem buscar financiamento externo mande a fórmula pro camilo q vai te agradecer, o importante é q o dinheiro seja investido e não roubado.

  • É isso mesmo Fernando. Não existe. Aqui no Brasil, para um estado crescer, principalmente, para um como o Amapá que possui receitas próprias irrelevantes, é necessário financiar os investimentos, ou seja, buscar dinheiro em bancos para investir na coisa pública. É normal e necessário adquirir dívidas para poder expandir. Funciona como numa empresa. Só há ativo porque tem passivo, e quase sempre, o grande volume de passivo que financia o ativo é o de terceiros, e não o do capital próprio. No entanto, o importante é que o investimento seja eficaz, ou seja, depois de pronto, esteja em amplo funcionamento e também possa gerar benefícios futuros capazes de gerar receita ou economizar na despesa pública, para que possa fazer frente ao financiamento.

  • O problema está nas aplicação desse dinheiro, nas temos estradas, portos, aeroportos, saúde, mais ampliação, por que não derrubam a sesa e controem um edifício hospital, caesa, com água fora do padrão de qualidade no estado todo, segurança não temos, a cara da riqueza deve ser de quem tá pegando esse dinheiro. Entra governo e sai e não muda nada, o que muda são os que ficam nas terá, o Amapá merece isso? Por que não temos uma cidade no estado organizada, todos os políticos que estão ou estiveram no poder não merecerem ser votados

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