Alcilene Cavalcante em 06 de agosto de 2009

Dialogando

PT do Amapá “dialoga”(na moderna linguagem politiquez, não se conversa nem se reúne, dialoga-se), para soltar uma nota pedindo o afastamento de Sarney.

Viram…

Taí. Vivem dizendo que o Lucas Barreto é amigo do Fofo. O Fofo disse que nem conhece ele.

Tik

Jorge reclama

Deputado Jorge Amanajás, pré-candidato ao governo em 2010, está reclamando para os aliados que está se sentido rifado pelo amigo da harmonia e governador Waldez Góes. Ele acha que WG tem lhe imposto desgastes e não repassou recursos para Jorge pagar o décimo dos funcionários da Assembléia Legislativa.

Vômito

Assistiram a sessão do senado ontem?

Eu não. beijos

Alcilene Cavalcante em 06 de agosto de 2009

Na próxima sexta-feira, 07 de agosto, no auditório da reitoria da Unifap, às 19 horas, o economista Charles Chelala lança o livro “A Magnitude do Estado na Socioeconomia Amapaense”, obra que resume dois anos de pesquisa sobre o tema no Mestrado em Desenvolvimento Regional da UNIFAP.

O estudo partiu de uma curiosidade surgida da expressão comum que descreve o Amapá como uma “economia do contracheque”, em alusão à forte presença do setor público na economia local. Apesar dos sinais evidentes do peso do Estado na economia amapaense, pouco se pesquisou ou se publicou sobre o assunto.

No livro são abordados alguns momentos históricos em que se fez marcante o papel do Estado no Amapá, como na defesa e ocupação em suas origens; na interação com empreendimentos privados na época de Território Federal e na atualidade, com os regimes aduaneiros especiais e na atuação diante da economia mineral.

Na obra são pesquisadas oito dimensões de manifestação do Estado na socioeconomia, por exemplo: o percentual da administração pública no PIB, a quantidade de servidores públicos, as despesas de pessoal, o gasto público, entre outros itens. O Amapá foi comparado aos outros ex-Territórios Federais, ao Distrito Federal e a mais três estados, além de cotejado com a média geral do Brasil.

O resultado obtido no livro revela que o Amapá é a unidade da federação brasileira na qual é maior a presença do Estado na economia, seguido de perto pelo DF e, um pouco mais distante, por Roraima e pelo Acre.

O livro de Charles Chelala é uma contribuição para a compreensão dos aspectos centrais da economia do Amapá, sendo útil a todos que se interessem pelo tema.

Convite_Livro

Alcilene Cavalcante em 06 de agosto de 2009

É meu, caro, Zé… você deve morrer de saudades de quando você- que é dono da Globo Maranhão, dos principais jornais e rádios naquele estado que você deixou com o pior IDH do Brasil- só falava e nunca ouvia ninguém.

Aqui na internet, Zé, o tsunami dura 24 horas por dia, sete dias por semana. Não tem dono, nem depende de boa vontade de editor a mando de coroné. Durma com um barulho desse, seu Zé…

Alcilene Cavalcante em 06 de agosto de 2009

Renivaldo Costa – Jornalista

Não sou policial militar, nunca pensei em ser nem tenho procuração para falar em nome da corporação, mas não posso me calar diante do episódio envolvendo o vereador Aldrin e das declarações dadas por ele na Câmara de Macapá, classificando os PMs de “vadios”. Minha primeira missão como jornalista foi justamente cobrir a área policial há cerca de 15 anos. Depois, em 1996, participei da equipe que iniciou o programa Meio-dia, sob a liderança do jornalista Olimpio Guarany. No programa, tínhamos um espaço para notícias policiais, onde – aos poucos – comecei a perceber que o trabalho da polícia é um dos mais importante e menos valorizados. Há cerca de cinco anos, apresentei na Band o programa Macapá Urgente. Tratava-se de um programa com enfoque para a atuação da polícia. Tanto o Macapá Urgente quanto outros de mesma linha editorial possibilitaram ao cidadão amapaense ver de perto o trabalho na polícia na madrugada, combatendo a violência, a criminalidade e o tráfico de drogas. Um trabalho que não é fácil e que nunca seria desempenhado por “vadios”. O vereador Aldrim, por seu turno, é um parlamentar despreparado, notívago, e claramente cooptado por donos de boates. Longe de deblaterar (palavra em moda no Congresso), meu interesse com este depoimento é reafirmar minha posição: quem realmente está comprometido com a redução da violência, defendeu o veto ao projeto de Luizinho. Renivaldo Costa Jornalista Registro 018/04 DRT/AP

Alcilene Cavalcante em 05 de agosto de 2009

Sociedade Civil se organizou, os vereadores ouviram a voz das ruas e mantiveram o veto do prefeito Roberto Góes ao projeto que ampliava o horário de fechamento de boates e danceterias para as cinco da matina.

Num gesto de grandeza, o autor do projeto, vereador Luizinho, do PT, também votou pela manutenção do projeto, mas quer uma audiência pública para debater o horário de fechamento de botecos, postos e lojas de conveniência que vendem bebidas, e também abertura de lojas do comércio no domingo. Aí, penso que misturou alho com bugalhos.

Mal na Tropa

O vereador Aldrin(PDT), se destemperou por que sempre foi a favor da ampliação do horário,  atacou o vereador Cléico Luis(PSOL) que sempre se colocou contra, e ofendeu a Polícia Militar, chamando os PMs de vadios e dizendo que os policiais não queriam era trabalhar. Foi vaiado pela população que estava na galeria.

O vereador parece que não sabe, mas os PMs não vão embora pra casa quando as boates fecham, eles trabalham até terminar seus turnos.

O comandante da Policia Militar, coronel Gastão Calandrini, respondeu à altura em entrevista ao jornal do SBT. Elegante e preparado, Calandrini disse que respeita as instituições e a Câmara de Vereadores como um todo, mas que repudiava a manifestação do vereador Aldrim, que revelava desconhecimento em relação a instituição Polícia Militar

Em defesa da tropa, o Coronel Calandrine disse ao blog, que como comandante da corporação falava em nome dos oficiais e praças, lamentando a fala de Aldrim contra a instituição que zela pela ordem pública e que tem o reconhecimento da sociedade.

Calandrine

Alcilene Cavalcante em 05 de agosto de 2009

Cada dia mais próximos, os ex-deputados Lucas Barreto e Randolfe Rodrigues, jantavam novamente, ontem.

Alcilene Cavalcante em 05 de agosto de 2009

Cirurgião cardiológico, Antonio Furlam, sempre disponível e prestativo, dá dicas de saúde do coração às terças-feiras a noite na Rádio Boas Novas.

Alcilene Cavalcante em 05 de agosto de 2009

Blog registra com atraso, mas registra, os 70 anos da professora Elza Lima, celebrados no último dia 2.

De linda e atuante história na educação do Amapá, a professora Elza, nasceu nas fazendas do belo Aporema.

Novinha ingressou no serviço público, mas foi demitida em 64 por ocasião do golpe militar. Foi readmitida e depois novamente demitida e presa em 1966, pelo governador General Luis Mendes. Voltou ao serviço público pelas mãos do duro, mas justo, Ivanhoé Martins.

Lecionou e dirigiu vários colégios no estado, participando da formação de várias gerações. E foi quem organizou e primeiro coordenou o NEI- Núcleo de Educação Indígena, do Amapá.

Repiquete rende-lhe homenagens, professora.

Professora Elza com o filho Raul Tabajara e a neta

Professora Elza com o filho Raul Tabajara e a neta

Alcilene Cavalcante em 04 de agosto de 2009

 

De Maria Lima, de O Globo:

Um dia depois de enfrentar a ira da dupla Renan Calheiros (PMDB-AL) e Fernando Collor (PTB-AL) no plenário, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) confessou nesta terça-feira que teve medo do olhar transtornado do ex-presidente da República, que durante as quase duas horas de embate, ficou logo abaixo da tribuna olhando diretamente em sua direção, com o semblante muito crispado.

Ele disse que em vários momentos lhe passou na memória a cena da tragédia que abalou Brasília na década de 60, quando o pai de Collor, o então senador Arnon de Mello, assassinou, com um tiro no peito, o senador acreano José Kairala, em plena tribuna.

Segundo os registros da época, o senador alagoano disparou três tiros contra seu inimigo político, o senador Silvestre Péricles, a 5 metros de distância.

Errou todos, mas atingiu sem querer Kairala, suplente que estava em seu último dia de mandato. Apesar do flagrante, a imunidade de Arnon de Mello o livrou de qualquer punição.

- É incrível! Me veio a imagem do pai dele, que atirou e matou o senador Kairala. Foi assustador, saia fogo dos olhos do senador Fernando Collor ali logo embaixo de mim. E eu não falei nada de mais dele, quando vi ele entrou correndo, completamente transtornado ! – lembrou Simon.

Alcilene Cavalcante em 04 de agosto de 2009

Construção do Esporte Clube Macapá.

Foto: Contribuição de Luis Carlos Pessoa

Tem vários conhecidos aí. O Segundo da esquerda pra direita é o jornalista Wilson Sena, desde sempre e até hoje, batalhando pelo esporte e pelo seu amado Macapá.

Se reconhecer mais alguém, poste aí, please…

Alcilene Cavalcante em 04 de agosto de 2009

Caras

De Collor

Povo do meu coração!!

Vocês viram a cara de doido do Collor de Melo atacando o Pedro Simom para defender Sarney? Elle voltou…

É a Treva

Foto: Folha de São Paulo

Foto: Folha de São Paulo

De Bonner

E a cara do tudodebom.com.br, Willian Bonner, chamando Renan e Collor de defensores de Sarney. Com um cinismo de canto de boca, competentíssimo.

Brincadeirinha do Dia

“Todo o Brasil é testemunha de minha tolerância e minha posição a respeito da liberdade de imprensa, nunca tendo processado jornalista algum”.

Sarney, que não se lembra do Amapá.

Alcilene Cavalcante em 04 de agosto de 2009

Cara Alcilene,

Sabendo que seu Blog é lido por muitas pessoas e principalmente por várias autoridades gostaria de repassar uma situação. Moro na Rua professor Tostes, entre a Ataide Teive e Pedro Baião, próximo ao Senac e também próximo a Escola Estadual Dom Aristides Pirovano.

A história é a seguinte: Um cidadão resolver construir um motel na nossa rua, até ai nenhum problema, não fosse o fato dessa pessoa ter pintado na parede do Motel figuras de apelos sexuais.

Qual o órgão que a gente pode acionar para denunciar? Na frente deste motel passam diariamente crianças e adolescentes que vão estudar nas escolas próximas.

Janaina Lima

Blog dá publicidade ao fato para autoridades competentes atuarem.

motel

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Alcilene Cavalcante em 04 de agosto de 2009

Ministério Público pede suspensão do aumento nos subsídios de prefeito, vereadores e secretários de Santana.

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A Ação Civil Pública foi movida pelo Promotor de Justiça substituto, Tiago Diniz, da Promotoria do Patrimônio Público de Santana.

As normas municipais aumentaram os subsídios do prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores para valores superiores ao estabelecido pelo ordenamento jurídico.

A partir de janeiro deste ano, os subsídios do prefeito de Santana passaram a ser de R$ 18 mil, o do vice-prefeito de R$ 13.500, dos secretários de R$ 8 mil, e dos vereadores de R$ 4.800. O presidente e o secretário da Câmara passaram a receber R$ 9.600 e R$ 7.200, respectivamente.(Ascom-MP)

PMM anuncia incentivos para os plantões médicos nas unidades de saúde

A Prefeitura de Macapá aceitou proposta apresentada pela Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) e concedeu reajuste no valor pago pelos plantões médicos das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) – 24 horas e Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Na avaliação do prefeito, a medida faz parte de decisões administrativas voltadas a atrair mais médicos para trabalhar no município e melhorar a qualidade dos serviços à população.

(ASCOM-PMM)

Alcilene Cavalcante em 03 de agosto de 2009

O SR. PRESIDENTE (Luiz Couto) – Com a palavra a Deputada Janete Capiberibe. V.Exa. dispõe de 5 minutos.
A SRA. JANETE CAPIBERIBE (Bloco/PSB-AP. Sem revisão da oradora.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, o Brasil vive um momento crucial para a democracia e o futuro do País. O uso privado do Poder Público, a manipulação dos cargos e dos poderes, o nepotismo, o desmando e a corrupção revelam-se e são repudiados.
Desacostumado à democracia, surgem as práticas ditatoriais com as quais José Sarney fez sua vida pública e o patrimônio da família.
A censura ao jornal O Estado de S. Paulo revelou o vestal, para quem a transição serviu para continuar usufruindo das benesses do poder. Aparece ao Brasil a face do Sarney que o Maranhão e o Amapá conhecem muito bem.
No Maranhão, dominam quase todos os veículos de comunicação. Um e outro, como o Jornal Pequeno, ousam lhe fazer oposição. No Amapá, a benemerência vem em troca de favores ou pela força, negando o debate democrático a toda população.

Nas eleições de 2006 e 2008, uma saraivada de processos judiciais calou jornalistas, rádios, sites e blogs. Com aliados no Judiciário, ameaçou quem não pactua com sua falácia.
Pela lei da mordaça, Sarney arrancou mais um mandato de Senador pelo Amapá, que diz representar. Não pelo Maranhão, como o coronel confunde até o Presidente Lula.
Para Sarney, vale tudo para manter-se no poder. Por meio dos apadrinhados, manipula as instituições para atingir seus objetivos e usa do poder para colocar aliados em postos chaves. Em lugares estratégicos, os aliados lhe são úteis, dando a impressão de que Sarney age dentro de normas republicanas.
Usa-se disso, por exemplo, para conseguir concessões de rádio e TV, no Maranhão, diretamente, no Amapá, através de aliados. Assim, manipulam todas as informações.
Sarney exibiu seu poder ao cassar o meu mandato de Deputada Federal e o do meu marido, o Senador João Capiberibe. O processo, e provas forjadas, teve efeito por uma decisão inconclusa, até hoje, porque não foram julgados os embargos declaratórios que desmontam a falácia com a qual foram tirados nossos mandatos legítimos.
No lugar do Senador do PSB, Sarney plantou um aliado, Gilvam Borges, seu parceiro nos canais de rádio e TV, que poderá lhe retribuir o mandato adquirido no tapetão com seu voto agora no Conselho de Ética do Senado.
Da mesma forma, Sarney fez chacota da democracia e dos votos maranhenses, usando aliados no Judiciário para cassar o governador eleito Jackson Lago e pôr, no seu lugar, a candidata derrotada. Sem coincidência, sua filha, Roseana Sarney.
Tenho denunciado os desvios de recursos do aeroporto de Macapá, obra que nunca termina. Os grampos nos quais o braço financeiro do PMDB de Sarney, Zuleido Veras, indica que não faltará dinheiro por ser uma obra do Sarney não foram, à época, para uma investigação. Mas, agora, a Polícia Federal se mobiliza para investigar esta relação, como já provou o conluio entre Zuleido e Sarney em outras obras.
No Amapá, sua cartilha, adotada servilmente por boa parte de políticos, está levando o povo ao empobrecimento e à miséria. Pela Fundação Getúlio Vargas, os indicadores socioeconômicos do Amapá só pioram.
A relação é direta: quando Sarney e o seu grupo político se fortalecem, a terra fica arrasada e a população muito pobre.

Concluo, Sr. Presidente. Em 1971 eu e o Senador Capiberibe e minha filha Artionka saímos do País ameaçados pela ditadura, da qual Sarney fazia parte. Não abandonamos nossa militância nem nossas ideias de justiça e democracia.
Hoje o verdadeiro Sarney aparece ao País. Sua camuflagem, que lhe permitiu conviver com qualquer tipo de regime, inclusive com a pior ditadura, cai por terra. Sua máscara de democrata, construída cuidadosamente, foi substituída pela face verdadeira de ditador.
A ainda frágil democracia enfrenta o fantasma da ditadura que mutilou a vida de milhões de brasileiros. Não é possível pensar em nenhum passo atrás nem em qualquer resquício de atraso que possa violentar o povo brasileiro.
Fora Sarney, viva a democracia, viva o povo do Amapá, viva o povo do Maranhão!
Peço a V.Exa., Sr. Presidente, a divulgação do meu discurso nos órgãos de comunicação desta Casa.
Obrigada.

Alcilene Cavalcante em 03 de agosto de 2009

Deputado Jorge Amanajás, do PSDB, manifestou apoio ao enrolado senador José Sarney, hoje na Assembléia Legislativa. Jorge quer organizar uma caravana de apoio a Sarney pra ir até Brasília.

Que tal?

Alcilene Cavalcante em 02 de agosto de 2009

O governo do estado do Amapá está descontando nos contracheques de servidores os empréstimos consignados e não está repassando aos credores.

Também estaria descontando pagamentos de planos de saúde e não repassando.

Isso vem causando transtornos de toda a ordem aos servidores, que pagam a dívida, mas ficam na lista de inadimplentes.

Caso de B.O, pessoal!

Alcilene Cavalcante em 02 de agosto de 2009

Governador Ivanhoé Martins

Ivanhoe-335

Reconheço na foto o Hélio Penafort. Na mesa o Flip Guaraná.

E você, reconhece quem? Escreve aí.

Alcilene Cavalcante em 02 de agosto de 2009

Lideranças, igrejas, policiais e sociedade civil organizada, caminharam no sábado pela paz e contra a ampliação do horário de fechamento de boates e danceterias.

A Câmara de Vereadores de Macapá aprecia essa semana o veto do prefeito Roberto Góes ao projeto que amplia o horário. Olho neles.

Os vereadores Clécio Luiz, Cristina Almeida e Grilo estavam na caminhada.

Leia e veja imagens da caminhada no blog do Juiz Marconi Pimenta.

Link ao lado

Alcilene Cavalcante em 02 de agosto de 2009

Planeta Amapari

“Somos cidadãos do mundo

Meio ET meio tupi

Marcianos de arco e flecha

Astronautas waiapis”.

Lindo

Deles claro: Zé Miguel, Omar jr, Joãosinho Gomes, Val Milhomem.