#10AnosdoBlog

“Marejando o meu Olhar”, eram entrevistas singelas que fazia no blog, sobre Macapá. Reeditando hoje a do Robson Sá.

Macapá Marejando o Meu Olhar

Robson Sá é amapaense e há 32 anos não mora no Amapá. Mora em Belo Horizonte e já fala uai há um tempão. É advogado, especialista em Direito Ambiental e Analista de Desenvolvimento da Caixa Econômica, no eixo Rio – Brasília – BH.

É poeta e lembro que quando passava férias aqui compunha junto com Zoth e Rubem Bemerguy.

Com essa cara de saudade ele fala de sua Macapá aqui no Repiquete.

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O que tem a cara de Macapá – A Fortaleza de São José, o artesanato com manganês, o marabaixo e todas as variações da expressão égua…!

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Um lugar bacana – O Rio Pedreira.

Um sabor – O Tacacá da Bebé, na esquina da Igreja de São José.

O que não dá pra esquecer – Do seu sorriso Alcilene, da sua delicadeza. Do violão que meu amigo Zoth toca, dos bailes no Círculo Militar, do Bloco Pererê, da alegria dos meus tios e tias (fala aí Pajé!), dos meus primos, da ternura da minha tia Josefa e tia Maria Sá.

Paisagem que mareja o seu olhar – A visão indescritível e ímpar do amanhecer no Rio Amazonas, visto do antigo Fórum (o dos leões).

Uma saudade estúpida – Da Escola Paroquial São José, (por onde anda o Edgar Gammachi ?). Dos banhos no “Bueiro”, com Robertinho Pacheco e turma. Do uniforme de lobinho e de escoteiro. De um quilo de sorvete de chocolate que eu e o Banha comemos até passar mal. Das brincadeiras de infância com o Keki (que já partiu), Sílvio e Sérgio Lima; das pescarias no Pacoval com meu amigo Jairo. Da saída da Bartolomea (pra ver as meninas) na bicicleta do Dirceu. Da Banda do Colégio Amapaense. Da boneca da BANDA e da pipoca do camarão frito.

Um programa que era bom fazer – Uma garapa com donzela ou um rala-rala de ki-suco na Praça Veiga Cabral e ir para a Fazendinha domingo. Ah! o camarãozinho no bafo…

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Quem fazia acontecer – Dr. Alberto Lima, Alcy Araújo, Mestre Oscar, Pedro Silveira, Professora Risalva, Batintim, Nakanishi, Osélio Silva, Noventa e um, Nonato Leal, a turma do Bloco Pererê e do Mancha Negra.

Amigo(s)(a) em Macapá – Tenho muitos. Inesquecíveis. Não quero ficar devendo nenhum nome. Pra não ficar em branco, listo os meus vizinhos queridos: Banha e Lair.

Amigas queridas eu não esqueci de vocês!!

Uma alegria – Ter nascido no hemisfério Norte, na foz do maior rio do mundo, na maior floresta tropical do mundo, no lugar mais lindo do mundo, no pavilhão Mãe Luzia, na Avenida FAB.

Um Alô pra Macapá – O Amapá deve amar os seus filhos probos, respeitar os forasteiros de boa fé e desdenhar dos que lhe afrontam.

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