• Concordo plenamente com você, esse pessoal, oportunista de ambas as partes, deveria ao invés de tão-somente repudiar condutas através de notas e mais notas, fazer algo mais objetivo para melhorar a qualidade do processo educacional amapaense. Vejamos o exemplo do PSB do Amapá, pois, ao invés de alimentar arranca-rabo com a categoria dos educadores deveria se espelhar no Governador de Pernambuco Eduardo Campos que sancionou Lei estadual que vai destinar todos os recursos provenientes dos royalties do petróleo para educação, ciência, tecnologia e inovação. Observem só a diferença, enquanto o Camilo perde tempo desgastando ainda mais sua imagem com a aprovação de Leis controversas, Eduardo Campos surpreende até a Presidenta Dilma sancionando a supracitada Lei que poderá viabilizar a conquista de uma bandeira sindical ao mesmo tempo um avanço prático para a educação do seu Estado.

  • Os professores, que já não tinhão razão, já que recusaram uma proposta de 16,56% ano passado, com as cenas grotescas, típicas da idade média, revoltaram todo cidadão de bem que preza a paz e a boa convivência. Que os agressores sejam presos e a classe, que deveria zelar pelo bom exemplo, não volte a promover cenas de selvageria como as da segunda-feira. Esta é a minha apinião.

  • Chega de arruaças, politicagem barata, notas, comunicados e desrespeito de ambas as partes. CUMPRA-SE A LEI e vamos em frente!.

  • Não sou professor e não tenho filho em escola pública. Portanto, opino como cidadão e contribuinte: 1) incorporar a regência de classe ao salário para chegar ao piso salarial me parece um grande despropósito, pois regência de classe é para quem está em classe batalhando e se estressando com os alunos, e não para quem está em cargo de diretoria, secretaria ou outros. Como no Amapá, o poder é muito próximo ao cidadão e a grande maioria tem alguma ligação com políticos, essa incorporação pode e deverá estimular com que muitos busquem ficar à disposição de algum gabinete de deputado, vereadore, tribunias, etc e quem sabe provocar uma evasão de professores e estimular futuramente os contratos administrativos, que são sempre controlados por parlamentares em suas indicações. 2) o governador ao se aliar para aprovar a lei que altera o estatuto dos professores a uma assembléia legislativa citada em todos os meios de comunicação como altamente corrupta e permeada de denúncias e evidências de negociatas com o dinheiro público, no mínimo, deixa margens quanto à seriedade do ato, pois até pouco tempo atrás, a opinião do mesmo em relação à AL era bem diferente. Fica a pergunta: quem mudou , a AL ou o governo do Amapá?

  • Deprimente! Todos esses discursos visam um interesse único: eleições 2014. Nenhum deles está preocupado com a nossa educação que está cada vez pior. Dá nojo de ver pessoas públicas se revestindo em pele de cordeiro. Ninguém se salva!

  • Eu ja to esperando a patifaria que vai ser novamente nessa greve insana, insensata que se anuncia.
    É por brincar com a educaçao que temos politicos corruptos, pessoas descompromissadas no serviço publico, pois nao aprenderam o que eh ser cidadao…essas a pessoas que abandonam suas obrigaçoes para se tornar arruaceiros baderneiros nao deviam esta em sala de aula nunca…ensinar eh dadiva…dom..

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