A resposta da MPB à ditadura. 50 anos de 5 discos extraordinários. E que maravilha ter crescido com eles na minha casa

A coluna de Nelson Motta, de ontem, 21.01,  no Jornal da Globo, falou de cinco discos extraordinários, que completam 50 anos de lançados,  em 2022. 

E que maravilha ter a oportunidade de ter crescido com esses discos na minha casa. Fortes na minha formação musical de MPB.

Amo todos e tenho todos hoje. Em vinil ou Cd e nas plataformas digitais. Ou em tudo, porque sou dessas, com música.

São eles:

Acabou Chorare, dos Novos Baianos, era da mamãe. O disco que marca o encontro dos roqueiros bicho-grilo com João Gilberto, da Bossa Nova.

O disco “da cadeira”, de Elis Regina. Não lembro quem era o dono, em casa. Uma virada na carreira de Elis e dos compositores que ela gravava.

Expresso 2222, de Gil, e Clube da Esquina, de Milton Nascimento e Lô Borges. Eram do irmão mais velho, Alcione. O One, meu irmão, é uma das pessoas com quem mais gosto de ouvir música. Sabe muito das músicas, dos discos e dos artistas. Era quem trazia os melhores discos pra nossa casa. E foi quem me deu meu primeiro disco, depois dos discos infantis que ganhava da mamãe: “Krig-ha Bandolo”, de Raul Seixas.

 

E o “Transa” , de Caetano Veloso, era da irmã Alcinéa. Gravado no exílio, tem uma das canções que mais gosto: “Nine Out of Ten” .
“Walk down Portobello road to the sound of reggae. I am alive” .
(Ah, o DNA! O sobrinho Allan Cavalcante também curte muito essa música) 

Vou ouvir os cinco discos hoje, porque hoje é sábado.

E me impressionar sempre, em ouvir como são atemporais e continuam super modernos.

Veja o link da coluna do Nelsinho aqui

https://g1.globo.com/jornal-da-globo/playlist/nelson-motta-veja-os-videos-da-coluna.ghtml

 

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