Publicidade

Repiquete no Meio do Mundo

Um blog feito na esquina do Rio Amazonas com a Linha do Equador, no Amapá.

Quem souber responde aí

Alcilene Cavalcante em 23 de agosto de 2009

O DNIT, do Ministério dos Transportes, não quer  com o Governo do Estado as obras de pavimentação do trecho Sul, da BR-156.

Foi o que disse o Diretor do DNIT, Luiz Antônio Pagot, na cara dos deputados federais e do secretário de Transporte do Amapá, Rodolfo Torres, em Brasília.

Por que será? Quem souber responde aí.

6 comentários »

Projeto Pixinguinha: Patrícia Bastos, Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes lançam CDs em Macapá e Ferreira Gomes

Alcilene Cavalcante em 23 de agosto de 2009

Projeto Pixinguinha: Patrícia Bastos, Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes lançam CDs em Macapá e Ferreira Gomes

Patrícia Bastos, Joãozinho Gomes e Enrico Di Miceli  lançam  CDs na  quinta-feira, 3 de setembro. Eles abrem o mês cantando novas canções no Teatro  das Bacabeiras através do Projeto Pixinguinha, da Fundação Nacional das Artes ( Funarte), que inaugura o novo formato. A partir deste ano os artistas recebem o incentivo financeiro para produzir suas obras durante seis meses e após esse período devem apresentar o trabalho para o público em três shows, um na capital e dois no interior.

Mesmo sendo um dos maiores projetos de incentivo à cultura do país, do Amapá apenas seis artistas concorreram ao patrocínio de R$ 90mil, para cada projeto. O edital anuncia que o artista contemplado tem que gravar um CD com tiragem de 1.000 cópias, sendo que 200 devem ser enviadas para a Funarte. Patrícia Bastos vai lançar o CD “Eu Sou Caboca” e  Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes mostram o resultado do trabalho em equipe no “Amazônica Elegância”. As composições que estão nos dois    CDs têm como características o regionalismo amazônico e têm a participação de parceiros de vários lugares do país: Rafael Autério e Celson Viáfora, de São Paulo, o poeta amazonense Thiago de Melo,  o paraense Nilson Chaves e  Zeca Baleiro.

A música que nomeia o disco de Patrícia Bastos ganhou novos arranjos e o que era um sambinha virou um gostoso marabaixo. “Eu Sou Caboca” vai levar em 14 faixas para todo o Brasil os ritmos amazônicos, como lundu, carimbo, batuque e marabaixo. Patrícia regravou também a composição Natureza, da sambista Leci Brandão e Rosinha de Valença. Amazônica Elegância é o fruto puro da união do poeta Joãozinho Gomes e do músico Enrico Di Miceli. A base do trabalho são os ritmos do marabaixo e batuque, mas que, assim como o “Eu Sou Caboca”, traz outros sons do Norte do Brasil.

No dia 3 de setembro o lançamento vai ser no Tetaro das Bacabeiras, com entrada franca. Os produtores e artistas cumprem o que diz a Funarte e levam o mesmo show para a orla de Ferreira Gomes no dia 5. Já está confirmada a presença de Leci Brandão, Celso Viáfora, do mineiro  Dante Ozeti e do Grupo Voz. A produção dos CDs e dos shows é de responsabilidade dos produtores Cláudio Silva e Clícia Vieira, da Bacabeiras Produções. (Mariléia Maciel – Assessora de Comunicação)

papatriciajoaoenrico

1 comentário »

Recomendo

Alcilene Cavalcante em 23 de agosto de 2009

A entrevista do engenheiro Florestal Alcione Cavalcante, feita pelas jornalistas Márcia Corrêa e Ana Girlene, na edição de domingo do jornal  A Gazeta. Filiado, mas afastado, do PV, Alcione faz uma análise das pautas perdidas pelo PV nos últimos anos, o que representa a ida para o partido da senadora Marina Silva, e a agenda política que se desenha nesse novo quadro.

Muito boa.

3 comentários »

Das Assessorias

Alcilene Cavalcante em 23 de agosto de 2009

Embrapa sem telefones

A Embrapa Amapá informa que a central telefônica deste centro de pesquisa
parou de funcionar, tudo indica que foi descarga elétrica de raios. Como
medida de urgência, será feita a locação de um equipamento.

Por enquanto, temos as seguintes opções de contatos:
Celulares funcionais- (96) 9971-3418 Chefia Geral e (96) 9971-0089-Setores
Administrativos.

E-mails:
[email protected] (Chefe Geral Silas Mochiutti)
[email protected] (Chefe de Pesquisa José Leite)
[email protected] (Chefe Administrativo Izaque Pinheiro)
[email protected] (Serviço de Atendimento ao Cliente)

Sexta Oficina de Capacitação

Encontro sobre o Prêmio Culturas Populares nesta terça-feira, 25 de agosto, em Santana (AP)

A Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC) promoverá a 6° oficina de capacitação para participação no Prêmio Culturas Populares 2009 – Mestra Dona Izabel. O evento será realizado nesta terça-feira, 25 de agosto, das 9h às 12h, na Sala de Teleconferência da Universidade Aberta do Brasil/Casa Brasil, na cidade de Santana, Estado do Amapá.

pandeiro

Deixar um comentário

Casa-Abrigo Marluza Araújo pede socorro

Alcilene Cavalcante em 23 de agosto de 2009

Crianças macapaenses são abandonadas pelas famílias e pelas autoridades

Camilo Capiberibe – Deputado Estadual

Na quarta-feira da semana passada dia 12 de agosto enquanto corações e mentes estavam voltados para o TRE a CDH, Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Amapá, que presido estava averiguando graves denúncias sobre a condução da casa-abrigo para menores em situação de risco social Marluza Araújo. Para quem não sabe, Marluza Araújo foi uma militante das causas sociais e uma grande colaboradora do estado do Amapá e principalmente do município de Macapá. Ela conseguiu, entre outras coisas, recursos externos para a construção de inúmeras casas de farinha pelo interior do município de Macapá.

Essa justa homenagem foi feita pela então vereadora Janete Capiberibe que idealizou a casa abrigo e nomeou-a. O objetivo de uma instituição como essa é a proteção e o nome abrigo já diz tudo, é auto-explicativo. Se é para abrigar é para proteger. Mas não foi isso o que aconteceu com alguns menores que lá foram buscar abrigo. Chegou ao conhecimento da Comissão de Direitos Humanos que um menor de doze anos teria sido molestado sexualmente por outros menores. E também que teria havido um esfaqueamento no interior da casa abrigo. Incidente também envolvendo internos.

Para nossa infelicidade os dois casos foram confirmados pela direção da instituição. Segundo nos foi informado educadores ficariam de plantão vinte e quatro horas cuidando dos menores e isso, dentro de uma casa, significa que os menores abrigados nunca deveriam ficar totalmente sozinhos. Não parece que essa regra foi seguida. Por alguma razão uma criança de doze anos de idade foi vitima de violência sexual e ninguém conseguiu perceber.

Para que se compreenda a gravidade do que a CDH constatou basta saber que a casa abrigo não é voltada para menores infratores. Isso significa que as crianças que lá se encontram são vitimas não agentes de violência. Normalmente as crianças abrigadas na casa-abrigo lá estão por ter sido abandonadas pelos seus entes queridos ou por estarem em situação de risco social, outras vezes são encaminhadas pelos conselhos tutelares ou pela vara da infância.  Vitimas de uma violência indescritível: ser abandonadas pelas próprias famílias, as crianças deveriam encontrar proteção no abrigo.

Então analisemos em quais condições os menores abrigados se encontram. Primeiro lugar,  o abrigo trocou duas vezes de direção, as duas em função das denúncias, só neste início de gestão PDT, o que mostra que os critérios que norteiam esta escolha tem sido no mínimo equivocados. A casa locada como abrigo não atende as especificações do que deve ser um local acolhedor, por ser toda cercada de grades mais parece uma prisão. Vale lembrar mais uma vez que ali não é local para menores infratores, logo as grades não deveriam existir. Em segundo lugar a casa é quente, tão quente que durante a inspeção, vestido de terno e gravata me senti mal de tanto calor que faz lá dentro. Os quartos não tem cômodas para garantir um mínimo de privacidade para os pertences das crianças. Quanto a isso a informação é de a casa vai mudar para um sitio na Fazendinha, pode ser uma boa alternativa desde que o local seja apropriado e essa não seja uma estratégia para esconder o problema.

Apesar da direção da casa-abrigo garantir que todas as crianças estariam estudando, quando perguntamos para as  mesmas essa informação foi desmentida. Outra informação que não resistiu a checagem foi a de que as crianças fariam atividades fora da casa nos ambientes dos CREAS e CRAS, centros de referencia dedicados a prestar atenção as pessoas em situação de risco social, inclusive aos menores. Ficou claro na conversa com os abrigados que isso é mentira: nem escola, nem atividades de integração na vida social. Na casa abrigo e da parte dos funcionários e da direção, o que ouvimos foram muitas criticas ao trabalho dos Conselhos Tutelares que segundo informado pela então diretora tentaria “terceirizar” o trabalho de acompanhar os familiares e buscar re-inserir os menores em suas famílias.

Para complicar ainda mais ficou claro pela falta de informação da direção e do representante da SEMAST, secretaria responsável pela casa, que inexiste uma política de reintegração dos menores que ao completar 18 anos tem que sair da casa e muitas vezes não tem acolhida familiar. Genericamente a política existe. O representante da secretaria começou a dar uma aula de LOAS, Lei Orgânica da Assistência Social, para os membros da CDH, mas interrompido para informar concretamente qual a política, foi incapaz de citar qual seria.

Muitas irregularidades e algumas irregularidades graves, gravíssimas foram detectadas. O relatório com estas e outras informações pormenorizadas será encaminhado para os conselhos tutelares, para a promotoria da infância, para a vara da infância, para a secretária Hércia, para o prefeito e demais autoridades para que tomem as providências necessárias para resolver o problema.

Antes de concluir vou abordar duas questões que parecem pertinentes. A primeira diz respeito a uma reclamação feita pelos trabalhadores e pela direção da casa-abrigo Marluza Araújo que neste ponto parece ter razão. Nos pareceu irregular a atitude da vara da infância de enviar menores infratores para a casa abrigo. A direção disse que encaminhados por decisão judicial, eles não poderiam ser recusados, e afinal quem pode recursar abrigo a quem precisa? Aqui existe um impasse que exige solução:  existem menores infratores abandonados pelas famílias. Nesta situação, o que é correto fazer? Como proceder? É a melhor política colocá-los junto com os demais? É necessário estabelecer uma nova política específica para estes menores excluídos social e em conflito com a lei? Com a resposta as autoridades competentes.

A segunda questão que quero abordar é uma política que me parece adequada para resolver parte do problema. É necessário enxergar porque existem famílias desestruturadas e qual o impacto disso na própria casa-abrigo. Vivemos no Amapá com o grave problema da gravidez precoce. Crianças, muitas das vezes são mães e pais, sem a devida maturidade nem muito menos as condições financeiras para tanto. Esta é uma dimensão, a outra é a de famílias em situação de risco econômico. Mulheres e homens sem condições financeiras de contratar babás ou colocar as crianças em creches precisam trabalhar para ganhar a vida, se sustentar e sustentar suas famílias.

Os imperativos de sobrevivência levam muitas das vezes pais e mães para o mercado de trabalho ganhando pouco trabalhando muito e não tendo o necessário apoio, não tendo com quem deixar as crianças que na maior parte das vezes são duas, três, quatro, cinco… As creches não são uma panacéia que tudo resolve mas podem diminuir os conflitos pessoais, de agenda entre casais sobrecarregados com duas jornadas de trabalho, uma na rua e outra em casa, e pode ajudar a reintegrar famílias reduzindo os conflitos. Ampliar imediatamente as vagas nas creches de Macapá e do estado do Amapá, essa é uma medida necessária e urgente. O Estado não pode criar amor onde ele não existe, mas pode e deve criar as condições para que as pessoas tenham dignidade e oportunidade de viver com menos sofrimento. As creches podem não ser a solução mais, juntamente com o cumprimento das leis existentes de proteção à infância e adolescência, elas podem ser um caminho para reduzir a violência, inclusive institucional, contra as crianças amapaenses.

6 comentários »

A NOBRE PROFISSÃO DO ADVOGADO

Alcilene Cavalcante em 23 de agosto de 2009

prof. Leon Frejda

“O advogado exerce verdadeiro sacerdócio. Necessita ele da mais ampla e irrestrita liberdade e independência, para operar seu ministério.

O advogado é o guardião das liberdades, em todas as épocas. No mundo moderno, porém, deixou de ser apenas o mandatário do cliente, representando-o, nas causas judiciais, para se transformar no profissional que o assiste, em toda parte e em todos os momentos. O desenvolvimento das relações humanas, o progresso e a globalização, nestas últimas décadas, as grandes e rápidas transformações que ocorrem em segundos, a fascinante conquista, máquina – computador e a internet, exigem do advogado uma atuação imediata e constante.

O advogado é uma das colunas de sustentação da Justiça, o arauto do Direito e da liberdade, indispensável à administração da Justiça. É inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei, declara solenemente a Constituição vigente, todavia deve-se entender essa proclamação, no seu sentido mais elástico.

A advocacia conquistou a majestade constitucional, com postura semelhante a do magistrado e a do membro do Ministério Público e exerce função de caráter institucional.

Infere-se, destarte, que o advogado não pode estar sujeito a qualquer constrição, nem deve esmorecer, no momento em que a crise social, política e econômica está a devorar a nação e minando o próprio Estado. Deve fazer valer as prerrogativas constitucionais, custe o que custar. A Ordem dos Advogados tem a missão precípua de defender essas prerrogativas tanto quanto o advogado, inclusive no que diz respeito ao ensino jurídico e às condições de tempo e espaço, por se refletirem diretamente no exercício da profissão.

O Exame de Ordem é, pois, necessário, para o exercício da advocacia, da mesma forma que se exige o concurso de aferição de conhecimentos para o ingresso na Magistratura e no Ministério Público, em vista da relevância dessas atividades.

Atualmente, renomados médicos e professores de Medicina defendem que também os médicos recém-formados devem submeter-se a rigorosa avaliação, como ocorre com os bacharéis em Direito, sem embargo da residência obrigatória, em vista da má qualidade do ensino em todas as áreas. Há exceções, felizmente.”

1 comentário »

No link “Artigos” na linha de cima do blog.

Alcilene Cavalcante em 23 de agosto de 2009

Casa-Abrigo Marluza Araújo pede socorro

Crianças macapaenses são abandonadas pelas famílias e pelas autoridades.

Do deputado Camilo Capiberibe.

Recebi do advogado Adelmo Caxias, solicitando publicação para reflexão, em tempos de eleição na OAB.

A NOBRE PROFISSÃO DO ADVOGADO

prof. Leon Frejda

Leia no link “Artigos”.

Deixar um comentário

Carta de Marina

Alcilene Cavalcante em 20 de agosto de 2009

Caro companheiro Ricardo Berzoini,
Tornou-se pública nas últimas semanas, tendo sido objeto de conversa fraterna entre nós, a reflexão política em que me encontro há algum tempo e que passou a exigir de mim definições, diante do convite do Partido Verde para uma construção programática capaz de apresentar ao Brasil um projeto nacional que expresse os conhecimentos, experiências e propostas voltados para um modelo de desenvolvimento em cujo cerne esteja a sustentabilidade ambiental, social e econômica.
O que antes era tratado em pequeno círculo de familiares, amigos e companheiros de trajetória política, foi muito ampliado pelo diálogo com lideranças e militantes do Partido dos Trabalhadores, a cujos argumentos e questionamentos me expus com lealdade e atenção. Não foi para mim um processo fácil. Ao contrário, foi intenso, profundamente marcado pela emoção e pela vinda à tona de cada momento significativo de uma trajetória de quase trinta anos, na qual ajudei a construir o sonho de um Brasil democrático, com justiça e inclusão social, com indubitáveis avanços materializados na eleição do Presidente Lula, em 2002.
Hoje lhe comunico minha decisão de deixar o Partido dos Trabalhadores. É uma decisão que exigiu de mim coragem para sair daquela que foi até agora a minha casa política e pela qual tenho tanto respeito, mas estou certa de que o faço numa inflexão necessária à coerência com o que acredito ser necessário alcançar como novo patamar de conquistas para os brasileiros e para a humanidade. Tenho certeza de que enfrentarei muitas dificuldades, mas a busca do novo, mesmo quando cercada de cuidados para não desconstituir os avanços a duras penas alcançados, nunca é isenta de riscos.
Tenho a firme convicção de que essa decisão vai ao encontro do pensamento de milhares de pessoas no Brasil e no mundo, que há muitas décadas apontam objetivamente os equívocos da concepção do desenvolvimento centrada no crescimento material a qualquer custo, com ganhos exacerbados para poucos e resultados perversos para a maioria, ao custo, principalmente para os mais pobres, da destruição de recursos naturais e da qualidade de vida.
Tive a honra de ser ministra do Meio Ambiente do governo Lula e participei de importantes conquistas, das quais poderia citar, a título de exemplo, a queda do desmatamento na Amazônia, a estruturação e fortalecimento do sistema de licenciamento ambiental, a criação de 24 milhões de hectares de unidades de conservação federal, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do Serviço Florestal Brasileiro. Entendo, porém, que faltaram condições políticas para avançar no campo da visão estratégica, ou seja, de fazer a questão ambiental alojar-se no coração do governo e do conjunto das políticas públicas.
É evidente que a resistência a essa mudança de enfoque não é exclusiva de governos. Ela está presente nos partidos políticos em geral e em vários setores da sociedade, que reagem a sair de suas práticas insustentáveis e pressionam as estruturas públicas para mantê-las.
Uma parte das pessoas com quem dialoguei nas últimas semanas perguntou-me por que não continuar fazendo esse embate dentro do PT. E chego à conclusão de que, após 30 anos de luta socioambiental no Brasil – com importantes experiências em curso, que deveriam ganhar escala nacional, provindas de governos locais e estaduais, agências federais, academia, movimentos sociais, empresas, comunidades locais e as organizações não-governamentais – é o momento não mais de continuar fazendo o embate para convencer o partido político do qual fiz parte por quase trinta anos, mas sim o do encontro com os diferentes setores da sociedade dispostos a se assumir, inteira e claramente, como agentes da luta por um Brasil justo e sustentável, a fazer prosperar a mudança de valores e paradigmas que sinalizará um novo padrão de desenvolvimento para o País. Assim como vem sendo feito pelo próprio Partido dos Trabalhadores, desde sua origem, no que diz respeito à defesa da democracia com participação popular, da justiça social e dos direitos humanos.
Finalmente, agradeço a forma acolhedora e respeitosa com que me ouviu, estendendo a mesma gratidão a todos os militantes e dirigentes com quem dialoguei nesse período, particularmente a Aloizio Mercadante e a meus companheiros da bancada do Senado, que sempre me acolheram em todos esses momentos. E, de modo muito especial, quero me referir aos companheiros do Acre, de quem não me despedi, porque acredito firmemente que temos uma parceria indestrutível, acima de filiações partidárias. Não fiz nenhum movimento para que outros me acompanhassem na saída do PT, respeitando o espaço de exercício da cidadania política de cada militante. Não estou negando os imprescindíveis frutos das searas já plantadas, estou apenas me dispondo a continuar as semeaduras em outras searas.
Que Deus continue abençoando e guardando nossos caminhos.
Saudações fraternas,
Marina Silva

(Carta da senadora Marina Silva, que saiu do PT hoje e se filia ao PV no próximo dia 30, em São Paulo, perante o Conselho Nacional).

Deixar um comentário

O Drama do PT

Alcilene Cavalcante em 19 de agosto de 2009

Que dia!

Lúcia Hippólito

E eu que pensava que a data mais triste da história do PT tinha sido o dia 11 de agosto de 2005!

Para os que não se lembram mais, naquele dia o marqueteiro do presidente Lula, Duda Mendonça, declarou, simplesmente e com todas as letras, que o PT pagou parte da campanha eleitoral do presidente Lula, do senador Aloísio Mercadante, da candidata a governadora Benedita da Silva e do candidato a governador José Genoíno com dinheiro de caixa dois.

De contas no exterior para uma conta de Duda Mendonça, também no exterior.

Ao final do depoimento, deputados petistas choraram no plenário da Câmara, a senadora Ideli Salvati passou mal, o senador Aloísio Mercadante fazia ares patéticos, senadores e deputados petistas na CPI dos Correios ficaram completamente atarantados diante da bomba que Duda Mendonça jogou no PT e no governo do presidente Lula.

De lá para cá, nunca mais o partido foi o mesmo.

Um grupo, liderado pela então senadora Heloísa Helena, saiu do PT para fundar o PSOL. Militantes e eleitores, desencantados, procuraram outras paragens.

O PT não desapareceu, apenas mudou de personalidade. Perdeu quase todo o seu patrimônio ético, dilapidou seu capital. Tornou-se um partido inteiramente dependente da imensa popularidade do presidente Lula.

Tornou-se refém do PMDB.

Os antigos dirigentes do PT hoje são réus no Supremo Tribunal Federal, acusados de pertencer – e alguns, de liderar – uma “sofisticada organização criminosa”.

Quanto ao presidente Lula, descolou-se do partido e decolou em carreira solo. Criou o lulismo, tornou-se aliado do que há de mais execrável na política brasileira e segue em frente, feliz da vida.

Deixa no PT um rastro de destruição.

Pois hoje o Partido dos Trabalhadores viveu mais um dia daqueles!

Mais uma vez o PT abandonou às traças o melhor de si mesmo.

Enquadrado pelo presidente Lula, o partido foi o principal responsável pelo salvamento de José Sarney, assim como tinha sido o principal responsável pelo salvamento do mandato de Renan Calheiros.

E no mesmo dia, perdeu a senadora Marina Silva, representante maior do que restava do patrimônio ético do partido.

Perdeu também o senador Flavio Arns, do Paraná, descontente com os rumos tomados pelo PT.

Finalmente, perdeu totalmente a compostura.

Que dia! Nem a oposição mais assanhada se animou a comemorar. Pois não há nada a festejar. Não se festeja uma tragédia.

41 comentários »

Boca do Sapo

Alcilene Cavalcante em 19 de agosto de 2009

Processo de Pai Claudio de Oxossi é encontrado

* Macapá-Ap, 17 de agosto de 2009.

O processo de pagamento da quadra junina motivo do “Pivô” do conflito entre Pai Cláudio de Oxossi e o subchefe de Gabinete da PMM Emanoel Oliveira, vai chegar ao fim. Na tarde de hoje a “Conciliadora do Conflito” Geni Frota conseguiu encontrar o processo e anunciou sua quitação para os próximos dias. O pai de Santo espera que o episódio não volte a ocorrer nunca mais. Geni Frota agiu rápido com diplomacia e conseguiu acalmar os ânimos. Sarava!

Nota enviada por Notícias Tucuju

5 comentários »

Causando

Alcilene Cavalcante em 19 de agosto de 2009

Secretário Alberto Góes vem sendo disputado por Pedro Paulo Dias e Jorge Amanajás para compor chapa como vice nas eleições de 2010.

Mas ele se prepara mesmo é pra disputar vaga de deputado federal. Mas tem muito ciúme rolando nos bastidores do poder.

37 comentários »

Não reeleja deputados que obstruem o debate

Alcilene Cavalcante em 19 de agosto de 2009

Deputados estaduais estão esquecendo o que significa Parlamento. De Parlar, palavra italiana, que significa falar.

E deixando de promover o debate sobre as questões do Amapá. Mal termina a votação da pauta do dia, sempre carregada de votos de louvor e projetos autorizativos, quase nunca acatados pelo governador WG, grande parte dos deputados saem do plenário retirando o quorum e prejudicando o grande expediente que é o horário onde deveriam ocorrer os grandes debates.

É de Morrer.

Ontem não deu quorum novamente no parlamento.

10 comentários »

Repiquete é Memória

Alcilene Cavalcante em 18 de agosto de 2009

Para a professora Ernestina Sozinho que aos 80 anos acessa o blog lá do Rio de Janeiro.

ResidenciadoSrIsarelSozinhonaProcopioRola33

Residência do Sr Israel e da Professora Ernestina Sozinho, na esquina da Procópio Rola com Eliezer levy, onde fica hoje a Esplanada.

O campo é onde hoje é o Ministério Público e a PROG. O telhado ao fundo é da sede dos Escoteiros do Laguinho.

9 comentários »

Povo querido

Alcilene Cavalcante em 18 de agosto de 2009

O Blog pode ficar meio devagar esses dias. Muitas atividades no Planejamento Estratégico do Ministério Público. Tenho voltado pra casa quase detonada. Digo quase, por que mulheres como eu, jamais, em tempo algum, podem ficar totalmente detonadas.

Eu disse que “pode” ficar. Ou não. Depende de como e que horas eu chegar em casa esse dias.

Como o blog é minha sessão relax, pode ser que não mude nadinha. Mas tô logo avisando.

Beijos.

1 comentário »

IM-PER-DÍ-VEL

Alcilene Cavalcante em 18 de agosto de 2009

Empresários têm encontro em ambiente de selva

O Encontro acontece no espaço Solar das Palmeiras e vai reunir mais de 400 empretecos e empreendedores que passarão por testes de habilidades empreendedoras evidenciando comportamentos e características arrojadas

Denyse Quintas

O Sebrae traz ao Amapá o renomado consultor e palestrante internacional Eduardo Shinyashiki, especialista em Desenvolvimento Humano nos Estados Unidos, Europa, América do Sul, México e Índia, para proferir a palestra “Vencendo Desafios e Construindo o Futuro”, que acontecerá no dia 22 de agosto, das 8h às 18h, no Solar das Palmeiras, distante 17 km, de Macapá, durante a realização do III Encontro dos Empretecos e Empreendedores do Amapá.

O Encontro reúne vários empresários de Macapá, Santana e Laranjal do Jari motivados pelo mesmo objetivo de fortalecer a rede de contato e os aspectos comportamentais para o mundo dos negócios.

Segundo a gestora do Seminário Empretec no Amapá e técnica do Sebrae, Vera Matos, com o slogan ‘Nessa Selva Eu Sou Rei’, os participantes recebem no ato da inscrição um kit sobrevivência contendo camiseta, mochila, cantil, chapéu, almoço e água. A recomendação da equipe organizadora é para que usem roupas leves, tênis, protetor solar e toalha de rosto.

“O participante vai encontrar em meio à floresta Amazônica, um ambiente de selva desafiador, onde os elementos terra, fogo e água serão a base para execução das atividades que o Sebrae vai promover”, afirma a gestora Vera Matos,  esclarecendo que  o lugar é adequado para a realização da aplicação da metodologia em que o empreendedor busca seu limite.

Empretec

A metodologia utilizada foi criada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) com o intuito de reforçar a capacidade empreendedora do participante, sendo atualmente aplicado em dezenas de países. As atividades propostas durante seis dias do Empretec são exercícios de experimentação e práticas empresariais que podem ser inseridas na condução de um negócio.

Inscrições

As inscrições podem ser feitas na sede do Sebrae, na Avenida Ernestino Borges, 740, Laguinho.

Informações pelo telefone (96) 3312-2834.

Serviço:

Sebrae no Amapá:

Unidade de Marketing e Comunicação: (96) 3312-2832

Deixar um comentário