• Oh, amiga, obrigada pela lembrança… E parabéns a todas as mulheres, especialmente a que pilota este blog!
    Beijos!

  • MULHER, sua grandeza está em sua capacidade de amar. É dela que nasce sua força. Força sutil, disfarçada de tanta sensibilidade. Nunca deixe, portanto, de se emocionar. Não se esqueça de quem VOCÊ É. Seja sempre MULHER. Parabéns a nós mulheres de todo o Brasil.

  • Parabens! mas quero lembra que não tenho foto ai, mas sou sua fã de carteirinha!
    Feliz Dia das Mulhesres e um grande Abraço!

  • Alcine, que linda homenagem esse Blog está prestando as mulheres de destaque ou não de garra e força de nossa Terra, Macapá, nesse dia internacional da Mulher; se for possível, incluir a foto de nossa Luci, do tacacá nessa homenagem. Um beijos a todas nós mulheres guerreiras em todos os momentos e segmentos da vida…luz do senhor a todas nós…

  • Gata, minha amiga querida, celebremos a nossa capacidade de sonhar e a garra que temos para fazer cada sonho virar verdade. Parábéns pelo dia de hoje e por todos os outros dias, que também são nossos…rsss… Bjs no coração, Saudades!!

  • Muito obrigada pela homenagem, minha amiga querida!!! Adorei a foto ao lado da nossa querida Dra. Maribel. Feliz Dia da Mulher para todas nós. Bjs.

  • Cara,
    Parabens pelo dia e pela inestimável contribuição que vcs prestam a País e em especial ao nosso Amapá. Abs a Todas.
    Alcione

  • Felicidades p/todas as mulheres deste planeta grande bj e um especial p/a minha mãezona guerreira,Sra. Alzira Rodrigues,que eu amo de paixão.

  • Deus abençoe a todas vocês, especialmente à Profª Nair, que continua desfilando sabedoria, honestidade, elegância e bondade em nossa terra.

  • Querida Alcilene,
    Virou lugar comum e exercício de redundância dizer que o 8 de março é apenas uma data de comemoração e reflexão a partir de uma referência histórica constituída no holocausto das operárias norte americanas que, em 1857, em Nova York, foram assassinadas numa ação genocida por parte de instâncias patronais burguesas, que, na realidade, o 8 de março se repete e, às vezes, repercute, a cada 24 horas de labutar incessante e intermitente de mulheres em todos as partes do planeta ainda masculino, e, que, as mulheres obtiveram, especialmente a contar da década de 60 do século passado um sem número de conquistas, além até da expectativa limitada pelos temores do mundo capitalista dos penduricalhos testículos, sim, parecem verdades devidamenbte comprovadas e irrefutáveis. Mas, nós homens na esmagadora maioria, apesar de todas as convenções e impactos formais das frases de efeito (“Mamãe, mamãe, mamãe, tu és a rainha do lar…”), somente lembramos de reconhecer-lhes o mérito e dourar-lhes carinhos exatamente no 8 de março, e olhe lá, na medida em que ao final da tarde alguns esperneiam pelo Dia do Homem. Às favas. O que é o mundo nosso senão uma confraria de machos, quase todos brancos, ricos, filhos do pecado de Adão cuja culpa se atribui à maldade e sedução feminina. O preconceito se encastela nas mentes musculosas que elocubram raivosas e covardes a respeito da competência das mulheres e não perdoam sequer o estado de saúde, preferências pessoais a respeito de temas polêmicos o uma suposta falta de feminilidade, vide o que ocorreu com a então candidata Dilma Houssef nas eleições presidenciais de 2010 e que, no segundo turno, foi covardemente desprezada pela candidatura congênere (cristã, neopentecostal,evangélica). Esse exemplo é ilustrativo de uma circunstância recorrente o tempo todo, até mesmo nos diversos ângulos das comemorações do próprio 8 de março. As principais mazelas da sociedade ainda são direta ou indiretamente relacionadas às mulheres e o neoliberalismo inquisitorial se exaspera a cada espaço por elas ocupados nos mais diferentes e antes inatingíveis setores da sociedade, especialmente na política. Mulheres cultas, libertárias, questionadoras e revolucionárias são na conjuntura capitalista como crucifixos para os vampiros e os discursos que refutam esse quadro são cada vez mais escassos e pouco sinceros, funcionando como um pretenso marketing humanitário no cerne das polêmicas em relação às questões de gênero. O 8 de março ainda vai ser necessário até que a sociedade como um todo,inclusive as parcelas femininas aderentes monopólio masculino, admita a igualdade, a diversidade e as diferenças intrínsecas ao gênero humano. Nesse sentido, a luta dasa mulheres longe de ser sectária, ganha musculatura, consistência e abrangência mesmo com a singularidade que cada mulher carrega em si. Evidentemente que não detenho a verdade absoluta nem tampouco me apresento como o supra sumo da intelectualidade para dar termos finais a um rito final que em si, nunca tem fim. Contudo, penso, a partir de minhas leituras, interpretações e análises pessoais, que a afirmação feminina trará em seu bojo a conquista da autonomia necessária para a afirmação de toda a humanidade sem a necessidade de datas fixadas em calendários como se fossem bulas de remédio com suas devidas prescrições recomendadas pelo diagnóstico masculino que, em se tratando das conquistas femininas, é caudatário da eutanásia por saber que o triufo desse processo, para os homens, é como uma “enfermidade sem tratamento e cura”. Questão de tempo, eu diria. Ou de mais alguns oitavos dias do mês de março, de cada ano pra eles apocalíptico. A verdade é que, a cada segundo, cada vez mais mulhgeres dão a luz a mais vidas em todo o mundo e sempre foi assim, até que a ciência masculina lhes tire esse prodígio.

  • Amiga!!!!fiquei muito feliz por esta homenagem e pela lembrança….sou sua fã de carteirinha e claro do seu, ops nosso..blogo..feliz todos os dias das mulheres sempre…byby

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