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Repiquete no Meio do Mundo

Um blog feito na esquina do Rio Amazonas com a Linha do Equador, no Amapá.

Faleceu o empresário Idevan, da Bizzum da Pizza. Macapá perde um empreendedor criativo.

Alcilene Cavalcante em 08 de novembro de 2016

Um dia de imensa tristeza para Macapá e de luto para o bairro Jesus de Nazaré.

Faleceu o Idevan. Dono da Bizzum da Pizza e filho dos donos da tradicional sorveteria Jesus de Nazaré. Amigo, empreendedor, criativo, feliz.

Desde criança, parte da paisagem do bairro Jesus de Nazaré, sempre ajudando seu Winter na sorveteria, e depois criando maravilhosos sabores de sorvete, que com alegria, apresentava aos clientes para provar o que estava testando.

Depois Idevan abriu, com sua Lica, a Bizzum da Pizza. Cuidou de cada detalhe da perfeita decoração, que todo tempo ganhava um detalhe novo. Primava pela qualidade dos produtos, e digo sem medo de errar, que suas pizzas e massas estão bem colocadas entre as melhores do Brasil.

Gostava de atender os clientes. De sugerir os pratos novos. De falar da vida, de Macapá, da economia e dos negócios.

A que vos posta era grande admiradora do trabalho e da personalidade de Idevan. E está bem triste com sua partida.

Que Deus conforte e console a Lica, Gabriel, seus pais, irmãos, funcionários da Bizzum, e seus muitos amigos.

Vai com Deus “Devan”. Os que ficam vão chorar de saudades, mas o céu ficará mais gostoso e alegre com a sua presença.

Idervan com sua Lica

Idervan com sua Lica

 

O corpo de Idervan deve chegar de São José do Rio Preto, onde faleceu, somente na próxima madrugada. Assim que tivermos informações do velório postamos aqui.

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Dia de Preto

Alcilene Cavalcante em 03 de novembro de 2016

Dia de Preto. Hoje o amado e primogênito sobrinho, Allan Cavalcante, pra mim eternamente Preto, faz aniversário.E isso é motivo de muita alegria.

Me fez ser tia, ainda quase criança, e eu amei e curti muito isso. E desde lá temos uma relação intensa de afeto e companheirismo. Admiro demais esse cara: alegre, festivo, trabalhador, daqueles pra quem o tempo sempre é bom, honesto, gosta das mesmas músicas que eu, de cozinhar como eu e comigo, e que além de piloto da Transpetro, é colega administrador.

Te amo muito, filho! Vc é merecedor de muitas felicidades e conquistas. Saúde e paz na sua vida hoje e sempre. ️️🍾🍾🍾🍾
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Gilvan. Um político derrotado

Alcilene Cavalcante em 01 de novembro de 2016

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Com uma campanha agressiva, mentirosa e perdida, Gilvan Borges se apresentou ao eleitor de Macapá com um discurso atrasado e não republicano (tipo, sou amigo das autoridades).

Foi aos debates despreparado, onde não parecia alguém que teve importante cargo legislativo por tantos anos, e hora era um personagem ofensivo, hora galhofeiro, flertando o tempo todo com o ridículo.

Pesado. Não era páreo para o leve Clécio.

Sem conseguir durante toda a campanha mostrar alguma coisa que tenha feito em quase 20 anos de mandato, acumulou mais uma derrota. A última vez que Gilvan ganhou uma eleição foi em 1994. Há 22 anos.

Vejam o desempenho eleitoral de Gilvan:

1998 – Candidato ao governo, perdeu no primeiro turno.

2002 – Candidato ao senado, perdeu para Papaléo e Capiberibe. Inconformado com a derrota, trabalhou para tomar no tapetão o mandato de Capi, conseguido nas urnas.

2010 – Candidato ao senado, perdeu para Randolfe e Capiberibe.

2014 – Candidato ao senado, perdeu para Davi Alcolumbre.

2016 – Candidato a prefeito, perdeu para Clécio.

É Gilvan. O mal que você planta, volta pra você em forma de derrotas eleitorais.

Você, que tira o mandato alheio. Você, que usa suas rádios para enxovalhar a honra das pessoas e dos adversários. Você que usou seus assessores, servidores públicos do senado, para processar quem criticava aquele que lhe deu de presente um mandato que não era seu, submetendo tantos a dívidas injustas, não aproveitou o poder político para promover conquistas coletivas e nem para promover debates políticos honestos.

Por isso, a sociedade que você teima em querer representar, lhe rejeita eleição após eleição.

Ei, Psiu! Você perdeu!

 

Esses três ai da foto já derrotaram Gilvan em diferentes eleições.

Esses três ai da foto já derrotaram Gilvan em diferentes eleições.

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E o PSB, hein?

Alcilene Cavalcante em 01 de novembro de 2016

O pior para o PSB não foi à derrota do primeiro turno.

O que foi ruim, ficou pior. A posição de neutralidade aprovada pela executiva do partido foi desastrosa. Afinal eram dois projetos políticos bem diferentes e dois candidatos com perfis muuuuuito diferentes.

Sendo que um deles, Gilvan, é um dos maiores adversários do PSB. Foi ele que junto com seu padrinho Sarney, tomou no tapetão o mandato de Capi quando este venceu Gilvan parar o senado. E seu conglomerado de emissoras de rádio e TV quase destruíram a imagem de Capiberibe e do que tinha sido seu governo. E passaram os quatro anos do governo de Camilo, desgastando a gestão e a imagem de Camilo.

Do outro lado estava Clécio, que mesmo com Camilo amargando uma alta rejeição, foi um dos primeiros a pular no seu palanque e lhe apoiar em 2014.

Os militantes e eleitores não entenderam. E cada um seguiu sua escolha eleitoral.

Conclusão:

A direção ficou isolada na posição de neutralidade.

Os vereadores, que não se reelegeram, apoiaram Gilvan. Alguns ainda se prestaram ao papel ridículo de ajudar Gilvan, fazendo denúncias eleitoreiras que tiveram efeito Zero na campanha de Clécio, e mostraram que a credibilidade deles estava sob suspeição.

Já os militantes e eleitores, em sua imensa maioria, obviamente, optaram por Clécio. O eleitor do PSB é um eleitor com senso crítico.

Manobra perigosa essa do PSB.

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Waldez diz que está aberta a temporada de diálogo e trabalho intenso pelo Amapá

Alcilene Cavalcante em 01 de novembro de 2016

O governador do Amapá, Waldez Góes, avalia como positivo o resultado das eleições municipais no Amapá, concluídas no domingo, 30, com a decisão do segundo turno em Macapá. Para o governador amapaense, o novo sistema de financiamento eleitoral adotado em 2016 permitiu uma campanha mais limpa em todos os sentidos.

“A disputa entre os candidatos foi mais equilibrada, com menos influência do poder econômico, e também com menos poluição visual nas ruas”, analisa Waldez. “Essas mudanças não foram apenas na forma de fazer política, mas, principalmente, na consciência crítica e coletiva da população”, completa.

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Cabelos do Bem

Alcilene Cavalcante em 01 de novembro de 2016

Rotary Club de Santana encerrou o outubro Rosa com a ação “Cabelos do Bem”, que arrecadou cabelos naturais de voluntárias, que doaram para confecção de perucas para mulheres em tratamentos de quimioterapia.

Colega de trabalho do MP-AP, Lourdes Mota, foi uma das voluntárias na doação de cabelos.

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O novo jeito de fazer política foi aprovado pela pela população de Macapá. Que reelegeu Clécio

Alcilene Cavalcante em 31 de outubro de 2016

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Com uma campanha simples, mas correta. Sem escorregar na baixaria. Sem enganar a população, Clécio só cresceu, consolidando a vitória a cada dia de campanha.

A população deu o recado: Disse não às ofensas, não às oligarquias, não à discursos arcaicos e a velha maneira de fazer política.

O jovem e preparado prefeito de Macapá, firmou o corpo, e nenhum ataque lhe arranhou e nenhuma falsa denuncia lhe abateu, porque ele optou por fazer política dialogando de forma honesta com a população.

Como ele disse, ainda há muito por fazer. Macapá é uma capital onde habita mais de 60% da população. E por anos foi desorganizada, roubada, e não teve investimentos em gestão.

E Clécio ainda teve que enfrentar, como prefeito, uma das maiores crises já vividas pelas cidades. Com humildade para reconhecer que nesse ambiente não era possível fazer tudo, Clécio conquistou a confiança da população da cidade que governa.

De minha parte, acredito que Clécio se puder faz muito mais. É competente, trabalhador, honesto e faz a política verdadeira. Admiro isso nos líderes.

Pra registrar

Essa foi a melhor campanha que já vivi. Não porque o candidato que eu votava venceu. Eleições a gente ganha e perde. Mas por ter sido uma campanha sem grandes elementos de marketing, como milhões de bandeiras, grandes caminhadas, carreatas, comícios, guerra de bandeiras nas pontes e guerra de militantes nas portas das escolas.

Foi um campanha muito mais reflexiva.

Ah! E nessa campanha também não teve a chatíssima ditadura das cores. Azul e amarelo eram apenas cores. Como verde, vermelho ou cor-de-rosa.

Os eleitores de Clécio vestiam todas as cores.

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As causas da vitória de Clécio

Alcilene Cavalcante em 31 de outubro de 2016

*Charles Chelala. Economista, Mestre em Desenvolvimento Regional

Estas eleições foram repletas de elementos interessantes, os quais eu gostaria de comentar, sem a pretensão de esgotar o assunto e nem me propondo a ser imparcial, uma vez que estive na coordenação da campanha vitoriosa de Clécio Luís.

Estou convencido que a vitória se construiu fundamentalmente porque se acertou na política,  ou seja, na linha de argumentação traçada e colocada ao eleitor, que pode ser resumida a três ideias-força: 1. capitalizar os avanços obtidos no primeiro mandato;  2. se apresentar como o mais apto a conduzir a prefeitura nestes difíceis momentos de crise e; 3. comparar os modelos de gestão da prefeitura e do governo do Estado.

Não foi uma decisão fácil, tínhamos pesquisas que apontavam elevada desaprovação da administração da prefeitura, mas acabamos por optar por aquela que se mostrou correta. Assim, os programas de TV e a linha geral da campanha tinham que primeiro demonstrar as realizações da gestão – e havia muito o que se resgatar – e segundo, conquistar os eleitores para a ideia de que o trabalho teria que continuar, alertando para o risco que seria caso o grupo que governa o estado assumisse a prefeitura.

Quanto às posições dos adversários no primeiro turno, Aline Gurgel veio com um belo programa de TV e tentou ocupar a chamada “terceira via”, chegando a esboçar um certo crescimento, mas esta não era a eleição para tal linha (como foi a de 2012, por exemplo). Promotor Moisés surfou na onda antipolítica e de moralização, mas tinha muito pouco tempo de TV e reduzida capilaridade. Genival foi o “Genival” e cresceu no voto de protesto. O PSB apresentou Ruy Smith, um excelente candidato, com profundo preparo técnico e experiência, mas errou no posicionamento ao tentar disputar o espaço de oposição ferrenha a Clécio, além de se mostrar isolado. Já o PT, creio que não deveria ter lançado candidatura própria neste pleito.

Passou para o segundo turno o candidato mais autêntico da oposição e que tinha o apoio da máquina do governo do Estado. Há que se destacar que o vice Adiomar Veronese fortaleceu a campanha do PMDB, dando-lhe um ar de competência e reduzindo a rejeição que Gilvam traz consigo por representar tudo de mais arcaico que há na política. Mas, a exemplo de 2010 com Jaime Nunes, parece que o povo vê com certa desconfiança a entrada de empresários no jogo eleitoral.

Foi curioso observar que, no segundo turno, a campanha de Gilvam  trouxe para o centro de sua linha a palavra “verdade” e focou a artilharia em tentar destruir a mensagem já consolidada dos avanços da prefeitura. Decisão arriscada que se mostrou infrutífera: nossas pesquisas demonstravam que o pior atributo de Gilvam era justamente a sua credibilidade (como colar a palavra “verdade” nele?), além de exigir um excesso de agressividade na campanha que, quase sempre, perde mais quem bate do que quem apanha.

Há ainda a questão dos apoios. Hoje apenas três políticos transferem votos no Amapá (medido por pesquisas): Senador Randolfe disparado, Senador Davi e Promotor Moisés. Já Sarney, Waldez, Capi, Camilo, Jorge, Aline, etc… todos os demais tiram mais votos do que adicionam. Por isso Gilvam ocultou Sarney, Waldez e outros debaixo do palanque durante toda a campanha.

Finalmente, ressalto a figura do Candidato Clécio, que tem uma sintonia impressionante com o eleitor, apresenta uma sinceridade incomum a políticos tradicionais e consegue reunir excelente preparo técnico com uma profunda sensibilidade política.

Enfim, foi uma vitória da política acertada, com os apoios corretos e com o candidato certo. Redobra a responsabilidade deste grupo político tanto em relação à gestão da capital quanto ao futuro do Amapá.

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Alcilene Cavalcante em 29 de outubro de 2016

De ontem, após o debate na TV Amapá. É bom sentir orgulho de seu candidato. E eu tenho de Clécio. Ele é preparado, mas humilde, íntegro, faz a boa política, e é um bom gestor. A população de Macapá compreendeu a mensagem de Clecio, que governa em tempo de crise. E mostra que apoia esse novo jeito de fazer política e de governar. E faz Clécio chegar ao dia da eleição com 22% à frente do adversário. #faltapouco #macapa
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