GEA anuncia reajuste salarial de 7,13% e repõe perdas inflacionárias

O governador Camilo Capiberibe reuniu-se com presidentes de dezoito sindicatos para anunciar o reajuste salarial de 7,13% pela data base deste ano. O percentual estipulado pelo Governo do Estado (GEA) ficou acima da inflação do período de 12 meses, que foi de 6,59%. Com o aumento real, o GEA repõe perdas inflacionárias, as quais, em 2010, chegaram a -29,92%. O evento aconteceu na noite dessa quinta-feira, 18, no Palácio do Setentrião.

Segundo o governador, o aumento salarial dos servidores acontece em cenário econômico global cheio de incertezas, o qual reflete diretamente na vida econômica do Estado. “Ainda assim, mantivemos nossa política de valorização dos servidores públicos. Não deveríamos, mas concedemos o reajuste”, defende o governador.

Para justificar o percentual do reajuste deste ano, o GEA apresentou aos sindicatos planilhas que comprovam as dificuldades econômicas que o Amapá enfrenta em função da crise nacional. O secretário de Estado, Juliano Del Castilo, do Planejamento, Orçamento e Tesouro (Seplan), explicou que as perdas no repasse do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e da estagnação do crescimento da arrecadação própria, pelo ICMS, por exemplo, impedem que o governo a ofereça, neste momento, um maior aumento.

O governador Camilo enfatizou durante a reunião que, ainda que o cenário econômico estabelecido atualmente não seja favorável para o Amapá, seu governo priorizará os servidores estaduais. “É preciso levar em consideração os fatores da economia expostos aqui”, expôs aos sindicalistas.

Outro fator que impede novas rodadas de negociações pela data base está relacionado aos passivos deixados pela gestão passada que o atual governo teve de assumir. Segundo a responsável pelo Departamento de Recursos Humanos, da Secretaria de Estado da Administração, Luiza Cearense, somente os pagamentos de progressões e promoções referentes a acordos celebrados entre 2006 a 2008, e não honrados, o governo atual já pagou mais de R$ 20 milhões.

Camilo reconheceu que 2013 é um ano de dificuldades, e que o Estado atinge sua capacidade de arcar com o impacto da folha de pagamento com este reajuste. E lamentou o fato de que não poderá haver renegociações sobre este percentual, mas, comprometeu-se em sentar à mesa de negociações caso a situação econômica nacional apresente melhoras.

Acompanhe o demonstrativo de reajustes concedidos aos servidores do Estado no período de 2003 a 2013

O governador Camilo Capiberibe reuniu-se com presidentes de dezoito sindicatos para anunciar o reajuste salarial de 7,13% pela data base deste ano. O percentual estipulado pelo Governo do Estado (GEA) ficou acima da inflação do período de 12 meses, que foi de 6,59%. Com o aumento real, o GEA repõe perdas inflacionárias, as quais, em 2010, chegaram a -29,92%. O evento aconteceu na noite dessa quinta-feira, 18, no Palácio do Setentrião.

Segundo o governador, o aumento salarial dos servidores acontece em cenário econômico global cheio de incertezas, o qual reflete diretamente na vida econômica do Estado. “Ainda assim, mantivemos nossa política de valorização dos servidores públicos. Não deveríamos, mas concedemos o reajuste”, defende o governador.

Para justificar o percentual do reajuste deste ano, o GEA apresentou aos sindicatos planilhas que comprovam as dificuldades econômicas que o Amapá enfrenta em função da crise nacional. O secretário de Estado, Juliano Del Castilo, do Planejamento, Orçamento e Tesouro (Seplan), explicou que as perdas no repasse do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e da estagnação do crescimento da arrecadação própria, pelo ICMS, por exemplo, impedem que o governo a ofereça, neste momento, um maior aumento.

O governador Camilo enfatizou durante a reunião que, ainda que o cenário econômico estabelecido atualmente não seja favorável para o Amapá, seu governo priorizará os servidores estaduais. “É preciso levar em consideração os fatores da economia expostos aqui”, expôs aos sindicalistas.

Outro fator que impede novas rodadas de negociações pela data base está relacionado aos passivos deixados pela gestão passada que o atual governo teve de assumir. Segundo a responsável pelo Departamento de Recursos Humanos, da Secretaria de Estado da Administração, Luiza Cearense, somente os pagamentos de progressões e promoções referentes a acordos celebrados entre 2006 a 2008, e não honrados, o governo atual já pagou mais de R$ 20 milhões.

Camilo reconheceu que 2013 é um ano de dificuldades, e que o Estado atinge sua capacidade de arcar com o impacto da folha de pagamento com este reajuste. E lamentou o fato de que não poderá haver renegociações sobre este percentual, mas, comprometeu-se em sentar à mesa de negociações caso a situação econômica nacional apresente melhoras.

Acompanhe a tabela do demonstrativo de reajustes concedidos aos servidores do Estado no período de 2003 a 2013.

Júnior Nery/Seplan

  • Os professores estão pagando o preço da greve política do ano passado. Em 2012 o governo quis oferecer 16% e os mestres não aceitaram. Agora, vão ter que se contentar com os 7% mesmo. Rsrs…

    • Oh Messias, antes de tripudiar da miséria alheia, gostaria de lhe explicar que TODO MOVIMENTO GREVISTA É POLÍTICO.

  • Camilo meu herói, só vc mesmo para conceder esse percentual aos servidores. De fato a história se repete com tragédia e farsa. Mas não tinha dinheiro? cadê a gestão?

  • Caro Messias, vc fala em greve politica ? e que nós vamos te que nos contentar ? essa é boa…sem comentários !!!

  • Poxa, só? Deveria estar sobrando muito dinheiro, não tem saúde que preste, você liga para a polícia e ela não vem, você procura qualquer outro serviço público e espera até a hora da morte, se não tão gastando dinheiro com esses serviços cadê a grana?

  • Camilo 7.13%. Clécio 3%: eita parceria boa para os professores. Na SEED, Secretária ELDA da UNIFAP. Na SEMED, Secretária Antonia da UNIFAP: eita dupla de doutoras. Será que vamos pra greve!

  • Greve por que motivo, voces não se formaram para fazer a formação e instrução de pessoas, com agora querem prejudicar as ferias e o colendario escolar do cidadão comum de nossa sociedade, pelo simples motivo de que estamos no ano pre eleitoral só pra prejudicar a imagem do governador.Pensem bem caros educadores voces fizeram juramento ao receber seus diplomas.Não entre nesse jogo sujo desses politicos que so estão de olho no dinheiro fácil.

  • Eu sou enfermeiro,gostaria de saber se esse reajuste de 3 % que virá em agosto desse ano referente a progressões será apenas para os professores ou vai ser pra todas as categorias?

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