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Repiquete no Meio do Mundo

Um blog feito na esquina do Rio Amazonas com a Linha do Equador, no Amapá.

Mudanças no primeiro escalão do governo

Alcilene Cavalcante em 06 de setembro de 2017

Blog recebeu convite do governador Waldez Góes para a solenidade de posse de novos integrantes da gestão.

Pelos bastidores da notícia e do poder, fala-se que serão empossados o advogado Vicente Cruz, na secretaria do Turismo, e o professor-doutor, Rafael Pontes, na secretaria de Ciência e Tecnologia. E mais gente.

Mais tarde conferimos e contamos aqui. Neste canal digital.

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Corram para as montanhas

Alcilene Cavalcante em 05 de setembro de 2017

A operação da Polícia Federal e do MPF, com prisões no IMAP, ainda pode render muito e pra muita gente.

Tem muita confusão por lá. Como TACs – Termoa de Ajustamento de Conduta, assinados sem a anuência da Procuradoria-Geral do Estado -PGE.  E Termos de Doação de Madeira, para o governo, mas que nunca chegaram no governo.

 

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Nota do MPF-AP

Alcilene Cavalcante em 05 de setembro de 2017

Em nota oficial, o Ministério Público Federal no Amapá (MPF/AP) esclarece sobre suposta interferência das ações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na superintendência local da autarquia. Confira a nota na íntegra:

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Em razão das informações veiculadas na mídia sobre a operação realizada em julho pelo Ibama no setor madeireiro do Estado do Amapá, e sobre as declarações do superintendente do Ibama/AP de que não foi cientificado da operação em questão, o Ministério Público Federal no Amapá vem a público esclarecer que as diligências cumpridas pelo Ibama em julho deste ano no setor madeireiro foram deflagradas no âmbito da Operação Quantum Debeatur, coordenada pelo MPF/AP e pela PF/AP. Dessa forma, o Ibama (sede) apenas prestou auxílio aos órgãos de persecução penal federal no Estado do Amapá, após requisição formal do MPF/AP, não configurando suas ações como interferência na superintendência local.

Por oportuno, o superintendente do Ibama/AP não foi informado das diligências porque a operação está a cargo do MPF/AP e o órgão entendeu que restringir o acesso às informações é crucial para o desvelamento dos fatos apurados. Por fim, os materiais apreendidos serão utilizados na continuidade das investigações, que contarão com o auxílio de analistas ambientais do Ibama.

Assessoria de Comunicação Social
Ministério Público Federal no Amapá
(96) 3213 7895
[email protected]
www.mpf.mp.br/ap
www.twitter.com/mpf_ap
www.fb.com/mpfederal
www.youtube.com/tvmpf

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TJAP tem 100% de eficiência em relatório do CNJ

Alcilene Cavalcante em 05 de setembro de 2017

Diário do Amapá

Paulo Silva
Editoria de Política

Presidente Carlos Tork

Com a menor taxa de congestionamento do Judiciário brasileiro e o melhor índice de produtividade dos magistrados, dos servidores e despesas totais, na categoria de tribunais de pequeno porte, o Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) desponta com 100% em eficiência e produtividade, de acordo com o relatório Justiça em Números/2017, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), divulgado na tarde desta segunda-feira (4/9).

O Relatório Justiça em Números, realizado anualmente pelo CNJ desde 2004, reúne informações sobre taxa de congestionamento processual com a despesa total por processo baixado, orçamento, produtividade, recursos humanos, estrutura dos tribunais brasileiros e outros.

“O resultado do relatório demonstrando a performance positiva da Justiça do Amapá ao obter percentual máximo deve-se ao grau de responsabilidade, desempenho e dedicação de todo o quadro de pessoal do Judiciário (magistrados, servidores e colaboradores) que se desdobram para cumprir as metas estipuladas pelo CNJ, buscando dar uma resposta efetiva e célere à sociedade, e com isso elevam o nome da Justiça amapaense no cenário nacional”, destacou o presidente do TJAP, desembargador Carlos Tork. O anuário Justiça em Números 2017 pode ser acessado na íntegra no site do CNJ.

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Na cidade do melhor abacaxi, vai começar o festival dele

Alcilene Cavalcante em 05 de setembro de 2017

Festival do Abacaxi fortalecerá economia de Porto Grande

A 25ª edição do tradicional Festival do Abacaxi, um dos maiores eventos do calendário cultural do Amapá, inicia na próxima sexta-feira, 8, com a proposta de valorizar a agricultura familiar amapaense e de movimentar a economia de Porto Grande. O município possui mais de 20 mil habitantes e, atualmente, é o maior produtor de abacaxi do Estado. A expectativa é que 60 mil pessoas visitem a cidade durante o evento, que reunirá atrações culturais e gastronômicas até o dia 10 de setembro.

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Sebrae lança hoje, 04.09, o Festival Saborear Amapá

Alcilene Cavalcante em 04 de setembro de 2017

Denyse Quintas

 

O Sebrae lança hoje o Festival Saborear, com degustação de produtos inovadores e novas experiências gastronômicas para empresários, parceiros do segmento de confeitaria, panificação e a imprensa.

 

Festival

 

O Festival Saborear Amapá acontece na sede do Sebrae em Macapá, no período de 14 a 16 de setembro, das 16h às 22h. O evento é voltado às panificadoras, doceiras e cake designer. O objetivo é apresentar novas receitas e tendências dos produtos do segmento.

 

A diretora técnica do Sebrae no Amapá, Isana Alencar, disse que o Festival Saborear apresenta à sociedade amapaense produtos diferenciados e inovadores do segmento de cake design, que são as confeiteiras, pessoas que trabalham com doces e bolos, e panificadoras.

 

“Mostrar que por trás de um pequeno docinho existe muito investimento, muita pesquisa para oferecer um produto diferenciado com sabor e qualidade a preço acessível, além de divulgar empresas que existem no estado do Amapá nesses segmentos, para que tenham mais visibilidade, assim conquistar e captar mais clientes”, disse a diretora técnica do Sebrae em Macapá, Isana Alencar.

 

Estrutura

 

A estrutura física do festival oferece praça de alimentação gourmet com 25 estandes; cozinha show, oferecendo oficinas e capacitações, por meio de uma unidade móvel. Entre as oficinas ofertadas, terá a de bolos artísticos e pães funcionais, evidenciando as principais tendências desse mercado.

 

Parceiros

 

O Sebrae conta com a parceria da Casa do Sorveteiro; Prefeitura Municipal de Macapá (PMM); Empresa Moinho; Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Associação de Panificadoras de Macapá e Santana (Aspams).

 

 

Serviço
Unidade de Marketing e Comunicação: (96) 3312-2832
Central de Relacionamento: 0800 570 0800
Portal Sebrae: 
www.ap.sebrae.com.br
Blog: 
www.sebraeap.blogspot.com.br
Twitter:
@sebraeap
Facebook:
/sebraeap

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Unifap festeja. Curso de medicina ficou entre os 50 melhores do Brasil

Alcilene Cavalcante em 04 de setembro de 2017

Unifap festeja. Curso de medicina ficou entre os 50 melhores do Brasil

Pela avaliação do ENAD, o curso de medicina da Unifap ficou entre um dos 50 melhores do Brasil.

Um grande feito, levando-se em conta que é um curso novo, com menos de 10 anos implantado na Unifap.

Gabriel Villas-Boas, egresso da primeira turma do curso de Medicina da Unifap, e médico residente da Unicamp.

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O risco da Renca

Alcilene Cavalcante em 04 de setembro de 2017

*Por Míriam Leitão, em O Globo

O governo está mal informado ou tem péssimas intenções em relação à extinção da Renca. Mesmo com o fim da reserva, apenas 10% do território poderia ter exploração mineral, segundo Beto Veríssimo, pesquisador do Imazon. Ao contrário do que o governo diz, o desmatamento na área é mínimo, de 0,3%. O risco é haver a intenção de mudar o marco regulatório das unidades de conservação.

– Toda a região da Calha Norte do Pará, onde está inserida a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), tem 272 mil quilômetros quadrados, uma área equivalente à soma de São Paulo e Sergipe, e apenas 300 mil habitantes, que se concentram nas margens dos rios e têm atividades de baixo impacto. A Renca é uma parte disso, tem 46,5 mil quilômetros. Foi criada como reserva mineral, mas as unidades de conservação foram sendo criadas e se sobrepondo à reserva mineral e hoje só pode haver exploração de minério em um pequeno trecho. O governo não explicou o que quer, mas qualquer coisa além disso ele só pode fazer se alterar os planos de manejo ou mudar a lei das unidades de conservação – explica Beto Veríssimo.

Cada tipo de unidade de conservação tem um nível de proteção. Cinco das nove áreas protegidas da Renca têm nível máximo, porque são terra indígena, parque nacional ou reserva biológica. Estão entre elas o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e a Reserva Biológica de Maicuru. Na Floresta Estadual do Paru, pelo nível menor de proteção, poderia até haver exploração mineral, porém já foi feito o plano de manejo e nele não há possibilidade desse tipo de atividade econômica e 37% da Renca estão dentro dessa floresta estadual. O mesmo acontece com os planos de gestão da Reserva Estadual do Amapá e da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru.

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A Renca ronca

Alcilene Cavalcante em 04 de setembro de 2017

*Vicente Cruz. Advogado

Até a semana passada o nome Renca só era conhecido nos campos de pelada dos subúrbios da Amazônia, onde a galera da bola costuma dar apelidos esquisitos aos peladeiros da famosa partida de futebol disputada no final da tarde entre os marmanjos do bairro. De lá pra cá virou palavra comum entre os militantes de esquerda, intelectuais, artistas e um grande número de abelhudos, após um desastroso decreto do Presidente Temer que extinguiu a reserva nacional do cobre e associados (Renca), área localizada entre os estados do Pará e Amapá.

O ato normativo ganhou repercussão midiática quando os militantes de esquerda, ambientalistas, artistas, intelectuais e abelhudos, cunharam o ato como um entreguismo nacional do impopular e ilegítimo governo Temer. Para eles, a soberania nacional estaria ameaçada com a extinção da Renca, sob o argumento de que empresas mineradoras multinacionais viriam fazer a exploração das riquezas minerais nela existente, provocando impactos ambientais irreversíveis e desastrosos para a Amazônia e para a humanidade.

Para qualquer país do mundo ter riquezas minerais em seu subsolo sempre representou possibilidade de riqueza e progresso. Para alcançar esse desiderato, a exploração mineral é um imperativo lógico dessa privilegiada situação, porquanto se revela inimaginável um país ter expressivas riquezas minerais e não as explorar economicamente para promover o seu desenvolvimento. O debate necessário, então, seria saber como poderia ocorrer a exploração dessa riqueza sem que o meio ambiente pudesse ser afetado de tal forma que inviabilizasse o empreendimento. Seria dizer: teria que se pensar numa maneira de exploração dos recursos minerais de forma sustentável.

Ocorre que o debate travado em torno do decreto de extinção da Renca é uma patifaria intelectual, pródiga nos terrenos arenosos da militância de esquerda e dos ambientalistas. Na verdade, os inflamados debatedores aproveitaram a canelada de Temer para aumentar ainda mais a impopularidade do presidente que acabou de escapar da degola, graças à força de sua base parlamentar. O objetivo do debate está longe de ser a defesa séria e intransigente do meio ambiente ou da Amazônia. Por trás de tudo isso, está uma velada e cruel luta pelo poder num ringue em que vale tudo, inclusive dedo no olho. Se assim não fosse outras agressões ambientais em curso, de grosso calibre, estariam sendo combatidas com a mesma veemência, como bem lembra o polêmico jornalista e sociólogo Lúcio Flávio Pinto, um especialista em Amazônia, em artigo recentemente publicado.

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