Repiquete no Meio do Mundo

Um blog feito na esquina do Rio Amazonas com a Linha do Equador, no Amapá.

Macapá ganha hoje seu primeiro CEU das Artes

Alcilene Cavalcante em 15 de dezembro de 2014

Prefeitura de Macapá e Governo Federal inauguram o primeiro CEU das Artes do Amapá

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Através de parceria como Governo Federal, a Prefeitura Municipal de Macapá inaugura hoje, segunda-feira, o 1º Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU das Artes) do estado do Amapá. A ministra da Cultura, Ana Cristina Wanzeler, participa da inauguração. Das 14h às 21h, o espaço se encherá de vida com atividades culturais e esportivas, ações sociais e shows artísticos.

O CEU das Artes é um espaço público que contempla programas e ações culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais, políticas de prevenção à violência e de inclusão digital, para promover a cidadania. Sua inauguração amenizará a carência de espaços destinados à produção, difusão e consumo de bens, produtos e serviços culturais no Amapá.

A obra faz parte do programa “Praça da Juventude”, do Governo Federal, voltado para a construção de praças, espaços esportivos e culturais. No Amapá a obra foi ampliada e ganhou outros espaços, devido a recursos de projetos do deputado federal Evandro Milhomem (PCdoB) e do senador Randolfe Rodrigues (Psol).

 

Espaços

O CEU das Artes conta com quadra coberta, área para ginástica, duas salas multiuso, pista de skate, playground, cine-teatro, auditório, telecentro para inclusão digital, biblioteca, além do Centro de Referência em Assistência Social (Cras). Tem ainda estacionamento, piso tátil, pista para caminhadas e equipamento de ginástica.

 

Projeto de ocupação  

A Cia. Ói Nóiz Akí foi a entidade selecionada pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), através do edital Funarte de ocupação dos CEUS das Artes, para a primeira ocupação do referido espaço, que terá duração de seis meses. Nele será executado o projeto ÓI NÓIZ AKÍ/ Descoberta e Formação de Valores, que disponibilizará gratuitamente aos moradores da zona norte de Macapá oficinas nas linguagens de circo, dança, teatro e música, além de exposições de artes visuais e atividades cineclubistas.

AINDA HÁ PROMOTORES DE JUSTIÇA NO AMAPÁ!

Alcilene Cavalcante em 14 de dezembro de 2014

* MÁRCIO AUGUSTO ALVES . Procurador de Justiça do MP-AP

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No ano de 1745, o rei da Prússia (hoje Alemanha) mandou construir o castelo de Sans-Souci. Entretanto, para que a obra prosseguisse, seria necessário se retirar, da área de entorno, uma velha serralheria.

O moleiro, porém, não aceitou o “convite” para se retirar do local, tendo o rei (Frederico II, “O Grande”), no alto de sua autoridade e poder, lhe ameaçado de expulsão, dizendo-lhe que, inclusive, poderia confiscar suas terras, se quisesse, sem qualquer indenização.

Para surpresa e história, o pobre moleiro decidiu enfrentar a situação, e bradou a notável frase: “Il y a juges à Berlin” (Ainda há juízes em Berlin).

Séculos depois, em nosso “rico torrão do Amapá”, ouso comparar e parafrasear o ocorrido na Alemanha, com um fato heroico e histórico, ocorrido em nosso Ministério Público do Amapá, do qual foram atores alguns “guerreiros” Promotores e Procuradores de Justiça.

Reporto-me ao dia 05 de dezembro pretérito (sexta-feira), quando, em sinal de força, coragem, unidade e amor à Instituição, esses Promotores “guerreiros”, de braços cerrados e firmes, à frente da Procuradoria-Geral de Justiça, decidiram, por amor à legalidade e em respeito à decisão do Ministro Luiz Fux, do STF, que havia concedido uma liminar “ad referendum” do Plenário daquela Corte Suprema, atendendo pedido da Procuradoria Geral da República, em ADIN, para sustar os efeitos do Decreto Legislativo nº 547/14, da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá, não permitindo que um mandado de busca e apreensão à urna na qual estavam sendo depositados os votos de todos os membros do Ministério Público, para a escolha do futuro Procurador-Geral de Justiça fosse cumprido, por considerarem a ordem, oriunda de um desembargador do TJ/AP, afrontosa à decisão do Ministro do STF.

A discussão jurídica do fato é o que menos importa aqui, pois esta será resolvida pelo STF, no porvir. O que importa (na fotografia), é observarmos a galhardia, a coragem, a determinação, a firmeza e o amor ao Ministério Público que esses “guerreiros” protagonizaram naquele momento.

Paulo diria que eles: “combateram o bom combate.”

E hoje, 14 de dezembro, dia em que se comemora o Dia Nacional do Ministério Público brasileiro, queremos, honrosamente, lançar nosso muito obrigado a esses “moleiros da justiça”, que com um gesto simples e simbólico, fortaleceram inconscientemente esse glorioso e aguerrido defensor da sociedade amapaense e brasileira, que é o Ministério Público.

 

Natal na M.Officer

Alcilene Cavalcante em 14 de dezembro de 2014

Neste Natal, os melhores presentes e as melhores produções, e com os melhores preços, estão na M. Officer.

A coleção Primavera Verão está linda, colorida, atraente e com preços irresistíveis. Passa lá!

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Mas não cansam de levar taca!

Alcilene Cavalcante em 12 de dezembro de 2014

CNMP arquiva reclamação de deputado Edinho Duarte contra membros do MP-AP

A Corregedoria Nacional do Ministério Público determinou arquivamento de reclamação disciplinar feita pelo deputado estadual Edinho Duarte contra a procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Amapá, Ivana Cei, e mais quatro membros da instituição, por ausência de qualquer elemento que indicasse falta funcional.

Além de Ivana Cei, a diretora-geral do MP-AP, promotora de Justiça Eldete Aguiar e os promotores Afonso Guimarães, André Araújo e João Furlan, que fazem parte do Núcleo de Combate à Corrupção do MP-AP, estavam sendo acusados pelo parlamentar (denunciado em inúmeras ações decorrentes da “Operação Eclésia) de terem cometido falta funcional com fim de obter acordo de delação premiada.

Edinho Duarte levantou suspeita irresponsável e caluniosa sobre o processo de compra do imóvel, situado na Rodovia do Curiaú, onde funciona o Divisão de Transportes e a garagem oficial do MP-AP. O parlamentar disse que a PGJ adquiriu o bem por valor acima do praticado no mercado.

Longe disso, ficou comprovado, a partir da avaliação feita por instituições bancárias e imobiliárias, que o valor pago pelo MP-AP, R$925.000,00 (novecentos e vinte e cinco mil reais), ficou abaixo da cotação realizada por instituições bancárias e imobiliárias. O mesmo bem, por exemplo, foi avaliado pela Caixa Econômica Federal em R$1.560.000,00 (um milhão e quinhentos e sessenta mil reais).

“Tais informações afastam qualquer suposição de que o valor pago pela Administração Superior do Ministério Público do Estado do Amapá estivesse acima do valor de mercado”, destaca trecho do relatório apresentado pelo promotor de Justiça (MPPR) Rodrigo Leite Cabral, membro auxiliar da Corregedoria Nacional.

O Parlamentar insinuou ainda, que o proprietário do imóvel, senhor Marlon da Costa Borges, teria sido beneficiado por assinar acordo de delação premiada no curso da “Operação Eclésia”, investigação que revelou uma série de esquemas para desvio de dinheiro público praticados pela atual gestão da Assembleia Legislativa do Amapá, cujos prejuízos ao erário ultrapassam R$ 45 milhões (quarenta e cinco milhões de reais).

O fato é que o imóvel foi adquirido pelo MP-AP em novembro de 2013, um ano e cinco meses depois do acordo de delação, assinado em junho de 2012. “Além disso, o imóvel objeto da presente reclamação já estava à venda pela empresa Capital Imóveis desde o dia 03/03/2011, portanto antes da “Operação Eclésia”, que iniciou-se em maio de 2012 e que levou Marlon à delação premiada”, (fls. 818/824 – dos autos n.1021/2014-56 do Conselho Nacional do Ministério Público(CNMP).

” Respondemos a reclamação disciplinar e confrontamos os fatos narrados pelo deputado. Foram acusações irresponsáveis sobre a nossa atuação, mas comprovamos que não houve qualquer irregularidade em nossas condutas e por essa razão, a Corregedoria Nacional determinou o arquivamento do processo. Esperamos que o parlamentar faça o mesmo nas inúmeras ações penais que pesam contra ele e, que ao final do devido processo legal, a justiça seja feita”, frisou Ivana Cei.

Com base no relatório da Corregedoria Nacional e no conjunto de provas apresentado ao longo do processo os membros do MP-AP ingressarão com todas as medidas judiciais cabíveis contra o parlamentar.

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Davi Alcolumbre será o novo coordenador da Bancada Federal

Alcilene Cavalcante em 10 de dezembro de 2014

Deputado Federal e senador eleito, Davi Alcolumbre foi escolhido na tarde desta quarta-feira, como novo coordenador da Bancada Parlamentar Federal do Amapá.

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Seu anúncio visto diariamente por mais de 15 mil pessoas

Alcilene Cavalcante em 10 de dezembro de 2014

Aproveite o Natal pra conhecer as vantagens e o custo-benefício de anunciar na internet: Baixo custo de produção e veiculação. Seu anuncio 24 horas no ar. Em um clique, seu anuncio e sua empresa são encontrados pelos sites de busca.

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Da Coluna From, de Luiz Melo

Alcilene Cavalcante em 10 de dezembro de 2014

Gancho

Decisão de Dias Toffoli, do STF, mantém afastamento de Constantino Brahuna do Tjap.

É acusado de vazar informações processuais sigilosas.

Eleição no TCE

Alcilene Cavalcante em 10 de dezembro de 2014

Nessa quarta-feira tem eleição para a presidência do Tribunal de Contas do Estado. Conselheira Maria Elizabet é candidata à reeleição. Até agora é chapa única, mas no TCE podem ser inscritas chapas até a hora da eleição.

Atualização da Hora

Conselheira Maria Elizabeth Picanço foi reeleita para o cargo de presidente do TCE, em chapa única.

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Pelo twitter

Alcilene Cavalcante em 10 de dezembro de 2014

“Aprovação da prestação de contas de Davi enterra de vez o sonho de Gilvam e da operação cavalo doido 2, a missão”.

Jornalista Paulo Silva

Fica longe, mano!

Alcilene Cavalcante em 10 de dezembro de 2014

Ministério Público eleitoral pediu o afastamento do prefeito de Santana, Robson Rocha, por coação a testemunhas. Trata-se do caso de investigação por suposto crime eleitoral para beneficiar os candidatos Marcos Reátegui e Mira Rocha.

A juíza eleitoral Eleusa Muniz atendeu parcialmente o pedido do MPE. Não afastou Robson, mas determinou, sob pena de desobediência, que ele não tenha qualquer contato, mesmo indiretos, com as testemunhas do caso.

Prepara. É nesse domingo a corrida do MP

Alcilene Cavalcante em 10 de dezembro de 2014

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Como assim, Bial?

Alcilene Cavalcante em 10 de dezembro de 2014

Baphos no meio jurídico de quem um advogado sumiu com o processo de uma deputada eleita, para impedir que ela fosse julgada criminalmente pelo TJAP antes da diplomação.

Repiquete é Memória

Alcilene Cavalcante em 10 de dezembro de 2014

Padre José Busato, que hoje mora na Itália, entrevistando o Bispo D. Luiz Vieira, que hoje é arcebispo de Manaus.

1991 Pe José Busato entrevistando o Bispo Dom Luis  Soares -

Festa Cazamigas

Alcilene Cavalcante em 10 de dezembro de 2014

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Tempo de Confraternizações

Alcilene Cavalcante em 10 de dezembro de 2014

Juíza Alaíde e médica Edcleuza.

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João Gomes, de arco e flecha, incrusta na poesia

Alcilene Cavalcante em 10 de dezembro de 2014

* Roger Normando.

Para que morras com a flecha encravada no peito

e a minha carne sangre por ti,
atravessei a tempestade

Joãozinho Gomes, em : “A flecha passa e poemas diversos”

Se o poema credencia às artes, então sábado 6, quem esteve em Macapá, chão Waiãpi entre a fortaleza de São José e o Curiaú, celebrou a canonização de um poeta. Eis que se apresentou Joãozinho Gomes, tomando pelo ombro o poente nas cores do milagre de ser poeta de poesia.

Joãozinho foi de arco retesado e flecha alvissareira para lançar palavras ao infinito devasso da página em branco. O título, “A Flecha passa e poemas diversos”, nasce da necessidade de se ocupar os espaços vazios com os passos esparsos do tempo em que cavalgou no rastro de sua órbita de compositor (Diga lá Nilson Chaves, Zeca Baleiro, Patrícia Bastos, Zé Miguel e tantos). Se a flecha passa, é por que o alvo é o peito dos que sofrem a ardência de amar até exaurir a alma, ou de sangrar por todas as veias. Esta é a mensagem de Joãozinho que emudece alaúdes, violões e atabaques e dá vez à palavra-pólvora incrustada na voz. Sim, sim. Falo do estalo que cada verso provoca no pomo, cujos estilhaços empalidecem a pele dos que se abraçam aos versos pontiagudos deste épico, que lembra Ilíada: “fez-se a guerra, a rosa de Ares, a bomba, volátil como a pomba).

Se a música resplandeceu por primeiro, decerto a poesia estava incrustada entre um fá sustenido e a voz do cantor. Mas o que surge agora é alvo de Homero e João Cabral de Melo Neto, que o atingaram sem dó. Ou seja, João se desgruda das aldeias musicais e foge carregando Aquiles e Severina ao tiracolo, transformando-se em Poeta de épico.

A obra é dividida em duas. A primeira é intitulada “A flecha passa”, épico que se passa na Grécia de Aquiles e Agamenon com parêntese dado à fortaleza de São José (em: Cantos do Tempo); o segundo, “Poemas diversos”, é uma ejaculação de palavras num aguaceiro de aliterações, esquartejando o ritual versejador tradicional, deixando nítido o contorno de sua pérfida caneta. Chama-me atenção duas fortes dores: a sensorial e a visceral. A sensorial é como uma flor que “fede” ou a dor de se “ouvir” a morte. A segunda é a dor orgânica, neurogênica, como se uma costelas estivesse estalando e, no momento da fratura o poeta, ao ouvir o estalido – como o som de um galho seco quebrando – provoca verso: “manadas taurinas\ estourando sobre nós \ esmagando as harpas\ ao tórax disto que ao sol se chama corpo”. Aqui, João compara o arcabouço ósseo do tórax às harpas, posto que o encordoamento do instrumento lembra a disposição anatômica obliquada das costelas, agora fraturadas, levando à desarmonia de movimentos. Ao que nós médicos chamamos de insuficiência respiratória.

Assim, acidificando a dor, João é outro João – e está mais para Cabral de Melo Neto-, na dor doída que se assenta na poesia de Fernando Pessoa: “O poeta é um fingidor\ Finge tão completamente\ Que chega a fingir que é dor\ A dor que deveras sente”.

 

Como não sei tocar, tampouco cantar, prefiro João se fingindo Pessoa.

Texto publicado originalmente no Jornal “Diario do Amapá, em 7 de dezembro de 2014″

Hohoho

Alcilene Cavalcante em 09 de dezembro de 2014

Uma semana de paz e alegrias para você

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Cozinhando a maniçoba

Alcilene Cavalcante em 09 de dezembro de 2014

Governador eleito, Waldez Góes, ainda não anunciou nenhum nome de seu secretariado.

Muitas especulações. Muita disputa entre grupos políticos e militantes de alto coturno, mas nenhum convite oficializado.

IV Corrida do MP. É domingo, dia 14

Alcilene Cavalcante em 09 de dezembro de 2014
Promotor de Justiça Manoel Felipe

Promotor de Justiça Manoel Felipe

Bandidos sambando

Alcilene Cavalcante em 09 de dezembro de 2014

Sem ver estatísticas, percebe-se que tem aumentado assustadoramente, as ocorrências de assaltos e roubos, de todos os jeitos e em todos os lugares.

Na sexta-feira, antes das 23 horas, um casal que andava pela calçada, foi assaltado na minha rua por dois malacos armados de faca “peixeira”.

No sábado, amigos foram assaltados em um movimentado bar da orla da cidade por dois malacos armados com revolver e faca “peixeira”. Antes da meia noite.

Isso pra citar dois casos do último final de semana, que tive conhecimento pelas próprias vítimas.

Os bandidos estão sambando na cara da sociedade. O Batalhão de Rádio Patrulha da Polícia Militar está fazendo o policiamento com apenas três viaturas.

Vantagem para os bandidos.