Alcilene Cavalcante em 18 de julho de 2010

TCU suspende pagamento de medições no Amapá

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou à Secretária de Estado de Transportes do Amapá (Setrap), por medida cautelar, a suspensão do pagamento de medições da pavimentação de trecho da BR-156/AP, na região da cidade de Calçoene (AP).  A execução do empreendimento foi delegada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) à Setrap.

A obra, que foi concluída em dezembro de 2009, ainda possui pagamentos pendentes em razão de o Dnit não ter aprovado alterações no termo aditivo do contrato.

Fiscalização realizada pelo TCU constatou, além de outras irregularidades, indícios de superfaturamento decorrentes de preços excessivos frente ao mercado. O ministro José Múcio Monteiro é o relator do processo. Cabe recurso da decisão.

Alcilene Cavalcante em 18 de julho de 2010

Já está na coluna ao lado, no blog, os sites, blogs e twitter dos candidatos do Amapá.

Os candidatos que tiverem interesse podem enviar que publicamos. Só linkaremos os que forem solicitados pelos candidatos ou assessorias. E é de graça. Não paga nada.

E esta semana, começaremos a publicar a agenda dos candidatos. Podem enviar.

Alcilene Cavalcante em 18 de julho de 2010

A cantora e compositora amapaense Ana Martel participará como convidada do 21º Festival Internacional de Música Antiga e Colonial Brasileira, de 18 a 31 de julho, em Juiz de Fora – MG. O convite foi feito pelo diretor artístico da Banda Sinfônica do Festival, maestro Erivaldo Fraga. Ana Martel irá falar da música amapaense para alunos da Banda e regentes convidados.

Como artista irá cantar uma de suas composições e a música “Fascinação” com acompanhamento da Sinfônica, n concerto final do evento. “Sentir-nos-emos envaidecidos com a presença de tão brilhante cantora e compositora amapaense”, escreveu o maestro à artista. Ana viaja com apoio da Secretaria de Cultura do Amapá.

Márcia Corrêa

Alcilene Cavalcante em 16 de julho de 2010

Nesse final de semana inicia a programação do Goiabal Verão, nossa praia de mar, em Calçoene.

Lá tem pousadas e uma infra-estrutura simples na praia, mas que tem atendido os turistas.

Nesse final de semana tem apresentação do cantor Pinduca no Goiabal.

Telefone pra reservar pousada – 3423-116 66 OU 9129–3300 FALAR COM GERSON.

Goiabal

Alcilene Cavalcante em 16 de julho de 2010

Por Clécio Luis, Vereador de Macapá


Aos meus familiares, amig@s, companheir@s de luta e ao povo do Amapá,

Ao escolhermos nosso caminho para seguir nessa eleição, além de nossas convicções, sabíamos dos riscos e incompreensões que enfrentaríamos em uma aliança com “diferentes”, mas diante de tantas dificuldades e da dramática situação por que passa nosso estado e nosso povo, esse caminho mais do que justificável, tornou-se necessário e empolgante. O apoio de nossas bases em todos os municípios, lugares, segmentos e o aceno positivo de nossa direção nacional, nos davam cada vez mais clareza que esse era o passo certo a ser seguido.

Infelizmente não tivemos êxito, não pelo PTB/AP, tampouco por Lucas Barreto, aliás, quero aqui fazer o meu agradecimento ao Lucas, ele também nos surpreendeu positivamente, pela forma como conduziu nosso enlace político- eleitoral primeiro porque nos tratou com respeito político, mas também porque soube ouvir, ser flexível e sustentar suas teses dentro do legítimo território da política. O que impediu nossa aliança foi à disputa interna, nefasta e impregnada nos partidos e algumas lideranças da esquerda, que colocam essa disputa acima das dores e das necessidades do povo.

Nessa nova cena tive que abrir mão de minha candidatura a deputado federal pelo PSOL/AP e por essa posição entendo que devo alguns esclarecimentos. É por isso que escrevo.

Nesses últimos dias, vivi junto com muitos companheiros momentos de muita angústia (pelas disputas internas em relação à coligação), mas também de enorme satisfação, nesses dias de pré-campanha a deputado federal. Confesso que vivencio minha melhor fase política e eleitoral, fruto da nossa organização em quase todos os municípios, da nossa inserção nos movimentos sociais, das nossas experiências acumuladas e divididas no dia-a-dia de nossa militância, e do reconhecimento do nosso mandato de vereador em Macapá, entre outras coisas. Isso torna a retirada da candidatura um pouco mais dolorosa, mas também me enche de orgulho, uma espécie de doce derrota.

Foram dias gratificantes, de muitas declarações de apoio e voto que eu não poderei mais conferir, mas, sobretudo de muito carinho e confiança que ainda permanecerão em mim. Isso não tem preço, mas pra mim tem muito valor!

Foram essas demonstrações de confiança e incentivo que me colocam a responsabilidade de não abandonar a luta política com lado na sociedade, o lado do povo, prioritariamente dos desprotegidos e dos mais carentes, (de política e esperança, inclusive), pois a vida é muito mais difícil sem ambas.

Confesso também, que ainda estou mareado pelo peso da decisão que em última análise cassou minha candidatura, sem que eu devesse nada nem a justiça, nem aos procedimentos partidários, tampouco seja um ficha suja. Às vezes me sinto como se abatido em pleno vôo. Pra me confortar, minha mãe me disse hoje, pra eu não me abater, que tudo que Deus faz é perfeito, e eu também acredito, muito embora as coisas por aqui estejam muito fora do esquadro. Vamos lá! – “Fé na vida, fé no que virá”.

Adiamos um projeto, já engatamos outro, eleger Randolfe Rodrigues, senador da República, pelo Amapá.

Lutei com todas as minhas forças e minha convicção, não deu! Não serei candidato a deputado federal, pelo menos nessa eleição, como diz aquela canção “Índio perdeu, mas lutou que eu vi!”, no entanto, já me considero recompensado, é por isso que escrevo também, para agradecer imensamente, menos pelos votos que não chegarei a conferir, mas muito, muito mais, pelo carinho, demonstrações de respeito, admiração e confiança que recebi nos últimos dias. Valeu demais!

Continuarei nosso mandato de vereador de Macapá, muito mais orgulhoso e empenhado ainda, obrigado mesmo! Até a vitória sempre!

Clécio Luís – Vereador de Macapá

Alcilene Cavalcante em 16 de julho de 2010

A cantora amapaense Patrícia Bastos está concorrendo ao Prêmio da Música Brasileira 2010, com o CD “Eu Sou Caboca”. Patrícia disputa  em duas categorias:

- Melhor Cantora Regional – Ela disputa com as artistas  Elba Ramalho e Claudia Cunha. Neste quesito, uma equipe de julgadores é quem decide a vencedora.

- Voto Popular –Nesta categoria ela concorre com grandes nomes da música brasileira como Nana Caymmi, Maria Bethânia, Daniela Mercury, Elba Ramalho, Zélia Duncan,Alcione, Rita Ribeiro e Roberta Sá. Para que Patrícia Bastos ganhe nesta categoria o que vale é o voto de cada um de nós que admira e quer ver a artista amapaense em destaque no maior prêmio da música brasileira.

Para votar em Patrícia Bastos, basta acessar o http://www.premiodemusica.com.br/votopopular/voto.php?sexo=F
A cerimônia de entrega do Prêmio será no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, dia 11 de agosto. Nesta edição o evento homenageia Dona Ivone Lara, de 88 anos.
Conheça os indicados que concorrerão ao Prêmio da Música Brasileira

www.premiodemusica.com.br/2010

Alcilene Cavalcante em 16 de julho de 2010

Renivaldo Costa – jornalista

Desde fevereiro de 2008, assumi a Assessoria de Comunicação do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amapá com o propósito de contribuir na melhoria do sistema de transporte coletivo da capital. Ao longo desses quase dois anos e meio, propus campanhas educativas, cursos de aperfeiçoamento aos profissionais do sistema, criação de SAC, ouvidoria, web site, dentre outros serviços que pudessem desburocratizar o atendimento ao usuário.

É inegável que houve avanços no sistema de transporte, mas eles ocorreram muito mais pelo empenho do poder público municipal do que pela vontade dos empresários do setor. Ampliamos a frota, colocamos veículos adaptados para cadeirantes, mas pouco ou nada avançamos no atendimento aos usuários do sistema de bilhetagem em vigor.

O sistema atual é burocrático e ultrapassado, e complica ao invés de ajudar o usuário. Somente à guisa de exemplo, um cartão smart card, desses usados no sistema de bilhetagem, custa não mais que R$ 3, mas para que o estudante solicite uma segunda-via, em caso de perda ou furto, deve pagar ao Setap a taxa de R$ 29,25. É um absurdo.

No início deste ano, fui informado da “virada de chave” do sistema de bilhetagem. De pronto, percebi tratar-se de um retrocesso. Ao invés de garantir a descentralização do atendimento a usuários do passe escolar e do vale-transporte, o novo sistema eliminaria a possibilidade de compra antecipada de crédito eletrônico e, de uma só vez, durante a transição, bloquearia dezenas de milhares de cartões de bilhetagem, causando o caos que todos nós vimos desde sábado, 10 de julho.

No sábado, 10, e domingo, 11, estive no prédio do Setap, relatando aos diretores do sindicato, o transtorno que assomava estudantes e trabalhadores. Sugeri que, durante uma semana, os usuários tivessem o ingresso nos ônibus franqueado pelas empresas, até  a normalização do atendimento. Ironicamente, os diretores das duas maiores empresas de transporte, e também as que menos respeitam o usuário, foram contra a proposta.

Na segunda-feira, 12, fui ao prédio do Setap como ultima tentativa de fazê-los compadecer da multidão que sofria do lado de fora, numa quilométrica fila. Com exceção do gestor do SBE/MCP, arquiteto Artur Sotão, e do presidente Paulo Dartora, nenhum outro diretor do Setap compareceu ao sindicado naquele dia.

No mesmo dia, ao ver diante de mim o desrespeito brutal a que eram submetidas milhares de pessoas, percebi que não podia compactuar com aquilo, sob pena de ir contra minha consciência e todos os princípios que construí ao longo de minha trajetória profissional, e mesmo de cristão e de maçom que sou. Sequer encontrei um diretor do Setap para, fitando nos olhos, entregar meu posto de trabalho. Não tive outra alternativa, a não ser formalizar meu pedido de demissão por meio de documento e através de nota veiculada em alguns veículos de comunicação.

Agradeço a todas as manifestações de solidariedade que recebi desde então, inclusive do próprio prefeito Roberto Góes, que através de um programa radiofônico e também por telefone, disse reconhecer minha luta e convidou-me para me juntar à equipe que vai retomar o Sistema de Bilhetagem Eletrônica para o poder público municipal, conforme a legislação preceitua.

Honra-me o convite e mais ainda, a nova oportunidade que terei de lutar pela implantação de um sistema que respeite o usuário, que satisfaça o cidadão e garanta ao contribuinte a utilização adequada de seus tributos. Tenho certeza que o prefeito Roberto Góes, ao retomar para a prefeitura a bilhetagem, garantirá um passe forte.

Alcilene Cavalcante em 14 de julho de 2010

Rua Cândido Mendes

Rua Cândido Mendes PB

Alcilene Cavalcante em 14 de julho de 2010

Nesse começo de campanha registrei o que pra mim, já foram os fatos mais negativos. Pra mim, quero dizer, em minha modesta, mas livre opinião.

- O montão de pedidos de impugnação, a maioria por bobagem.

- O pedido de impugnação do MPF a candidatura de Capi. Foi cassado injustamente. Mas perdeu o mandato. Ok. E agora querem que seja punido duas vezes? Capi é uma liderança popular. A maior do Amapá. Que deve estar sempre no processo democrático. E da deputada Janete Capiberibe, que perdeu o mandato, voltou a se eleger como a deputada vais votada (e fora da máquina e do poder) e faz um grande mandato parlamentar. É de chorar.

- A proibição do PSOL Nacional à aliança do PSOL-AP com o PTB no AP, sem analisar o quadro político local. A estreiteza e o sectarismo abrem mão da grande oportunidade de aumentar a bancada federal, com Clécio, que tinha grandes chances de se eleger nessa coligação. E não prioriza a possível eleição de um senador pelo Amapá, Randolfe Rodrigues, que tem uma intenção de voto crescente a olhos vistos.

- E, não sei quem teve a brilhante idéia na coligação PSB-PT de pedir impugnação da candidatura de Waldez Góes. Pule de 10 como não consegue, e se desgasta logo no início da batalha eleitoral. PDT soltou logo defendendo Waldez e atacando Capi. Waldez ainda vai pisar muito tomate nessa eleição. Repara o cara, Ô…

- O movimentado twitter virou praça de guerra de alguns candidatos, assessores e parentes de candidatos, contra jornalistas e formadores de opinião que estão no twitter. Ofensas, patrulhamento e falta de respeito. Perceberam que não estavam agradando, e devem ter sido orientados que estavam perdendo votos coligados, e parece, parece, que diminuíram.

Alcilene Cavalcante em 13 de julho de 2010

Veja no blog da jornalista Alcinéa Cavalcante, a farra que está de pedido de impugnações. Já tô com medo de não sobrar candidato pra gente votar.

E também: PSOL Nacional proíbe coligação do PSOL-AP com o PTB.

www.alcinea.com

Alcilene Cavalcante em 13 de julho de 2010

O Iapen deve estar pra cair em cima dos presos. Dos que não fugiram, é claro.

É tanto túnel lá embaixo. Como é que fica em pé?

Ontem mais de 30 presos fugiram por um túnel de 80 metros, e buiavam pelo mato lá no bairro Marabaixo.

Oremos

Alcilene Cavalcante em 13 de julho de 2010

Por

Paulo Sérgio Alves Bezerra
Mestre em Administração – UFRN
Especialista em Políticas Públicas – FGV

Ao assumir o poder, todo governante procura impor ao seu governo características que possibilitem ao cidadão comum perceber uma diferença entre a sua gestão e aquela do governante sucedido. Essa é, inclusive, uma necessidade político-eleitoral. No momento, o Amapá é um bom exemplo dessa constatação. Por isso que o governo atual declara que está de “cara nova”.

Este talvez seja um dos motivos pelo qual o atual governo lançou o Plano de Prioridades de Desenvolvimento Humano – PPDH. Com uma grande campanha publicitária, o governo estadual está informando que assinou esse Plano, que deverá dispor de um bilhão de reais para novos investimentos e que isso resultará em mais saúde, mais educação, mais segurança, mais estradas, etc.

Os conceitos adotados nesse Plano, como “desenvolvimento humano” e “objetivos de desenvolvimento do milênio” foram, originalmente, elaborados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD. Dessa forma, é salutar que o governo amapaense assuma os conceitos adotados pela Nações Unidas. Como amapaense, fico esperançoso de que tal plano seja, de fato, implementado e resulte em melhorias para a população.

A campanha publicitária informa que a implementação do Plano deve custar um bilhão de reais em novos investimentos. Legal. Mas, de onde virá esse montante de recursos? O governante não fabrica dinheiro nem tampouco faz milagre. Como é sabido por todos, os recursos públicos são escassos e as necessidades são infinitas.

O orçamento do Estado do Amapá é aproximadamente 2,4 bilhões de reais. É sabido que o governo estadual passa por graves dificuldades. A título de exemplo, cita-se algumas: Segundo o diretor do Sindicato das Industria da Construção Civil no Amapá – Sinduscon, em entrevista a rádio local, o Estado deve mais de 400 milhões aos empreiteiros; em outdoor recentemente exposto na cidade, constava a informação de que o Estado deve 260 milhões à Amprev; o Estado, por intermédio da CEA deve aproximadamente 1 bilhão de reais à Eletronorte. Inúmeros exemplos de menor materialidade podem ser listados. Isso compromete de forma irremediável o orçamento do Estado.

Ainda neste sentido, não existe nenhuma possibilidade de tais recursos virem de receitas próprias. Não há, a curto prazo, perspectiva econômica que permita antever que a arrecadação estadual alcançará tal valor.

De igual modo, esse volume de recursos não está disponível no Tesouro Nacional para ser repassado ao Amapá. Se tal montante existisse, seria motivo de luta cerrada entre os Estados, cabendo ao Amapá rara possibilidade de consegui-lo.

O Amapá é muito carente e esse 1 bilhão de reais poderia alavancar a infraestrutura local e possibilitar melhorias nos serviços públicos. Gostaria que fosse verdade e que esse dinheiro de fato existisse. Mas, ele é apenas uma peça para propaganda eleitoral. Infelizmente.

Alcilene Cavalcante em 13 de julho de 2010

Aos candidatos e assessores

Blog vai fazer uma coluna de links para os sites, blogs e twitter dos candidatos, para que os seus poucos( 2 mil por dia, 60 mil por mês), mas qualificados leitores, acessem pelo blog as mídias digitais dos candidatos.

Quem tiver interesse, pode mandar que a gente linka.

É grátis. Totalmente grátis.

Alcilene Cavalcante em 13 de julho de 2010

Falando nada sobre coisa alguma
O debate político estabelecido na Internet, se é possível chamar assim, está colocado em um nível tão primário e repetitivo que cansa.
Aliados da situação e oposição repetem o que vem sendo dito há muito tempo, e nem passam perto dos temas fundamentais para eleições de  governador, senadores, deputados federais e estaduais e federais.
Todos sabem que o ex-governador Capiberibe e a deputada Janete foram cassados por uma suposta compra de dois votos no valor de R$ 52, pagos em duas prestações de R$ 26. Já se sabe também que o ex- deputado Lucas Barreto foi nomeado pelo senador José Sarney para um cargo no Senado da República, ou ainda que   governador Pedro Paulo é um dos  responsáveis pela situação de quase falência em que o estado se encontra. Não se fala sobre o deputado Jorge Amanajás, blindado não se sabe o porque. Ninguém discute o valor dos repasses mensais para a Assembléia Legislativa e em que esse dinheiro todo é gasto. Fala-se muito no pequeno, no que já passou.
Enquanto os grupos se acusam, esquecem dos pontos principais de uma administração pública, como a saúde, a segurança, a educação, geração de emprego e renda, produção agrícola, transportes e tantos outros assuntos que dizem  respeito diretamente à vida das pessoas.
É lamentável que seja assim, porque no meio de  tantas pessoas que acompanham ou participam dessas discussões, tem  gente com idéias que podem ajudar o futuro governador, seja ele quem for, ou oferecer informações para que os eleitores tenham mais segurança na hora de votar. Sem isso, o quadro político medíocre e viciado que temos hoje se repetirá até quando uma sociedade bem educada promova a depuração. E não será discutindo bobagem que essa sociedade surgirá.

Alcilene Cavalcante em 12 de julho de 2010

Começou a campanha e já dá pra fazer um balanço das lideranças e candidatos em que seus partidos coligaram de um lado, e eles estão em outro.

A deputada Dalva é do PT, que está na coligação de Camilo Capiberibe, mas apóia Pedro Paulo (PP) para o governo e Waldez Góes (PDT), para o senado.

O prefeito Roberto Góes é do PDT, mas apóia Jorge Amanajás (PSDB) para o governo.

A presidente do PT, Nilza Amaral, não apóia os candidatos da coligação de seu partido. Ela apóia Pedro Paulo para o governo.

O deputado Jurandil Juarez é do PMDB, que coligou com o PSDB, de Jorge Amanajás, mas apóia Lucas Barreto(PTB) para o governo.

A prefeita de Serra do Navio, Francimar, é do PT, mas apóia Lucas Barreto (PTB) para o governo e Randolfe Rodrigues para o senado.

O deputado Eider Pena é do PDT, mas apóia Jorge Amanajás (PSDB) para o governo.

O deputado Isaac Alcolumbre é do DEM, que está coligado com PP, mas apóia Lucas Barrreto para o governo.

Quem sabe de mais algum, bota seu timbó aí na caixinha de comentários.

81

Alcilene Cavalcante em 12 de julho de 2010

Blog registra o aniversário de 81 anos do sr Antonio Pereira, proprietário da Sorveteria Santa Helena, a sorveteria mais antiga de Macapá, que fica na esquina mais doce do bairro do Trem.

Seu Antonio passa dos 80 nessa segunda-feira, dia 12, ao lado da família e amigos.

niver Antonio 16

Sorveteria Santa Helena

Sorveteria Santa Helena

Alcilene Cavalcante em 12 de julho de 2010

Juiz Marconi Pimenta não foi convocado pelo TRE para trabalhar nessa eleição.

Será que foi por que ele agitou demais na de 2008? Rommel Oliveira, outro bom de fiscalização, também não foi.

Alcilene Cavalcante em 11 de julho de 2010

Cupixi-Rostan

Foto: Rostan Martins

Alcilene Cavalcante em 11 de julho de 2010

O blog alerta: Os candidatos a cargos eletivos são protegidos pela legislação eleitoral.

Não será permitido na caixinha de comentários, ofensas e difamações por anônimos ou pseudônimos. Serão permitidas as críticas feitas em linguagem respeitosa e sem ferir a legislação.

O blog não pegará processo por você, baby, que gosta de criticar, mas não gosta de assumir. Bote a cara na janela!

Ok? Beleza então.

VamuJunto que o período é de bapho.

Alcilene Cavalcante em 11 de julho de 2010

A bagaça na Feira do Produtor

DESABAFO: é um perigo andar pela feira do produtor, entre carros caminhões e bancas de vendedores ambulantes. Parece transito indiano. Talvez as autoridades só tomem uma providencia quando o “PIOR”acontecer…que DEUS nos livre!!!Pois se depender da VONTADE POLÍTICA …(Otávio)

Rodoviária está um lixo

Acilene.  Fui levar minhas filhas na rodoviária que foram para Calçoene passar uns dias das férias com a avó. Deprimente. Aquele espaço público mais parecia uma lixeira. Passe lá e veja o desrespeito com o cidadão.( Gil Barbosa)

A obra no Canal
Venho falar um  pouco da minha revolta. Não só por mim, meus vizinhos e amigos que moram a décadas na rua Mendonça Jr, especificamente a margem do canal, estão se sentindo horrorizados com o descaso com as obras e o não esclarecimento quanto a essa paralisação. Destruíram o que ainda podíamos chamar de rua.

Lembro Alcilene, dos tempos de criança quando brincava na rua de pira esconde, bandeirinha e tantas outras, quando podíamos nos esconder subindo em arvores. Algum tempo atrás ainda podia ver os filhos de vizinhos fazendo o mesmo. Agora ao sentar na frente da minha casa só vejo nosso dinheiro(imposto) jogado fora ou melhor na conta bancaria de algum ou alguns políticos desse estado.

Fiquei indignada quando voltando do trabalho estavam derrubando nossas arvores. E triste veio a lembrança: as arvores plantadas por vizinhos derrubadas como um empilhados de pedras de dominó. Confesso que chorei. Peço que coloque fotos desse descaso e cutuque as autoridades para que essa obra tenha um fim. Peço por que nunca teve tanto rato e barata entrando nas casas, e ainda tem criança arriscando-se brincando ao redor e dividindo espaço com carros.
abraços
Dayse Souza

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