Judivalda Brasil e Maycon Kirley alunos do Curso de Especialização em Pedagogia Empresarial/EAD

O ser humano, impelido pelas mudanças tecnológicas e sociais depara-se com os mais diversos afazeres e responsabilidades diárias e em virtude disto, por vezes, tende a distanciar-se de valores que deveriam nortear a sua vida, dando em alguns casos, lugar a sentimentos e comportamentos que não condizem com os valores éticos e morais agregados ao longo de sua vida.

Quando questionado e oprimido pelas pressões diárias de convivência e trabalho em grupo,  adota uma postura egoísta  e muitas vezes desrespeitosa consigo e com o outro, vivencia situações e emoções que como um vírus lhe dilacera física, mental e socialmente, transformando-o no lobo de si mesmo.

Na busca desenfreada por qualidade de vida ele acaba por abrir mão de pequenos grandes prazeres, como brincar com os filhos, sorrir de alegria e não por hipocrisia; Ler por prazer e não por obrigação; Trabalhar por paixão e não por rotina. A vida oferece muito e pede pouco, cabe apenas a nós mesmos escolhermos qual o preço a pagar.

O estresse consome e destrói profissionais, pais de famílias, ricos e pobres, homens e mulheres. Qual a cura? Qual a saída para este, que parece ser o mal do século?  O homem é fruto do amor e deve encontrar no amor as respostas e soluções para os dilemas que o cercam. E o amor é essencial na vida,apesar de invisível aos olhos. .

Qualidade de vida deve ser essencial a todos e ela não esta obrigatoriamente associada a angariar recursos financeiros, poder aquisitivo elevado, status, etc. Qualidade de vida tem haver com qualidade de viver a vida  com amor, agradecendo e ofertando o melhor de si em suas relações.