Alcilene Cavalcante em 24 de janeiro de 2010

Sesc completa 33 anos de implantação no Amapá e comemora promovendo educação.

Nessa segunda-feira, 25, às 8 horas, inaugura o Prédio da Escola SESC Antonio Oliveira Santos, que atende educação infantil e ensino fundamental.

O prédio da Escola fica na Rua Jovino Dinoá, 4311 – Beirol, ao lado do Centro de Atividades Araxá.

O blog agradece o convite para participar da inauguração.

Alcilene Cavalcante em 24 de janeiro de 2010

A Rádio Universitária FM, da Unifap já esta no ar em fase experimental. Sintonize 96.9 FM.
Iniciativa e articulação do Reitor José Carlos Tavares.

Alcilene Cavalcante em 22 de janeiro de 2010

Quem achou que o desfile das escolas de samba do carnaval de 2009 foi o pior da era sambódromo, aguarde o de 2010.

As notícias nos bastidores do carnaval e vinda das escolas de samba sinalizam um desfile perereca.

Então aproveite as prévias.

Programão pra hoje é circular pelos ensaios das baterias das escolas de samba.

Alcilene Cavalcante em 22 de janeiro de 2010

Adorei ver os estudantes na rua. Estudante tem que ser combativo mesmo e lutar por educação pública de qualidade.

Com o grito “Declare guerra a quem finge te amar”, do transgressor Cazuza, estudantes e representantes de movimentos que apóiam Waldez Góes, protestarem contra os deputados que aprovaram o corte na Lei Orçamentária.

Beleza.

Mas lembrei que os estudantes que protestam com razão contra o corte nas verbas da educação, fizeram cara de paisagem quando o deputado Moisés Souza, também governista, denunciou que desviaram 200 milhões da educação e quando pipocaram DVDs da corrupção no youtube e blogs com dirigentes da Seed e empresários entregando os esquemas.

Por isso coloco mais versos de Cazuza nas palavras de ordem.

“Declare guerra a quem finge te amar, a vida anda ruim na aldeia”.

Alcilene Cavalcante em 22 de janeiro de 2010

Foto harmonia2

Foto harmonia3

Colaboração de um talentoso leitor do blog

Alcilene Cavalcante em 22 de janeiro de 2010

Alice Gorda, eterna e saudosa Rainha Momo

AliceGorda-0727-1

Alcilene Cavalcante em 20 de janeiro de 2010

Efeito Borboleta.

Ruy Smith, deputado estadual(PSB).

Ruy

Governador Waldez está fulo da vida com os deputados, por causa das mudanças no orçamento para 2010; acha que foi despropósito o ato de transferir do executivo para os demais poderes um percentual adicional ao previsto em sua proposta. Espera da reduzida oposição na Assembléia a resistência ao fato, como se dois adversários pudessem mais que os vinte e dois amigos seus.

Lembro que a oposição sempre buscou, nos anos anteriores do governo Waldez, diminuir os percentuais orçamentários dos demais poderes, mantendo a maior fatia possível no executivo, e nunca contou com auxílio do próprio nessa luta. Nem uma palavra sequer foi balbuciada pelo governante em defesa do orçamento. Dizia ele que a harmonia entre os poderes era a mola mestra da paz e do bem estar social

Agora o governador reclama, como se a transferência orçamentária aprovada pela AL fosse o empecilho para que ele, no finzinho, cumprisse todas as promessas não resgatadas nos sete anos anteriores de gestão, quando teve todas as condições que quis: orçamento ao seu molde, Assembléia como parceira irrestrita e tudo o mais.

De 2003 a 2009, quando os orçamentos foram aprovados como mandou o governador, serviços públicos cruciais retrocederam: a CAESA está falida e o sistema de água em colapso; esgoto, não foi construído um metro sequer e somos o último da nação nesse indicador; a CEA teve acréscimo de 800% em sua dívida que ultrapassa a casa de R$ 1,0 bilhão, e não paga a Eletronorte desde o primeiro mês do atual governo; a gestão da educação é acusada de desviar milhões de Reais do erário, e a única atitude do governador foi mandar exonerar quem denunciou e brigar com quem divulgou.

A saúde não encontra precedente recente para o caos instalado. Aparelhos roubados, plantões graciosos, falta de atendimento e remédio está generalizado. O modo Waldez de fazer saúde é a “caravana da saúde”, incursões eleitorais feitas esporadicamente aos municípios do interior, como se o povo pudesse escolher data para adoecer. Os fatos mais marcantes nesse setor foram as operações policiais promovidas pela PF.

A política de habitação não existe; das 10 mil casas prometidas em 2002, pouco mais de 600 foram efetivamente entregues; nenhum novo loteamento urbano foi construído e a população ficou à mercê da especulação imobiliária; já é de mais de 31.600 unidades habitacionais o déficit no Amapá, medido pela FVG em 2008, com base no PNAD.

O que falar dos tão decantados “eixos estruturantes” do governo? Ou do “capitalismo sustentável” criado por Waldez? Aquele, um vazio discurso decorado; esse, uma baboseira da imprensa quase oficial.

Enfim, a própria FGV mediu, em 2008, o IDSE (índice de desenvolvimento sócio-econômico) criado com base em 33 indicadores sociais e econômicos para aferir o que o próprio nome contempla, e concluiu que o Amapá foi o único estado, nos últimos anos, que regrediu nesse contexto, em praticamente todos os indicadores, na contramão do orçamento público que progrediu sempre; o governo, como se fosse a FGV a administradora do estado, preferiu culpá-la a tentar corrigir os rumos baseado nos resultados da pesquisa.

O fato é que Waldez, mormente todas as condições políticas e orçamentárias favoráveis, não cumpriu o que prometeu: dias melhores ao povo do Amapá. Pouco pão e muito circo. Agora, quando a Casa limita sua atuação desastrosa, restringe os contratos administrativos e a criação de gerências de projetos, diminui de 40% para 2% o percentual orçamentário passível de mudanças sem autorização legislativa, acaba com a possibilidade de contrair empréstimos sem autorização em lei específica, aumenta a fiscalização sobre pagamento de precatórios e débitos de exercícios passados, estabelece desde o início o orçamento real dos demais poderes independente do humor do executivo para suportes adicionais, corta as despesas com propaganda e até as da residência oficial, o governador chia.

Á propósito, não deveria chiar, pois o orçamento encaminhado pelo governo é uma porcaria, do ponto de vista da contemplação da sociedade. A peça revela, na essência, as prioridades do governante e dos grupos políticos que o apóiam, e não a vontade dos técnicos lastreada na demanda pública. Apenas como exemplos, como pode a residência oficial ter o mesmo peso da Auditoria Geral (R$ 400 mil x R$ 463 mil) ou o recurso para construção de casas populares ser exatamente igual ao reservado a pesquisas de opinião pública (R$ 600 mil); a vice-governadoria ter orçamento equivalente ao da Defensoria Pública (R$ 568 mil x R$ 616 mil); a Agência de Pesca ter menos que a Rádio Difusora (R$ 675 mil x R$ 751 mil); a Ouvidoria Geral ser peça decorativa na Administração (R$ 231 mil) ou a Secretaria Extraordinária de Representação em Brasília ter igual tratamento orçamentário que a Secretaria Extraordinária de Políticas para as Mulheres (R$ 694 mil x R$ 700 mil) e, o pior, que todos os acima citados signifiquem menos da metade do orçamento para propaganda oficial (R$ 12,3 milhões) ?

Nem entro no mérito das aplicações mais que duvidosas dos recursos, dos desvios de medicamentos, do soro e da merenda superfaturados, das modestas obras de preços faraônicos, do roubo dos recursos dos artesãos, da falta de licitação nos gastos milionários das feiras, das obras abandonadas, dos recursos federais devolvidos, do PAC empacado, da falta de merenda nas escolas e da falta de escolas, e outras mazelas.

Na apreciação do veto do governador às mudanças feitas pela Assembléia, portanto, a oposição e aqueles que desejam mudanças radicais de rumos precisam identificar bem seus papeis. Nesse caso, penso eu, a emenda é melhor do que o soneto. Fazer a vontade do governador é garantir a instrumentalização do orçamento como carro-chefe da eleição de seu favorito, mantendo tudo como dantes no quartel de Abrantes. Não dá para exultar com o gol sofrido. Reclamar, depois, que a vitória eleitoral foi roubada ou que o Amapá e seu povo continuam regredindo é apenas declarar-se cúmplice.

Mas, poucas verdades são absolutas. É possível que Waldez esteja pensando no povo do Amapá, e não nos seus eleitores dispersos nas assessorias especiais, gerências e contratos administrativos, no rol de parentes que o auxiliam na administração, nos eventos sociais da residência e nas mesuras em palácio, na facilidade em mudar as metas de governo através da alteração desbragada do orçamento, nos pagamentos de débitos duvidosos da década passada, na campanha de senador e na vaga do TCE que está a ser preenchida esse ano.

Enfim, em cada cabeça uma sentença. A minha diz que não me cabe promover a governabilidade de uma administração temerária, para dizer o mínimo. Não sou tão crédulo a ponto de pensar que o melhor é deixar a faca e o queijo na mão de Waldez para que ele tenha condições de fazer em um ano o que não fez em sete. Essa lógica poderá fazer com que tenhamos mais do mesmo. A teoria do caos (nada a ver com desastres) diz que basta uma pequena mudança no início de qualquer evento para que o resultado seja o inesperado (leiam mais sobre efeito borboleta, ou vejam o filme). Isso é tudo que Waldez não quer, e é tudo o que a oposição espera. Sou oposição, duela a quem duela!

Alcilene Cavalcante em 20 de janeiro de 2010

Assembléia Legislativa não vai votar hoje, quinta-feira, os vetos ao orçamento feitos pelo Poder Executivo.

Ontem o governador WG reuniu com os chefes dos poderes e prometeu repassar as instituições o valor do orçamento executado no ano passado, ou seja, colocar no orçamento 2010 o que foi repassado como extra-orçamentário em 2009.

A proposta foi aceita. Menos pela AL.

Os deputados até topam diminuir um pouco, mas querem mais do que o governador WG propõe.

A maioria dos deputados permanece com a posição de derrubada do veto. Mas já tem deputado, que avalia que o trabalho de relatoria feito pela AL ao alterar a proposta orçamentária, foi muito ruim, e pode votar pela manutenção do veto do governador, mesmo tento votado a favor das alterações. Dizem que votaram sem ler, já que o voto do relator foi apresentado na hora da sessão e só havia uma cópia em plenário.

E assim vai….

Alcilene Cavalcante em 20 de janeiro de 2010

Alcinéa Cavalcante, jornalista

Cobrindo ou brincando. Sempre carnaval.

AlciNea1

Alcinea2-1

AlciNea3 Alcinea4

alcinea5

O Amapá era a última unidade da Federação Brasileira onde os Procuradores de Estado não eram concursados, como prevê a Constituição Federal. Aqui, todos eram cargos indicados pelo Governador. Em 2006, o Governo do Amapá realizou o primeiro concurso público para substituir os procuradores comissionados.  O processo seletivo coordenado pelo CESPE, empresa da Universidade de Brasília – uma das mais conceituadas do país,  aprovou 63 candidatos. Na época, a OAB questionou a validade da seleção alegando falhas no edital e logo, entrou com uma ação civil pública para impedir que os aprovados assumissem o cargo.

De acordo com o então presidente Washington Caldas, a ação está embasada com documentos assinados pelo ex-Procurador Geral do Estado, Ruben Bermenguy, que já havia sido exonerado do cargo cerca de um mês antes da data de publicação do edital. No entanto, a OAB Amapá foi condenada em litigância de má fé em duas ocasiões. O juiz Anselmo Gonçalves, entendeu que a OAB cometeu conduta indevida. Está foi a primeira vez que o órgão sofre uma punição deste tipo na história do país.

A OAB insistiu na batalha judicial encaminhando o processo para o Conselho da OAB Nacional, também com uma representação no Conselho Nacional de Justiça contra o juiz Anselmo Gonçalves pelo crime de prevaricação.

Com a mudança na presidência da OAB Amapá, uma das primeiras atitudes de Ulisses Träsel no cargo é a de desistir da ação civil pública. A nova diretoria reconhece a legalidade e a idoneidade do concurso de Procuradores do Estado. Este compromisso será firmado em uma audiência marcada para esta quinta-feira [21] , as 17:30, na sede da Justiça Federal.

Assessoria de Comunicação OAB/AP

Bianca Pitanga

Alcilene Cavalcante em 20 de janeiro de 2010

COSTURANDO A LIBERDADE

O projeto de Maracatu da Favela completa 5 anos

Maracatu da Favela comemora 5 anos de criação do projeto Costurando a Liberdade realizado em parceria com o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá. Para a execução do projeto será assinado um convênio entre as duas instituições, nesta quinta-feira (21), às 9h, na penitenciária feminina.

Costurando a Liberdade foi criado, em 2006, por Maracatu da Favela, na gestão do presidente Claudionor Soares que é delegado de polícia e conselheiro da escola. O nome do projeto está associado à sua finalidade que é de contratar as detentas para confeccionar fantasias para a verde e rosa, em contrapartida, além da remuneração pelo serviço, elas recebem o benefício da remissão, ou seja, redução da pena. Cada 3 dias trabalhados correspondem a menos um dia de reclusão.

Para o carnaval deste ano serão contratadas 12 internas que irão confeccionar as fantasias completas de 4 alas de Maracatu. O material a ser utilizado é de responsabilidade da escola que fará a entrega no ato da assinatura do convênio.

As beneficiárias do projeto solicitaram que este ano o contrato inclua uma nova cláusula, de 2h de apresentação da escola, com bateria e casal de mestre sala e porta bandeira, para todas as internas. Nos anos anteriores, Maracatu da Favela faz essa exibição no dia do recebimento das fantasias e as detentas querem garantir a continuidade da festa que encerra os trabalhos.

O convênio será assinado pelo presidente da verde rosa, Egídio Gonçalves e pelo cel. Walcyr Santos, diretor do Iapen/AP.

Gilvana Santos

Assessoria de Imprensa

Bateria Pororoca: novidades e apresentação da primeira maestrina do carnaval amapaense

A Bateria Pororoca de Boêmios do Laguinho está preparada para o Festival de Samba de Enredo e o desfile no sambódromo. Algumas novidades serão apresentadas pelos ritmistas que estão novamente sob o comando de Mestre Carlinhos Bababá, como o estrondo da pororoca e outras marcações nunca antes apresentadas. A bateria é formada por aproximadamente 200 ritmistas entre adultos, jovens e crianças que ensaiam de segunda a sexta-feira. A banda base, que irá participar do Festival ensaia separado.

Acompanhando a bateria uma equipe de intérpretes  liderados pelo diretor musical Jorginho do Cavaco também afina as vozes todas as noites. Macunaíma, o intérprete oficial, está acompanhado de nomes já conhecidos como Carlos Peru e Tiago e de novatos no carnaval, a exemplo de Clóvis,  Luiz Eduardo, Emanoel Rodrigues e Leila Andrade. Os iniciantes já têm experiência cantando na noite amapaense e puxando samba de empolgação nos blocos.

Além das novidades na bateria e na equipe de intérpretes, Boêmios do Laguinho inova também nos mestres que acompanham Carlinhos Bababá. Mestres Nena Silva, Vank e Pelé terão oficialmente a companhia de Loizlene Picanço, a primeira maestrina do carnaval amapaense. Com apenas 13  anos, a filha de Carlinhos Bababá segue o tradição familiar e também dá o comando na frente da Pororoca.

Completam a bateria os experientes Beto Sete Cordas, no violão nos cavaquinhos Divino, Tiago Simões e Marcelo. Toda sexta-feira acontece o grande ensaio com a participação da rainha da bateria Nega Vânia, o primeiro e segunda casal de mestre-sala e porta-bandeira e os casais mirins. Ainda neste dia, após o ensaio, tem o Samba Laguinho com  a participação de Jorginho do Cavaco e grupo Sensação do Samba, com muito pagode e samba de raiz.

Mariléia Maciel

Assessora de Comunicação-AUSBL

Alcilene Cavalcante em 18 de janeiro de 2010

Por Camilo Capiberibe, Deputado estadual do PSB-Amapá

Camilo_comissao

Não é por concordar com a gestão administrativa ou política adotada pelo governador Waldez Góes que votarei pela manutenção do veto às modificações impostas pela Assembléia Legislativa à Lei Orçamentária Anual. Não precisaria escrever isso pois é de conhecimento público que sou o deputado que mais faz oposição ao governo do PDT. Mas registro: faço oposição com responsabilidade.

É preciso esclarecer no entanto, para que não restem dúvidas, que as modificações promovidas pela AL, apesar de equivocadas, não “inviabilizam” a gestão do estado em 2010 como se divulga nesses dias. Isso não é verdade e faz parte de uma campanha publicitária para pressionar o Poder Legislativo. E, apesar de ser um deputado de oposição votarei à favor da manutenção do veto e acredito que essa é a medida certa a tomar neste momento.

Durante o governo do PSB e com o apoio dos deputados do PDT a oposição aplicou essa estratégia de tentar inviabilizar política e administrativamente o governo. Felizmente a tentativa foi vã mas as conseqüências políticas decorrentes desta disputa tem sido administradas por nós socialistas até o dia de hoje.

Quando a oposição, então comandada pelo PDT, patrocinou golpes no orçamento do estado para auferir ganhos políticos levando a disputa, também política, para a arena orçamentária, vivemos impasses dolorosos. Sob esta perspectiva o grupo do atual governador, e ele próprio por cômoda e conveniente omissão, estão colhendo o que plantaram num passado recente.

No entanto é importante salientar que em política é preciso sempre avançar, evoluir. Rancor e ódio são elementos que não podem orientar decisões políticas de representantes responsáveis. Se o governador Waldez briga para defender o orçamento público ele o faz pelas mesmas razões que o PSB lá atrás brigou: é por ser justa essa luta.

O que move o governador Waldez a vetar as modificações à LOA é a compreensão de que o que está em jogo é sua autoridade política e seu direito de governar o Amapá até o final do ano de 2010, seja pessoalmente ou através do vice-governador Pedro Paulo Dias de Carvalho. Esse direito não decorre da pessoa do governador mas do voto popular que elegeu a chapa Waldez/Pedro Paulo para governar até o último dia do ano de 2010.

O que está em jogo então é o direito consagrado pelas urnas ao chefe do poder executivo de implantar as políticas públicas a que se comprometeu durante a eleição. Waldez Góes luta pelo direito de governar e por essa mesma razão o PSB lutou e muito num passado recente. Por coerência não poderíamos defender algo diferente para o atual chefe do poder executivo fosse ele quem fosse.

Alcilene Cavalcante em 18 de janeiro de 2010

Carnaval de Salão. Década de 60.

Carnaval-17-1

Reconhece alguém ou o local? Conta aí.

Ou conta uma história do movimentado carnaval de salão de antigamente em Macapá.

Alcilene Cavalcante em 18 de janeiro de 2010

A Diretoria da Comissão de Evolução e Harmonia da Associação Recreativa e Cultural Escola de Samba Piratas da Batucada, convoca todos os seus componentes para a segunda reunião com vistas a participação da Escola no carnaval 2010.

Data: 19 de Janeiro de 2010 (Terça-feira)

Horário: 19:00 horas

Local: Sede da Associação dos Vigienses Radicados no Amapá, situada a Avenida: Pedro Baião esquina com a Rua Odilardo Silva

A Direção informa que é imprescindível o comparecimento de todos, e que os faltosos serão substituídos por novos integrantes.

Ensaios

Os Ensaios estão acontecendo de 2ª a 6ª Feira, ás 20:00h na Quadra da Escola Municipal Professora Guita (Estádio Glicério Marques).Toda sexta-feira após o Ensaio acontece o Pagodão do Piratão

Ateliê

O Ateliê das Fantasias está funcionando na quadra da Escola Municipal Hildemar Maia, na Avenida Cônego Domingos Maltez, entre as Ruas General Rondon e Eliezer Levy – TREM.

Barracão

O Barracão de Alegorias está funcionando no Ginásio de Esportes do Bairro Santa Inês, na Av: Beira Rio (Orla).

Pode mandar

O blog está aberto para divulgar informações de todas as escolas de samba, blocos carnavalescos e para a Liga das Escolas de Samba.

Assessores de comunicação e dirigentes podem enviar informações no e-mail do blog.

Alcilene Cavalcante em 17 de janeiro de 2010

O post “Essa é Forte”, contando que o governador Waldez Góes convidou o prefeito Roberto também Góes para ser o candidato a governador pelo PDT, bombou no blog.

Foram mais de 100 comentários. Contras e a favor.

Alcilene Cavalcante em 17 de janeiro de 2010

Bem feito

Prefeito Roberto Góes acabou com a leseira da Liga das Escolas de Samba. RG arrombou a festa em relação à escolha de novo Rei Momo que seria na sexta-feira.

Tá certo o prefeito. O Rei Momo é do carnaval e não da Liga e nem das escolas de samba.

Nhac-Nhac

Foi montada uma cozinha onde funciona a Liga das Escolas de Samba: embaixo do palco do Sambódromo. Foram comprados geladeira, freezer, fogão, e outros apetrechos de cozinha. Também foi contratada mão de obra pra fazer a comida lá mesmo, embaixo do palco do sambódromo.

Um diretor de escola de samba, que me contou esse babado, estranhou a liga estar imobilizando recursos em material permanente que não são da atividade fim da Liga, além de ter que fazer todo dia essas comprinhas que são chatas pra fazer prestação de contas, como cheiro-verde, colorau, carne, couve, etc…, quando é muito mais BARATO, comprar quentinhas nos inúmeros restaurantes a kilo que existem na cidade.

Um contrato com restaurante para fornecer quentinhas, também fica muito mais prático pra fazer a prestação de contas, né não?

Vá entender…

Alcilene Cavalcante em 17 de janeiro de 2010

Claudionor, de Maracatu da Favela e Alcione Cavalcante, de Piratas da Batucada.

Claudionor-AlcioneCarnaval 2006 040

Alcilene Cavalcante em 17 de janeiro de 2010

Falta energia de norte a sul do estado.

Não tem energia no Oiapoque e nem em Laranjal e Vitória do Jari. Racionamento é a treva.

Alcilene Cavalcante em 17 de janeiro de 2010

Podendo

Deputado Edinho Duarte está sendo homenageado por três blocos de carnaval este ano: O Urubuzada, o Habeas Copus e o Pica-pau.

Não. Edinho pra Rei Momo, logo.

Bloco Mãe Luzia faz 1ª Feijoada do Lino

O bloco carnavalesco Filhos da Mãe Luzia faz o seu primeiro evento de carnaval neste domingo, 17, com a 1ª Feijoada do Lino, uma homenagem ao fundador do bloco e menestrel da Nação Negra, Francisco Lino. A reunião de sambistas e carnavalescos, como o evento está sendo denominado, começa às 11:00h com muito samba e segue a tarde com apresentação da bateria de Boêmios do Laguinho e Jorginho do Cavaco. O evento é na av. Mãe Luzia, entre General Rondon e José Serafim, no Laguinho.

Para brincar nessa avenida da folia, a diretora do bloco, Joca da Silva, está comercializando camisetas/convite ao preço de R$ 10,00, que dá direito a feijoada preparada por Francisco Lino. “Nossos amigos que já provaram a feijoada do papai, sempre nos cobraram um evento desse tipo e este ano resolvemos colocar o tempero do Lino para apreciação dos brincantes do bloco”, disse Joca, filha de Lino e bisneta da mais famosa parteira de Macapá, Luzia Francisca da Silva, a “Mãe Luzia”. As camisetas estão sendo vendidas na casa do “Seu Lino”.

Alcilene Cavalcante em 17 de janeiro de 2010

Um bom dia pra visitar o Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva.

O Museu funciona de terça-feira a domingo de 09:00 às 17:00 hrs.

Página 6 de 38« First...«234567891011»2030...Last »