CAÍ DO MUNDO E NÃO SEI COMO VOLTAR
Eduardo Galeano
Jornalista e escritor uruguaio
Em casa tínhamos um móvel com quatro gavetas. A primeira gaveta era para as toalhas de mesa e os panos de prato, a segunda para os talheres e a terceira e a quarta para tudo o que não fosse toalha ou talheres. E guardávamos… E as pilhas! As pilhas das primeiras Spica passavam do congelador ao telhado da casa. Por que não sabíamos bem se se devia dar calor ou frio para que durassem um pouco mais. Não nos resignávamos que terminasse sua vida útil, não podíamos acreditar que algo vivesse menos que um jasmim. As coisas não eram descartáveis. Eram guardáveis. Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis; também o matrimônio e até a amizade são descartáveis. Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas. Não vou misturar os temas, não vou dizer que ao eterno tornaram caduco e ao caduco fizeram eterno. Não vou dizer que aos velhos se declara a morte apenas começam a falhar em suas funções, que aos cônjuges se trocam por modelos mais novos, que as pessoas a que lhes falta alguma função se discrimina o que se valoriza aos mais bonitos, com brilhos, com brilhantina no cabelo e glamour. Eduardo Galeano * Jornalista e escritor uruguaio |
O sendor Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) é finalista no Prêmio Congresso em Foco, na categoria Melhor Senador. A primeira etapa foi definida com a votação dos jornaistas que cobrem o Congresso Nacional. Na segunda etapa quem vota são os internautas. O senador Randolfe está entre os 11 mais votados para a etapa final. Vote no link a seguir:
premiocongressoemfoco.com.br/Voto.aspx
A coordenadora da Bancada Federal, deputada Dalva Figueiredo (PT) firmou parceria com a Assembleia Legislativa do Amapá – AL para realização de seminário que debaterá os efeitos da ponte sobre o Rio Oiapoque. O presidente da AL, deputado Moisés Souza (PSC), recebeu Dalva no início da semana (22) e defendeu maior aproximação entre os paramentares amapaenses para evitar ações isoladas sobre o tema.
Em 15 de julho de 2005, os governos do Brasil e França firmaram acordo para a construção da ponte sobre o Rio Oiapoque, ligando a Guiana Francesa ao Estado do Amapá. Desde então, enquanto avançavam as obras da ponte em si (que já está pronta), bem como das condições de acesso rodoviário ao local, uma discussão permanente instalou-se no Estado: afinal, quais as vantagens e efeitos que essa integração trará para o Amapá?
Dalva é membro titular da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados e aprovou requerimento, assinado em conjunto com a deputada federal Janete Pietá (PT/SP), para realização de uma audiência pública que ocorrerá em Brasília, em data a ser definida, e um seminário sobre o mesmo tema, esse a ser realizado no Amapá, no dia 23 de setembro. “Trata-se de um evento oficial da Comissão e pedimos apoio da AL para que todos os parlamentares, bem como dirigentes e lideranças comunitárias possam participar. Esse debate precisa ser o mais amplo possível”, considera a parlamentar.
Oiapoque é o único município do Brasil, a ter, do ponto de vista físico, contato direto com a União Europeia. Para a deputada, essa aproximação, que embora represente uma vantagem comparativa, permanece distante das perspectivas de crescimento econômico na região “Nossa condição geopolítica tem que servir ao desenvolvimento e a integração regional. Atualmente, as relações desenvolvidas entre brasileiros e franceses, nas cidades de Oiapoque no Brasil, Saint George e Caiena, na Guiana, são intensos, mas não passam por projetos incentivados ou coordenados de integração”, avalia.
Tanto o seminário no Amapá, quanto a audiência pública em Brasília estão sendo organizados com a finalidade de apresentar propostas capazes de transformar este cenário, atualmente gerador de conflitos e paralisia econômica, em contextos que vejam nesta potencialidade alternativa real de desenvolvimento.
O presidente da AL, Moisés Souza, assegurou apoio irrestrito da Casa. “Por muito tempo sentimos certo distanciamento dos parlamentares federais e estaduais. Um tema como esse requer envolvimento de todos os atores, e a coordenação da Bancada Federal pode contar com a nossa mobilização e estrutura”, assegurou.
O seminário trará ao Estado liderança políticas nacionais e internacionais, bem como representantes dos grupos sociais diretamente afetados. “A integração não pode ser restrita apenas à parte física da obra, mas engloba ações de ordem cultural, étnicos, tecnológicas, desenvolvimento regional e social, com intercambio acadêmico de cooperação, especialmente no controle de doenças, migração e gestão ambiental. Todos esses aspectos serão contemplados no evento”, finaliza Dalva.
Serviço:
- O Seminário PONTE SOBRE O RIO OIAPOQUE, IMPACTOS ECONÔMICOS E SOCIAIS ocorrerá no dia 23 de setembro no plenário da Assembléia Legislativa do Amapá.
Ascom-Deputada Dalva Figueiredo
Curso de Gestão Cultural – O Instituto Itaú Cultural, em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura do Amapá (Secult) e a Universidade Aberta do Brasil, organiza o curso Gestão e Políticas Culturais. Direcionado a gestores públicos e privados e profissionais do setor cultural, o encontro acontece entre os dias 29 e 31 de agosto, 01 e 02 de setembro, no Auditório da Universidade Aberta do Brasil, na Escola Gabriel de Almeida Café. Informações e Inscrições: Secult Amapá Tel: (96) 3225-0103
Caesa começa troca de 67 km da rede de distribuição de água de Macapá – Para garantir qualidade no fornecimento de água à população de Macapá, o governo do Estado, através da Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa), dará início, a partir desta terça-feira, 23, em uma série de obras que representam investimentos de aproximadamente R$ 60 milhões. São 67 km de troca da rede de distribuição de água na capital amapaense, a serem executados pelo consórcio formado pelas construtoras Dan Hebert/Habitare.
Aí Piora – Médico e deputado Dalto Martins, denuncia que médicos especialistas estão deixando o Amapá por falta de condições de trabalho. Segundo Dalto, 10 ortopedistas, urologistas e outros, já deixaram o estado.
Piora mais ainda – Sindicato dos Médicos não está otimista quanto ao cumprimento de prazo por parte do Governo do Estado para regularizar os plantões médicos. O pagamento dos plantões está sendo feitos de maneira irregular, desde o governo passado, como complementação salarial. Da forma que está sendo pago, os médicos caem nas irregularidades que foram criadas pelo próprio estado, que paga 60 plantões, quando o mês tem 30 dias. Os médicos da emergência, segundo o Sindicato, podem parar de tirar plantões, até a situação ser regularizada. O assunto está previsto para ser resolvido através de TAC- Termo de Ajustamento de Condulta, assinado no Ministério Público pelo Governo, CRM e Sindicato do Médicos.
Por Marco Antonio Chagas, doutor em desenvolvimento socioambiental pelo NAEA/UFPA.
A hidrelétrica Cachoeira Caldeirão, prevista para integrar o sistema nacional, é a terceira mais viável hidrelétrica do Amapá, sendo superada apenas pela hidrelétrica de Ferreira Gomes e pela possível repotencilaização da hidrelétrica Coaracy Nunes. A viabilidade é calculada pela capacidade de gerar energia com impactos socioambientais reduzidos. A geração de energia será de 219 MW de potência instalada para um reservatório de 47,99 km2, sendo que 50% corresponde a própria calha do rio, não inundando áreas marginais do rio Araguari. Ou seja, o reservatório da hidrelétrica de Cachoeira Caldeirão terá apenas 24 km2 de terras alagadas. A hidrelétrica de Coaracy Nunes tem 78 MW para um reservatório de 24 km2 e a hidrelétrica de Ferreira Gomes 252 MW para 17,72 km2 de reservatório. Realmente, a hidrelétrica Ferreira Gomes é o “file” e precisa ser implantada com responsabilidade socioambiental.
Os reservatórios de hidrelétricas que operam a fio d´água apresentam boas condições hidrodinâmicas e devem dispor de um plano de conservação e uso múltiplo, instrumento de ordenamento obrigatório que tem por objetivo definir as atividades socioeconômicas que serão estimuladas na área do reservatório, como lazer, pesca e turismo.
O Estudo de Impacto Ambiental é o instrumento que atesta a viabilidade ambiental do empreendimento. Ou seja, faz o balanço dos impactos e sugere um conjunto de programas socioambientais para serem adotados pelo empreendedor em parceria com o governo e a sociedade civil. Esses programas têm o objetivo de minimizar os impactos negativos, potencializar os impactos positivos e contribuir para a melhoria da região onde o empreendimento irá operar.
Percebam a importância da presença do Governo e do controle social na implantação desses empreendimentos. Quanto ao Governo, ele é responsável pela gestão da maioria dos programas socioambientais, pois em que pese o papel de fomento do empreendedor, os programas são na verdade ações de políticas públicas e não podem ser tratadas como meras ações de responsabilidade do órgão ambiental.
No caso da sociedade civil, cabe a organização e o conhecimento dos compromissos pactuados quando da autorização para implantação do empreendimento, tendo a prerrogativa de acionar o Ministério Público quando entender que “algo está errado”. Um indicador negativo da instalação de um empreendimento é a quantidade de judicialização de ações. A judicialização significa incapacidade de negociação e sempre beneficia o lado mais forte.
Estou convencido de que nas regiões carentes somente o crescimento econômico trará, automaticamente, a preservação ambiental. Aliás, essa tese celebrada nos anos 90 e conhecida nos círculos econômicos como Curva Ambiental de Kuznets, ficou desgastada pela política ambiental dos EUA na era Bush, mas ganha força com a China e bem que poderia ser aplicada ao Amapá, estado preservacionista que se tornou intolerante a investimentos privados muito mais pela sua própria incompetência de gerenciá-los do que pela natureza de qualquer impacto socioambiental.
Os investimentos para a construção da hidrelétrica Cachoeira Caldeirão serão da ordem de R$ 1,4 bilhão com cerca de 2.100 empregos diretos no pico da obra. A hidrelétrica Ferreira Gomes está orçada em R$ 810 milhões com 2500 empregos diretos. Para investimentos em Programas Socioambientais estão previstos para Cachoeira Caldeirão cerca de R$ 50 milhões. A hidrelétrica de Ferreira Gomes, que já dispõe de Licença de Instalação, portanto, com Plano Básico Ambiental aprovado pelo órgão ambiental, os recursos para cumprimento dos programas socioambientais são da ordem de R$ 39.181.427,70.
Um dos impactos das hidrelétricas, em geral, é a afetação de populações ribeirinhas. Na área do reservatório da hidrelétrica de Cachoeira Caldeirão a palavra “ribeirinho” deve ser usada com critérios sociológicos, como aparece no Estudo de Impacto Ambiental. Essa palavra tem vários sentidos e no caso de Cachoeira Caldeirão, vários interesses.
Promover entre os ribeirinhos do Amapá o prazer da leitura de forma lúdica e expor diversas manifestações artísticas. Com este objetivo, arte- educadores do Movimento NossaCasa de Cultura e Cidadania estarão entre os dias 25 de agosto e 2 de setembro realizando uma verdadeira Pororoca Cultural no Rio Macacoari .
Para essa mochilada pelas comunidades São Tomé, Igarapé dos Porcos, Foz do Rio Macacoari e Carmo do Macacoari, todas no município de Itaubal (AP), a turma da NossaCasa convidou o Coletivo Arteliteratura Caimbé, de Roraima (www.caimbe.blogspot.com), representado pelo escritor Edgar Borges, que se encarregará de compartilhar um pouco da literatura roraimense com os ribeirinhos.
Além disso, haverá muita poesia; incentivo à leitura dos gibis doados na campanha de arrecadação feita pela NossaCasa (Confira nestre link: http://t.co/o5yJgoD); contação de histórias pelos mestres das comunidades; artReciclagem; exibição de filmes educativos; oficina de criação literária; audição de poesias; brincadeiras com o Palhaço Ribeirinho; exercício de comunicação livre, com a Rádia Megafônica NossaCasa; exposição fotográfica; oficina de fotografia e rodas de conversa sobre editais do Programa Mais Cultura do Ministério da Cultura – MinC.
A realização desta Pororoca Cultural é um das atividades do projeto Mochileiro Tuxaua Cultura Viva – Do Oiapoque ao Chuí, idealizado pelo arte-educador Jonas Banhos, premiado pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania Cultural, com o Prêmio Tuxaua Cultura Viva 2010. Esta foi a única iniciativa do Amapá selecionada pelo Ministério da Cultura, que contemplou 44 projetos de outros estados neste prêmio. Para conhecer mais sobre o projeto, acesse o blog Mochileiro Tuxaua: http://mochileirotuxaua.blogspot.com/p/projeto-mochileiro-tuxaua-cultura-viva.html .
Um Amapaense até morrer!
Dos duros tempos da ditadura
Surge uma doce figura,
De voz mansa e suave e que,
Em nada se assemelhava ao seu posto,
O posto de comandante.
Veio com uma missão e transformou esta terra
Num canteiro de obra em construção,
Foi firme, porém limpo, com seus adversários e
Com os amigos, sempre terno, fiel e protetor,
Com trajetória de insterventor a governador.
O velho lobo dos mares por aqui ancorou,
Trouxe em sua bagagem, muita dedicação,
Estimulou o esporte e investiu em saúde e educação,
Veio como um militar para cumprir uma missão,
E com a sua intuição visionária, tornou-se um político
Para construir um Estado,
Diferente de outros que por aqui aportaram, que
Do estado se aproveitaram e se eternizaram político.
O comandante foi odiado, foi amado e foi traído,
Odiado pelos adversários politicos, amado pela população e
Traído por alguns que se diziam amigos.
Essas adversidades não lhe tiraram o foco,
Lutou por este povo, enquanto forças teve.
Deixou um legado de obras, deixou este estado,órfão e
Num último respiro de amor pelo amapá, disse:
Digam ao meu povo, que fico. Aqui é meu lugar,
Quero ser enterrado no Amapá.
(Por: Emanuel Vaz)
A Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) vem a público repudiar a decisão da direção da Rádio 102FM, de não autorizar a participação do presidente José Ramalho em programa veiculado, no domingo, 21, pela manhã, conforme informado pela produção do programa.
A emissora pertencente ao Sistema Beija Flor, de propriedade da família do senador Gilvan Borges, surpreende pela atitude antidemocrática e que fere a legislação e a própria Constituição Federal, estabelece no art. 21, incisos, XI e XII , de que a concessão pública deve assegurar a prestação de serviços de informações por entidades de direito privado, através de rede pública de telecomunicações.
Neste caso da CEA, a Rádio 102FM está prestando um desserviço à sociedade quando impede a divulgação de notícia de interesse público como a proposta para solucionar o endividamento da Companhia, encaminhada pelo governador do Estado do Amapá, Camilo Capiberibe, para o Ministério da Minas e Energia(MME).
A CEA torna pública sua indignação, pois sua Diretoria acredita que os meios de comunicação social devem ser libertadores e servir como ferramentas de transformação da sociedade e de promoção dos direitos humanos.
Soube que o senador Geovani Borges estaria entrando com recursos para protelar a posse de João Capiberibe e permanecer na cadeira de senador. Os jornais locais dizem que está só começando uma grande briga jurídica.
Mas, como assim, Bial? Quantos votos o Geovani Borges teve?
Durante a campanha eleitoral de 2010, eram vários os deputados federais e candidatos para o cargo que falavam “de suas lutas” para que os servidores do primeiro concurso do estado, conhecidos como 992 fossem transferidos para os quadros da união. Já tem decisão judicial reconhecendo que quando esses servidores prestaram concurso, o estado do Amapá estava criado, mas não instalado, por isso os servidores devem voltar aos quadros.
A GRA já checou toda a documentação de todos os servidores.
Mas passou a campanha eleitoral e agora ninguém mais falou no assunto.
Estamos de olho, seus bonitinhos.
Saber que nosso senador Randolfe Rodrigues ficou em sétimo lugar no Prêmio Congresso em Foco dos melhores senadores do Brasil. O prêmio resulta da avaliação de jornalistas que cobrem as atividades do Congresso Nacional, e elegem os melhores parlamentares.
Em seis meses de mandato Randolfe levantou bandeiras importantes para o país e para seu estado como a repactuação do Fundo de Participação dos Estados – FPE, seu primeiro projeto de Lei, que pretende fazer justiça às unidades da federação com maiores dificuldades de arrecadação e menores índices sociais, trazendo mais R$ 600 milhões por ano para o Amapá. Propôs e conseguiu aprovação para a CPI do ECAD, atendendo ao clamor de milhares de compositores e produtores culturais brasileiros excluídos do nebuloso sistema de arrecadação e distribuição de direitos autorais; integra com dedicação a Frente Parlamentar de Combate à Corrupção, apoiando as ações da presidente Dilma Roussef e dos órgãos de fiscalização do dinheiro público; atua fortemente para solucionar os problemas diplomáticos entre a França e o Brasil na fronteira do Amapá com a Guiana Francesa. Nesse sentido, trabalha pela constituição do arco norte de desenvolvimento para a Amazônia, envolvendo os países do platô das guianas, a Venezuela e o Caribe.
Sem falar que ele tem um discurso que encanta a todos no congresso.
Membros do Ministério Público do Amapá elegeram três novos componentes do Conselho Superior da Instituição nesta sexta feira, 19. O Colegiado trata dos princípios institucionais, em especial da movimentação na carreira (promoção e remoção de membros), e homologa o arquivamento de inquéritos civis públicos, aprovação de normas e programa do concurso para ingresso na carreira.
O órgão é formado pela procuradora-geral de Justiça, Ivana Lúcia Franco Cei, que preside o Conselho, pelo corregedor-geral do MP-AP, Jayme Henrique, e por outros três membros escolhidos pela classe para o mandato de dois anos.
Foram eleitos os seguintes procuradores de Justiça:
- Dra. Judith Teles com 44,59% dos votos.
- Dr. Márcio Augusto Alves com 44,59% dos votos.
- Dra. Raimunda Clara Banha Picanço com 31,42% dos votos.
Os três Procuradores escolhidos irão preencher as vagas decorrentes da saída de três membros efetivos, em razão do término do mandato. A eleição foi presidida pela procuradora-geral de Justiça, Ivana Cei e auxiliada pela procuradora de Justiça Estela Sá e pela promotora de Justiça Eldete Aguiar. ( Ascom-MP)
Manhã de domingo em Macapá.
No sábado a noite, na esquina da Hamilton Silva com Almirante Barroso, mais um acidente. Toda semana tem um.
Acidente de carro, no domingo pela manhã, com uma cidade quase vazia, é demais, né não?
Eu não consigo entender por que tanto acidente de trânsito em Macapá.
Quem sabe, escreve aí.
Militância do PSB e eleitores de Capi, recebem o senador no aeroporto de Macapá, às 13 horas de hoje, sexta-feira e seguem em carreata pela cidade.
A festa é pela decisão do STF que garante a Capiberibe a posse no cargo de senador da República.
Professora Marcivânia, que assumiu por alguns meses a vaga de deputada federal, deve assumir em breve o cargo de superintende do Incra do Amapá, indicada pelo Diretório Nacional do PT.
Mas pode ficar no cargo somente alguns meses, pois segue candidatíssima à Prefeitura de Santana.









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Bom dia..Ouvi excelente e esclarecedora entrevista d adv. Marcelo Leal no Café com Notícias.. -