“Essa eleição que se aproxima não será um pleito de quem sai ou fica…é uma eleição de quem vota. Logo amigos, os eleitores são os senhores do destino”.

Alcilene Cavalcante em 29 de março de 2010

Acho que a foto é no Círculo Militar…E que o penúltimo à direita é o Aldony Fonseca, o meu querido e saudoso Babá..Confere?

Foto 33

Quem sabe conta aí.

Alcilene Cavalcante em 29 de março de 2010

A carta do Conselho Diocesano de Pastoral da Diocese de Macapá repercutiu ontem em todos os lugares e no mundo virtual como Blogs, twiters e mensagem de e-mails.

Na Assembléia Legislativa o deputado Ruy Smith fez a leitura da carta em plenário. Mas… “vergonha alheia”: deputados da base governista manobraram pra tirar o quorum da sessão para não ouvir as verdades ditas pela Igreja. O deputado Dalton Martins, que presidia a sessão, manteve-a para que a carta continuasse a ser lida por Ruy Smith.

Na chamada grande imprensa, quase todo mundo comeu abiu.

Pessoal do governo faz cara de paisagem.

Alcilene Cavalcante em 29 de março de 2010

Psol realizou no sábado, sua Conferência eleitoral com a presença de mais de 60 delegados de todos os municípios do estado.

Dirigentes e delegados se manifestaram a favor da candidatura de Randolfe Rodrigues ao senado, da manutenção do diálogo pela reedição da Frente Pela Mudança e discussões com o PSC, PHS, PCB, PTC e PSDC.

Alcilene Cavalcante em 29 de março de 2010

Cartaz Revolução de Louvor 01

Prefeito Roberto Góes concedeu entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira, para esclarecer notícias que vinham sendo divulgadas na imprensa de que seria candidato a governador pelo PDT.

Roberto confirmou que recebeu convite pra ser o candidato, mas que ouviu amigos, familiares e populares e decidiu dar condução no mandato de prefeito.

E mais: Disse que seu candidato ao governo é Jorge Amanajás por entender que na política os compromissos de palavra devem ser honrados e que Jorge foi um dos primeiros a apoiá-lo na sua candidatura a prefeito.

A todos os irmãos e as irmãs da Igreja Católica e a todas as pessoas de boa vontade

Do Conselho Diocesano de Pastoral da Diocese de Macapá

Irmãos e irmãs caríssimos,

no dia seguinte à celebração da festa de São José, padroeiro da nossa diocese e do nosso estado, nos reunimos, com nosso Bispo, no Conselho Diocesano de Pastoral.

É nossa obrigação pastoral compartilhar com vocês os clamores e as angústias das muitas pessoas que procuram nossas comunidades e nossas pastorais para dizer a dor, o descaso e a humilhação que sofrem.

É o clamor das famílias dos 26 bebês que morreram na maternidade pública entre os dias 26 de dezembro e 8 de fevereiro. A proximidade com o Natal nos fez lembrar outra matança de inocentes que aconteceu no tempo do nosso padroeiro, São José.

É o clamor das famílias que sofreram por causa do atraso do início do ano letivo e da precariedade de várias escolas, sem merenda e sem condições de funcionar de forma satisfatória. Isso prejudicou duplamente os alunos: pela falta de merenda e pela redução das aulas, que nunca serão repostas.

Não podemos esquecer que tudo isso aconteceu logo após um carnaval marcado por denúncias e escândalos pela má aplicação de um grande volume de dinheiro público, fruto dos nossos impostos e que agora faz falta em outros setores, bem mais importantes para a população.

Ainda mais grave, é a recente denúncia do Ministério Público a respeito de 200 milhões de reais que teriam sido desviados na área de educação e que devem ser somados aos que foram desviados na saúde, na construção do novo aeroporto e em várias outras atividades.

É inaceitável o calvário dos doentes que precisam de tratamento fora do estado ou de remédios caros e não estão sendo atendidos. Alguns acabam morrendo sem receber os mínimos cuidados. A morte anunciada, prematura, dolorosa e trágica do garoto Danilo, representa todos eles.

A situação se agrava nos municípios e comunidades do interior e entre os povos indígenas, onde os serviços de saúde, educação, transporte e segurança são precários e insuficientes e onde se multiplicam as denúncias de má aplicação de recursos, enquanto cresce o abandono.

Tudo isso nos indigna e, sobretudo, nos entristece saber que reina, no meio do nosso povo, a sensação da impunidade para os crimes de violência contra o patrimônio público: desvio de recursos, grilagem de terras, desmatamentos ilegais, poluição das nossas águas.

Ainda não foram punidos os crimes eleitorais das eleições municipais de 2008 e já estão bem adiantadas as articulações para as próximas eleições gerais. Serão os mesmos denunciados de hoje a disputarem os votos da população daqui a poucos meses?

Ë nosso dever pastoral e eclesial proclamar com firmeza: “Deus não quer isso, não!”

Estamos iniciando a Semana Santa, na qual celebraremos a vitória da vida sobre a morte de Jesus que foi condenado por estar sempre ao lado dos mais pobres a serviço da justiça do Reino de Deus.

A liturgia da Semana Santa e a meditação da Campanha da Fraternidade pedem a nossa conversão:

Em primeiro lugar, precisamos mudar nosso coração: não podemos ser omissos ou coniventes com o que vem acontecendo no Amapá, em prejuízo do bem comum da população. A vida tem sempre o primeiro lugar antes de riquezas e vantagens pessoais: não podemos servir a dois senhores!

Como Diocese, devemos usar todos os espaços e ocasiões: celebrações, encontros, reuniões, estruturas e meios de comunicação, colocando-os a serviço da justiça, renovando sempre nosso compromisso de fidelidade aos mais pobres, aos excluídos e aos esquecidos. Não podemos calar em troca de benefícios e vantagens para nossas igrejas e comunidades. Não podemos ser omissos por medo de perseguição ou de retaliação.

Nossa missão de anunciar o Evangelho exige que sejamos porta-vozes da Palavra de Deus que nos convida a viver relações de amor e de fraternidade e, ao mesmo tempo, porta-vozes do clamor do povo, de seus lamentos e angústias, denunciando tudo que provoca violência e morte, sobretudo quando isso vem do poder público, obrigado a estar a serviço do bem comum.

Esta Semana Santa que iniciou com a memória do grito do povo dirigido a Jesus: “Salva-nos, Filho de Davi”, nos levará a assumir o compromisso de fazer como Ele fez: pondo-nos a serviço de todos e dando nossa vida para a vida de todos.

Que Jesus, morto e ressuscitado nos fortaleça e nos acompanhe neste compromisso de sermos suas testemunhas até os confins da terra.


Macapá, 28 de março de 2010, Domingo de Ramos.

Conselho Diocesano de Pastoral da Diocese de Macapá

Alcilene Cavalcante em 29 de março de 2010

Que ganhou doce festa de 1 ano de vida e alegrias.

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E olha a Sândala com filho rapaz, o Luis Felipe(poucolindo!).

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Alcilene Cavalcante em 28 de março de 2010

Por Ruy Smith – Deputado Estadual

Tem crescido o burburinho que Roberto Góes poderá ser o candidato ao governo nas eleições que se aproximam. Fontes diversas, única tese! A regra é disseminar entre os apoiadores do atual governo, que a única saída viável para manter o poder sob domínio do grupo da Harmonia seria a permanência de Waldez no cargo, apoiando RG. Esperam, os articuladores da estratégia covarde, mobilizar as opiniões dos cardeais do PDT e associados, e daí alcançar mais rapidamente as bases partidárias, e levá-las ao nível da comoção. A tese precisa transformar-se em apelo popular para que o governador seja convencido. E o tempo urge!

Ao escolherem o nome de Roberto, os covardes apenas buscam tornar mais atraente a isca aos olhos de Waldez, e de Roberto também. A justificativa do nome é que o atual prefeito possui aceitação popular e teria, pela ótica dos mentores do plano covarde, plenas condições de ganhar as eleições para o governo, se apoiado fosse pela máquina, e desde que Waldez fosse o piloto. Nessa estratégia, WG seria o grande comandante, a liderança identificada com a vontade das bases, ou seja, aquele a ser sacrificado.

A mão que afaga é a mesma que bate! O que esse grupo de articulação não diz, mas deixa exalar – a covardia tem um cheiro insuportável –, é que longe de estarem preocupados com o futuro do governador, ou do PDT, ou do projeto político, estão pensando em salvar a própria pele. Sabem que a saída de Waldez e a assunção de Pedro Paulo os colocará em situação difícil, na medida em que perderão os privilégios alcançados ao longo desses sete últimos anos. Para a manutenção das tolerâncias gozadas, portanto, estão dispostos a tudo, até a imolar em praça pública aquele que as propiciou.  Waldez foi o início e o meio, mas não o fim, raciocinam.

Waldez deve estar extremamente decepcionado. Depois de tantos anos, esperava ter ao seu redor um rebanho. Tem uma alcatéia.

Alcilene Cavalcante em 28 de março de 2010

Sábado foi dia de levar serviços a população da Cidade Nova e Perpétuo Socorro.

Promotor Paulo Veiga e Carol. Incansáveis

Promotor Paulo Veiga e Carol. Incansáveis

PJG Iaci Pelaes, procuradores Jair Quintas e Nicolau Crispino e promotora Maricélia

PJG Iaci Pelaes, procuradores Jair Quintas e Nicolau Crispino e promotora Maricélia

Meus queridos colegas de trabalho.

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Alcilene Cavalcante em 27 de março de 2010

Por João Silva – Jornalista

Toda vez que alguém vem ao Amapá e crítica alguma coisa que não vai bem, percebe-se uma reação em cadeia por parte de setores da mídia tucuju. Acho que isso precisa acabar por que não transmite aos outros uma ideia boa sobre a gente; podem pensar em imprensa alinhada ou em unanimidade suspeita, por exemplo – aquela que Nelson Rodrigues chamava de burra.

Longe de querer ferir suscetibilidades, mas não dar para ficar defendendo o indefensável ou querer tapar os raios do astro rei com a peneira da insensatez dessa defesa inútil, já que não leva a nada.

Técnico e jogador do Goiás que criticaram o “gramado” do Glicério Marques não foram acintosos e o fizeram com toda razão; poderiam ir mais fundo se resolvessem falar sobre as cabines de imprensa, as arquibancadas, a falta de conforto que desrespeita o estatuto do torcedor e os profissionais que trabalham para promover o futebol. O povo fica parece gado no campo e a crônica apertada parece sardinha em lata.

Não é de hoje que o “Glicerão” reclama obras que nunca são feitas ou foram feitas de forma paliativa, para quebrar um galho, vamos dizer assim. No início dos anos 90, sob pressão da imprensa, o prefeito João Capiberibe deu uma guaribada no “Gigante da Favela”,que tem história e histórias.

Na década de 60, em entrevista concedida à Revista do Esporte, logo depois de um amistoso do Fluminense em Macapá, o volante Edmilson, instado a apontar o melhor e o pior gramado do Brasil, disse à revista de circulação nacional que o pior ficava no Amapá, “um quadrado apelidado de campo de futebol”.

Negócio é o seguinte: crítica para ajudar tem que ser bem-vinda; e tem mais: ou melhoramos nosso nível de exigência ou vamos ouvir outras críticas; a palavra está com o Presidente da FAF, com os governantes do Amapá, com os deputados federais, os senadores, os vereadores que poderiam se unir para viabilizar a construção de um estádio digno das tradições do futebol que conquistou o primeiro Copão da Amazônia e produziu para o Brasil e o mundo jogadores como Palito, Biló, Lelé, Jason, Antônio Trevizzani, Tico-Tico, Marcelino, Bira e Aldo, os dois últimos exibindo em casa faixas de campeão brasileiro, um pelo Internacional, outro pelo Fluminense.

A reação de agora, muito parecida com aquela exercida contra matéria publicada no Esporte Espetacular, da TV Globo, de algum tempo atrás, serve para lembrar que vigora em setores emergentes da crônica uma mentalidade de defesa incondicional do prefeito, do governador, do grupo que dirige a Federação Amapaense de Futebol, e não pode ser assim por que isso gera atraso e acomodação; o que está errado é para ser dito e corrigido, sem traumas, sem melindres – ou a crítica não faz parte?

Numa decisão de campeonato, dois ou três anos atrás, o Prefeito João Henrique Pimentel, cercado por torcedores esperançosos, mostrava diante das câmeras da TV a maquete do novo Glicério Marques…Eu queria que saísse, mas eu sabia que aquilo era uma embromação, e não deu outra.

Isso pode mudar se houver cobrança, se a crônica encarar, como deve ser, a discussão aberta sobre o declínio dos clubes, por exemplo – ou não vale a pena lembrar as incertezas que rondam hoje os dois mais antigos do futebol amapaense, Macapá e Amapá, desprovidos de suas sedes sociais em nome de um projeto que não consegue avançar, além da triste imagem do Zerão abandonado e o Glicério Marques do jeitinho que motivou a crítica dos goianos?

Alcilene Cavalcante em 26 de março de 2010

Açaí, Bacaba

“Põe tapioca, põe farinha d’água”.

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Alcilene Cavalcante em 26 de março de 2010

Foi ontem a Audiência Pública na Assembléia Legislativa, para debater a situação e as dívidas do estado com a Amprev, que compromete no futuro a aposentadoria dos servidores públicos de todos os poderes.

A audiência foi marcada pelo deputado Camilo Capiberibe, em parceria com os sindicatos e associações de várias categorias de servidores públicos.

Pois preste atenção caríssimo servidor que desconta sua contribuição à Amprev em contra-cheque, todo santo mês!

Dos 24 deputados estaduais da devedora Assembléia Legislativa, só os deputados Camilo Capiberibe, Ruy Smith e Eider Pena, participaram da audiência.

Devem à Amprev o Governo do Estado, TJ, AL e TCE. Somente o Ministério Público não deve nada.

E, anota aí meu querido servidor, o governo do estado, que deve 130 milhões de reais, sequer mandou representante para a audiência.

Alcilene Cavalcante em 26 de março de 2010

Praça Veiga Cabral. 1953

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Alcilene Cavalcante em 26 de março de 2010

O empresário Jaime Nunes.

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Alcilene Cavalcante em 26 de março de 2010

O blog Karla Balieiro promoverá um dia de beauté! Escolhemos o sábado para que nossos clientes possam conhecer “de perto” nossos produtos Avon, em especial a linha de maquiagem!

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Para quem prefere pronta entrega será a oportunidade ideal de adquirir produtos, e com um dia inteiro para escolher os de sua preferência (aceitaremos Visa e Visa Electron).

As linhas Renew, Ideal Shade e Color Trend, estarão com ótimos preços e produtos estarão disponíveis para experimentação.

Algumas fragrâncias da Linha Internacional de Perfumaria também serão exibidas aos clientes, assim estes irão conhecer os novos aromas da marca e as parcerias que a Avon faz com grifes internacionais.

Para que você se sinta totalmente à vontade, ofereceremos breakfast (08:00 às 11:00) e happy hour (15:00 às 18:00) assinados por Cássio Balieiro e saborearemos um delicioso espumante para comemorar nosso encontro!

Karla em Paris, cultura, gastronomia, moda e beleza.

Karla em Paris, cultura, gastronomia, moda e beleza.

Endereço: Tv. do Goiabal, 814 – Cabralzinho

Dia: 27/03/2010

Horário: 08:00 às 18:00

Informações: 8112-9729

Alcilene Cavalcante em 26 de março de 2010

Deputada federal amapaense, Dalva Figueredo, é vice-líder do PT na Câmara dos Deputados.

Reconhecimento merecido a Dalva (Dalvinha para o Lula), que atua com fidelidade e disciplina nas questões partidárias e em defesa do PT e do governo petista.

Alcilene Cavalcante em 26 de março de 2010

Passageiros que chegavam a Macapá na quarta-feira tiveram um problema vôo, inusitado, digamos.

Os aviões vieram, mas não puderam aterrissar por que as luzes da pista do Aeroporto Internacional de Macapá, lá não estavam.

Minha nossa Senhora das Luzeszinhas! Sumiram as lâmpadas da pista de pouso. Dizem que roubaram.

Os aviões voltaram a Belém, e 2 outros vôos só decolaram de Belém muito mais tarde, depois do problema resolvido.

Pensa que acabou? Não!

Quando enfim as luzes apareceram, os vôos chegaram quase que ao mesmo tempo.

Aí da pra imaginar a vuca que ficou naquela sala de desembarque, com passageiros de quatro vôos esperando bagagem.

Como malandro é malandro e Mané é Mané, o novo aeroporto rendeu algumas eleições, o dinheiro foi roubado, o esqueleto da obra está se acabando e a gente pagando o pato.

Alcilene Cavalcante em 26 de março de 2010

Chefe Garcia manda avisar aos leitores, que amanhã, sábado, tem super-feijoada no seu bacanérrimo restaurante D.Garcia, em frente ao Ceap.

Sarau

sarau

Alcilene Cavalcante em 24 de março de 2010

Blog, com a ajuda e colaboração de seus qualificados e bem informados leitores, vai fazer o balanço W.

Nele, vamos listar o que o governador Waldez Góes fez, realizou, contruiu, (de verdade, não vale o que foi só na propaganda) nesses quase 8 anos de governo.

E também vamos relacionar o que ele prometeu fazer, mas não fez. E o que tempo exigia que fosse feito, mas não foi.

O balanço W é coisa séria, pessoal.

Vamos fazer um trabalho bacana, sério, produtivo, transparente, etc e tal.

Quem tem medinho de assinar seu nome, fica fora da brincadeira. De novo.

Podem analisar, listar e escrever na caixinha de comentários, ou enviar por e-mail. Será publicado no início de abril.

Quem topa ter participação no Balanço W?