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Repiquete no Meio do Mundo

Um blog feito na esquina do Rio Amazonas com a Linha do Equador, no Amapá.

Minha opinião sobre o episódio envolvendo o vereador Aldrin

Alcilene Cavalcante em 06 de agosto de 2009

Renivaldo Costa – Jornalista

Não sou policial militar, nunca pensei em ser nem tenho procuração para falar em nome da corporação, mas não posso me calar diante do episódio envolvendo o vereador Aldrin e das declarações dadas por ele na Câmara de Macapá, classificando os PMs de “vadios”. Minha primeira missão como jornalista foi justamente cobrir a área policial há cerca de 15 anos. Depois, em 1996, participei da equipe que iniciou o programa Meio-dia, sob a liderança do jornalista Olimpio Guarany. No programa, tínhamos um espaço para notícias policiais, onde – aos poucos – comecei a perceber que o trabalho da polícia é um dos mais importante e menos valorizados. Há cerca de cinco anos, apresentei na Band o programa Macapá Urgente. Tratava-se de um programa com enfoque para a atuação da polícia. Tanto o Macapá Urgente quanto outros de mesma linha editorial possibilitaram ao cidadão amapaense ver de perto o trabalho na polícia na madrugada, combatendo a violência, a criminalidade e o tráfico de drogas. Um trabalho que não é fácil e que nunca seria desempenhado por “vadios”. O vereador Aldrim, por seu turno, é um parlamentar despreparado, notívago, e claramente cooptado por donos de boates. Longe de deblaterar (palavra em moda no Congresso), meu interesse com este depoimento é reafirmar minha posição: quem realmente está comprometido com a redução da violência, defendeu o veto ao projeto de Luizinho. Renivaldo Costa Jornalista Registro 018/04 DRT/AP

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Veto Mantido e tomatada

Alcilene Cavalcante em 05 de agosto de 2009

Sociedade Civil se organizou, os vereadores ouviram a voz das ruas e mantiveram o veto do prefeito Roberto Góes ao projeto que ampliava o horário de fechamento de boates e danceterias para as cinco da matina.

Num gesto de grandeza, o autor do projeto, vereador Luizinho, do PT, também votou pela manutenção do projeto, mas quer uma audiência pública para debater o horário de fechamento de botecos, postos e lojas de conveniência que vendem bebidas, e também abertura de lojas do comércio no domingo. Aí, penso que misturou alho com bugalhos.

Mal na Tropa

O vereador Aldrin(PDT), se destemperou por que sempre foi a favor da ampliação do horário,  atacou o vereador Cléico Luis(PSOL) que sempre se colocou contra, e ofendeu a Polícia Militar, chamando os PMs de vadios e dizendo que os policiais não queriam era trabalhar. Foi vaiado pela população que estava na galeria.

O vereador parece que não sabe, mas os PMs não vão embora pra casa quando as boates fecham, eles trabalham até terminar seus turnos.

O comandante da Policia Militar, coronel Gastão Calandrini, respondeu à altura em entrevista ao jornal do SBT. Elegante e preparado, Calandrini disse que respeita as instituições e a Câmara de Vereadores como um todo, mas que repudiava a manifestação do vereador Aldrim, que revelava desconhecimento em relação a instituição Polícia Militar

Em defesa da tropa, o Coronel Calandrine disse ao blog, que como comandante da corporação falava em nome dos oficiais e praças, lamentando a fala de Aldrim contra a instituição que zela pela ordem pública e que tem o reconhecimento da sociedade.

Calandrine

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Presta Atenção

Alcilene Cavalcante em 05 de agosto de 2009

Jorge Amanajás faz balanço das viagens ao interior

No primeiro discurso após o retorno do recesso parlamentar, o deputado estadual Jorge Amanajás (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do Amapá, fez um ligeiro balanço das viagens que fez ao interior do estado durante o período do recesso.

Para detalhar melhor o assunto, o deputado dará uma coletiva esta terça-feira, 04, à imprensa amapaense. A entrevista está marcada para às 9 horas na Assembleia Legislativa, Sala da Interlegis.

A viagem foi a forma que o presidente da AL encontrou para conhecer de perto a realidade vivida pela população dos outros municípios. Amapá, Oiapoque, Calçoene, Mazagão, Tartarugalzinho, Pracuúba foram alguns dos municípios visitados.

Escola caindo

No discurso que fez da Tribuna da Casa, Jorge Amanajás fez referência ao vereador de Oiapoque, Elton Karipuna (PV) e a seu pai, Mário Karipuna, para falar da situação que vivem hoje as populações indígenas do Amapá.

Na aldeia Kumarumã, por exemplo, o presidente da AL disse que constatou uma situação inerente a praticamente toda população que habita em comunidades isoladas do interior amapaense.

“A estrutura física da escola da aldeia está toda comprometida e corre o risco de desabar. Lá tem que se construir uma outra escola. Por isso irei procurar o governador e o secretário da infra-estrutura para tratar do assunto. E de forma mais urgente, estamos apresentando na Assembleia um Requerimento solicitando a reconstrução do estabelecimento”, disse.

Na UTI

Mas um problema encontrado em todos os municípios por onde passou foi a deficiência no prestação dos serviços de saúde. Assim como na capital, no interior a falta de um atendimento adequado é também a principal reclamação.

“Essa é uma questão que tem que ser olhada com mais carinho pelos gestores públicos. Por onde passamos a população nos cobrou o melhoramento na prestação desse serviço. E nós como representantes dessa população, temos que estar atentos a essa demanda”, afirmou.

Em aparte ao pronunciamento do presidente da AL, o deputado estadual Dalto Martins, que acompanhou Jorge Amanajás em algumas visitas, disse que o que foi constatado é que a saúde no Amapá está doente, na UTI. E adiantou que não estava fazendo uma crítica a Sesa (Secretaria de Saúde), mas sim, relatando uma constatação.

Isolamento

Jorge Amanajás também mencionou o isolamento que vivem os moradores dos assentamentos por causa das péssimas condições das estradas vicinais, um problema que prejudica o escoamento da produção até a capital.

“Além dessa questão das estradas, os colonos vivenciam um outro problema que é a falta de assistência técnica. Preocupado com essa situação, já estamos agendando reuniões com o Incra, Rurap e a Secretaria de Desenvolvimento Rural para tratar sobre o assunto”, informou.

Essa questão para Jorge Amanajás, é primordial para que o estado possa acelerar o seu desenvolvimento. Mas ele defende que é preciso incentivar as potencialidades locais. Como exemplo, ele citou o caso de Calçoene, onde o forte é o setor pesqueiro,mas esbarra na produção incipiente de gelo para estocar a produção.

BR

Com relação a BR 156, no trecho norte que vai até Oiapoque, o presidente da Assembleia afirmou que não há tanto dificuldade de tráfego, por causa do asfaltamento que já está bem adiantado. O problema maior diz respeito ao trecho que liga a capital à região do Vale do Jari.

“Temos que cobrar diariamente o asfaltamento desse trecho. Temos que nos mobilizar a fim de cobrar da bancada federal, em Brasília, um maior empenho para solucionar esse impasse”, frisou.

Apoio

A iniciativa do deputado Jorge Amanajás, de sacrificar o seu recesso parlamentar, para conhecer de perto a realidade do interior amapaense, foi parabenizada por todos os parlamentares que solicitaram aparte. Até a oposição, representada pelo deputado Camilo Capiberibe (PSB) elogiou a iniciativa do parlamentar.

O deputado Dalto Martins chegou a sugerir a criação de uma frente parlamentar para sair em defesa dos municípios que enfrentam dificuldades por causa da redução no repasse do FPM (Fundo de Participação do Município).

Asessor (a): Joel Elias

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Repiquete Social

Alcilene Cavalcante em 05 de agosto de 2009

Blog registra com atraso, mas registra, os 70 anos da professora Elza Lima, celebrados no último dia 2.

De linda e atuante história na educação do Amapá, a professora Elza, nasceu nas fazendas do belo Aporema.

Novinha ingressou no serviço público, mas foi demitida em 64 por ocasião do golpe militar. Foi readmitida e depois novamente demitida e presa em 1966, pelo governador General Luis Mendes. Voltou ao serviço público pelas mãos do duro, mas justo, Ivanhoé Martins.

Lecionou e dirigiu vários colégios no estado, participando da formação de várias gerações. E foi quem organizou e primeiro coordenou o NEI- Núcleo de Educação Indígena, do Amapá.

Repiquete rende-lhe homenagens, professora.

Professora Elza com o filho Raul Tabajara e a neta

Professora Elza com o filho Raul Tabajara e a neta

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Simon diz que teve medo do olhar de Collor

Alcilene Cavalcante em 04 de agosto de 2009

 

De Maria Lima, de O Globo:

Um dia depois de enfrentar a ira da dupla Renan Calheiros (PMDB-AL) e Fernando Collor (PTB-AL) no plenário, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) confessou nesta terça-feira que teve medo do olhar transtornado do ex-presidente da República, que durante as quase duas horas de embate, ficou logo abaixo da tribuna olhando diretamente em sua direção, com o semblante muito crispado.

Ele disse que em vários momentos lhe passou na memória a cena da tragédia que abalou Brasília na década de 60, quando o pai de Collor, o então senador Arnon de Mello, assassinou, com um tiro no peito, o senador acreano José Kairala, em plena tribuna.

Segundo os registros da época, o senador alagoano disparou três tiros contra seu inimigo político, o senador Silvestre Péricles, a 5 metros de distância.

Errou todos, mas atingiu sem querer Kairala, suplente que estava em seu último dia de mandato. Apesar do flagrante, a imunidade de Arnon de Mello o livrou de qualquer punição.

– É incrível! Me veio a imagem do pai dele, que atirou e matou o senador Kairala. Foi assustador, saia fogo dos olhos do senador Fernando Collor ali logo embaixo de mim. E eu não falei nada de mais dele, quando vi ele entrou correndo, completamente transtornado ! – lembrou Simon.

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De lá, De lá

Alcilene Cavalcante em 04 de agosto de 2009

Caras

De Collor

Povo do meu coração!!

Vocês viram a cara de doido do Collor de Melo atacando o Pedro Simom para defender Sarney? Elle voltou…

É a Treva

Foto: Folha de São Paulo

Foto: Folha de São Paulo

De Bonner

E a cara do tudodebom.com.br, Willian Bonner, chamando Renan e Collor de defensores de Sarney. Com um cinismo de canto de boca, competentíssimo.

Brincadeirinha do Dia

“Todo o Brasil é testemunha de minha tolerância e minha posição a respeito da liberdade de imprensa, nunca tendo processado jornalista algum”.

Sarney, que não se lembra do Amapá.

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Da leitora do blog

Alcilene Cavalcante em 04 de agosto de 2009

Cara Alcilene,

Sabendo que seu Blog é lido por muitas pessoas e principalmente por várias autoridades gostaria de repassar uma situação. Moro na Rua professor Tostes, entre a Ataide Teive e Pedro Baião, próximo ao Senac e também próximo a Escola Estadual Dom Aristides Pirovano.

A história é a seguinte: Um cidadão resolver construir um motel na nossa rua, até ai nenhum problema, não fosse o fato dessa pessoa ter pintado na parede do Motel figuras de apelos sexuais.

Qual o órgão que a gente pode acionar para denunciar? Na frente deste motel passam diariamente crianças e adolescentes que vão estudar nas escolas próximas.

Janaina Lima

Blog dá publicidade ao fato para autoridades competentes atuarem.

motel

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Das Assessorias

Alcilene Cavalcante em 04 de agosto de 2009

Ministério Público pede suspensão do aumento nos subsídios de prefeito, vereadores e secretários de Santana.

tiago

A Ação Civil Pública foi movida pelo Promotor de Justiça substituto, Tiago Diniz, da Promotoria do Patrimônio Público de Santana.

As normas municipais aumentaram os subsídios do prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores para valores superiores ao estabelecido pelo ordenamento jurídico.

A partir de janeiro deste ano, os subsídios do prefeito de Santana passaram a ser de R$ 18 mil, o do vice-prefeito de R$ 13.500, dos secretários de R$ 8 mil, e dos vereadores de R$ 4.800. O presidente e o secretário da Câmara passaram a receber R$ 9.600 e R$ 7.200, respectivamente.(Ascom-MP)

PMM anuncia incentivos para os plantões médicos nas unidades de saúde

A Prefeitura de Macapá aceitou proposta apresentada pela Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) e concedeu reajuste no valor pago pelos plantões médicos das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) – 24 horas e Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Na avaliação do prefeito, a medida faz parte de decisões administrativas voltadas a atrair mais médicos para trabalhar no município e melhorar a qualidade dos serviços à população.

(ASCOM-PMM)

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Dircurso da Deputada Janete Capiberibe, hoje, 03, na Câmara dos Deputados

Alcilene Cavalcante em 03 de agosto de 2009

O SR. PRESIDENTE (Luiz Couto) – Com a palavra a Deputada Janete Capiberibe. V.Exa. dispõe de 5 minutos.
A SRA. JANETE CAPIBERIBE (Bloco/PSB-AP. Sem revisão da oradora.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, o Brasil vive um momento crucial para a democracia e o futuro do País. O uso privado do Poder Público, a manipulação dos cargos e dos poderes, o nepotismo, o desmando e a corrupção revelam-se e são repudiados.
Desacostumado à democracia, surgem as práticas ditatoriais com as quais José Sarney fez sua vida pública e o patrimônio da família.
A censura ao jornal O Estado de S. Paulo revelou o vestal, para quem a transição serviu para continuar usufruindo das benesses do poder. Aparece ao Brasil a face do Sarney que o Maranhão e o Amapá conhecem muito bem.
No Maranhão, dominam quase todos os veículos de comunicação. Um e outro, como o Jornal Pequeno, ousam lhe fazer oposição. No Amapá, a benemerência vem em troca de favores ou pela força, negando o debate democrático a toda população.

Nas eleições de 2006 e 2008, uma saraivada de processos judiciais calou jornalistas, rádios, sites e blogs. Com aliados no Judiciário, ameaçou quem não pactua com sua falácia.
Pela lei da mordaça, Sarney arrancou mais um mandato de Senador pelo Amapá, que diz representar. Não pelo Maranhão, como o coronel confunde até o Presidente Lula.
Para Sarney, vale tudo para manter-se no poder. Por meio dos apadrinhados, manipula as instituições para atingir seus objetivos e usa do poder para colocar aliados em postos chaves. Em lugares estratégicos, os aliados lhe são úteis, dando a impressão de que Sarney age dentro de normas republicanas.
Usa-se disso, por exemplo, para conseguir concessões de rádio e TV, no Maranhão, diretamente, no Amapá, através de aliados. Assim, manipulam todas as informações.
Sarney exibiu seu poder ao cassar o meu mandato de Deputada Federal e o do meu marido, o Senador João Capiberibe. O processo, e provas forjadas, teve efeito por uma decisão inconclusa, até hoje, porque não foram julgados os embargos declaratórios que desmontam a falácia com a qual foram tirados nossos mandatos legítimos.
No lugar do Senador do PSB, Sarney plantou um aliado, Gilvam Borges, seu parceiro nos canais de rádio e TV, que poderá lhe retribuir o mandato adquirido no tapetão com seu voto agora no Conselho de Ética do Senado.
Da mesma forma, Sarney fez chacota da democracia e dos votos maranhenses, usando aliados no Judiciário para cassar o governador eleito Jackson Lago e pôr, no seu lugar, a candidata derrotada. Sem coincidência, sua filha, Roseana Sarney.
Tenho denunciado os desvios de recursos do aeroporto de Macapá, obra que nunca termina. Os grampos nos quais o braço financeiro do PMDB de Sarney, Zuleido Veras, indica que não faltará dinheiro por ser uma obra do Sarney não foram, à época, para uma investigação. Mas, agora, a Polícia Federal se mobiliza para investigar esta relação, como já provou o conluio entre Zuleido e Sarney em outras obras.
No Amapá, sua cartilha, adotada servilmente por boa parte de políticos, está levando o povo ao empobrecimento e à miséria. Pela Fundação Getúlio Vargas, os indicadores socioeconômicos do Amapá só pioram.
A relação é direta: quando Sarney e o seu grupo político se fortalecem, a terra fica arrasada e a população muito pobre.

Concluo, Sr. Presidente. Em 1971 eu e o Senador Capiberibe e minha filha Artionka saímos do País ameaçados pela ditadura, da qual Sarney fazia parte. Não abandonamos nossa militância nem nossas ideias de justiça e democracia.
Hoje o verdadeiro Sarney aparece ao País. Sua camuflagem, que lhe permitiu conviver com qualquer tipo de regime, inclusive com a pior ditadura, cai por terra. Sua máscara de democrata, construída cuidadosamente, foi substituída pela face verdadeira de ditador.
A ainda frágil democracia enfrenta o fantasma da ditadura que mutilou a vida de milhões de brasileiros. Não é possível pensar em nenhum passo atrás nem em qualquer resquício de atraso que possa violentar o povo brasileiro.
Fora Sarney, viva a democracia, viva o povo do Amapá, viva o povo do Maranhão!
Peço a V.Exa., Sr. Presidente, a divulgação do meu discurso nos órgãos de comunicação desta Casa.
Obrigada.

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Bafão

Alcilene Cavalcante em 02 de agosto de 2009

O governo do estado do Amapá está descontando nos contracheques de servidores os empréstimos consignados e não está repassando aos credores.

Também estaria descontando pagamentos de planos de saúde e não repassando.

Isso vem causando transtornos de toda a ordem aos servidores, que pagam a dívida, mas ficam na lista de inadimplentes.

Caso de B.O, pessoal!

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Caminhada pela Paz Foi Linda

Alcilene Cavalcante em 02 de agosto de 2009

Lideranças, igrejas, policiais e sociedade civil organizada, caminharam no sábado pela paz e contra a ampliação do horário de fechamento de boates e danceterias.

A Câmara de Vereadores de Macapá aprecia essa semana o veto do prefeito Roberto Góes ao projeto que amplia o horário. Olho neles.

Os vereadores Clécio Luiz, Cristina Almeida e Grilo estavam na caminhada.

Leia e veja imagens da caminhada no blog do Juiz Marconi Pimenta.

Link ao lado

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Livro de contos do amapaense Ray Cunha revela podridão de Brasília

Alcilene Cavalcante em 02 de agosto de 2009

O casulo exposto (LGE Editora, Brasília, 2008, 153 páginas, R$ 28), de Ray Cunha, enfeixa 17 histórias curtas ambientadas no submundo de Brasília, inclusive o submundo político. Ray Cunha trabalha desde 1987 como jornalista em Brasília, cobrindo amplamente a cidade e o Congresso Nacional. “Seus romances e contos são, geralmente, ambientados na Amazônia, mas, como o escritor acaba envolvido ao meio onde vive, surgiu, assim, O casulo exposto”. Em Brasília, o livro pode ser encontrado nas redes de livrarias Leitura, Saraiva e Cultura.

O autor

Ray

Ray Cunha nasceu em Macapá, capital do estado do Amapá, cidade facilmente localizável no mapa-múndi, situada que é na confluência da Linha Imaginária do Equador com o maior rio do planeta, o Amazonas. Estreou na literatura em 1972, com o livro coletivo de poemas Xarda Misturada (edição dos autores, Macapá), juntamente com o poeta e contista José Edson dos Santos (Joy Edson) e José Montoril. Em 1982, a União Brasileira de Escritores, seção de Manaus, publicou Sob o céu nas nuvens, poemas.

Em 1990, Ray Cunha estreia na ficção, com A grande farra (edição do autor, contos, Brasília). Em 1996, a Editora Cejup, de Belém do Pará, publica o conto A caça e o romance O lugar errado. Em 2000, publica Trópico Úmido – Três contos amazônicos (Brasília, edição do autor) e, em 2005, a Editora Cejup volta a publicar um romance do escritor, A Casa Amarela.

Paralelamente à carreira de escritor, em 1975, Ray Cunha estreia no jornalismo como repórter policial do Jornal do Commercio de Manaus. Na Amazônia, trabalhou ainda, entre outros jornais, em A Crítica, de Manaus; Gazeta do Acre, de Rio Branco; e O Liberal e Diário do Pará, de Belém. Em Brasília, foi repórter, redator e editor de jornais como o Correio Braziliense e Jornal de Brasília. É editor do portal Conexão CPLP (www.conexaocplp.com.br).

Contato com o autor

[email protected]

(55-61) 9621-6425

Contato com o editor

LGE Editora: www.lgeeditora.com.br

Editor: Antonio Carlos Navarro

[email protected]

(55-61) 3362-0008

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Aulas e Artigo

Alcilene Cavalcante em 02 de agosto de 2009

Adiamento de aulas

Algumas escolas particulares de Macapá adiaram o reinicio das aulas por conta da gripe suína. É para dar tempo – se por acaso algum aluno ter voltado das férias com vírus, de os sintomas aparecem antes dos alunos estarem em sala de aula.

Achei a decisão acertada.

Leia em artigos, link na linha de cima do blog

REFORMA DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL EM CURSO FAZ DO BRASIL UMA “NOVA CHINA

De autoria de Kenzo Jucá especialista em Desenvolvimento Sustentável e Direito Ambiental (UNB)/ assessor da Liderança da bancada do PSOL na Câmara dos Deputados.

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