Alagados

Prefeito Clécio Luiz passou a manhã de sexta-feira, mais uma vez, nas ruas do bairro Santa Rita que sofrem com os alagamentos nessa época de chuvas. Clécio acompanhou o trabalho dos técnicos que tentam solucionar problemas gerados há anos, com ocupação de áreas de ressaca e construções irregulares. A rua Santa Catarina, passou a virar uma lagoa em época de chuva, depois das construções irregulares, impedindo que os moradores saiam de suas casas.

A PMM vai executar um Plano de Ação de forma integrada. A secretaria de Obras será a responsável pela  execução do sistema de drenagem. A Semur atuará na limpeza e desobstrução dos canais. A Secretaria de Meio Ambiente fiscalizará as áreas ocupadas que estão em desacordo com as legislações. A Defesa Civil identificará as ocupações irregulares que podem sofrer danos em virtude dos alagamentos. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano vai fiscalizar as construções nos leitos do canal, e em caso de desocupação, cumprirá o trâmite necessário para indenização das famílias. E a Semast é a responsável pelo cadastramento das famílias afetadas pelos alagamentos, cumprindo todas as medidas sociais.

O preço do descaso

O ano de descaso com a ocupação urbana de Macapá está cobrando seu preço, que é pago com os recursos públicos, que são arrecadados de todos nós.

A falta de política habitacional, que levava as pessoas para as ressacas, e a falta de fiscalização, que permitia construções no curso das águas, causando os alagamentos de hoje, exigem agora altos investimentos do município.

Clecio-Visita técnica 12 foto MÁRCIA DO CARMO-1

Clecio-Visita técnica 16 foto MÁRCIA DO CARMO

  • Bom ver isso. Sinal de um novo tempo que chegou em Macapá. Um prefeito indo aonde o povo está, vendo de perto a necessidade do povo. Por isso digo que apoio Chelala como governador, não e preciso ter eleições para um mandatário aparecer para ver de perto as dificuldades do povo. Tem governante que passou quase 4 anos escondido, e em 1 ano quer mostrar que é a última coca-cola no deserto. Chega de oligarquia no Amapá, porque o SOL nasce para todos, e o Amapá merece muito mais do que as migalhas que são dadas.

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