Lennon, O Bar.

 

Foto: Contribuição de Alipio Jr

Foto: Contribuição de Alipio Jr

 

Ficava na esquina mais boêmia da cidade na época: Iracema Carvão Nunes, com General Rondom. No outro lado ficava o Xodó, do seu Albino, e mais a frente, na mesma calçada do Xodó, ficava o Abel, que eu nunca soube como era o nome, e nem se tinha nome. A gente só falava “Lá no Abel”. Sobre o Abel, na época de estudante do C.A, era onde a gente lanchava o melhor pastelão da cidade, acompanhado de Fanta Limão.

Também ficava em frente à Praça da Bandeira, o point da juventude antes da Zagury pegar.

O Lennon era verdadeiramente O Bar. Uma pá de gente da música começou a mostrar seus trabalhos na noite, no Lennon. Chegava na cidade e queria conhecer a noite? Lennon.

Lá todas as tribos se encontravam. Jovens, adultos, artistas, políticos, dondocas, remediados, estudantes, empresários, barnabés e até crianças podiam freqüentar. O sanduba do Lennon era muito gostoso.

Quando eu vinha de férias pra Macapá, ia muito ao Lennon, sempre acompanhada de minha grande amiga Tica Lemos.

Quem tem histórias ou lembranças do Lennon? Conta aí.

Quem tem fotos do Lennon, do Xodó, do Soçaite, do antigo Bar do Abreu, mande para o blog pra que eu possa fazer o Repiquete é Memória com a história boêmia da cidade.