A GEOGRAFIA URBANA DO TADEU PELAES
Tadeu Pelaes, amigo e gente boa, é daqueles caras que aproveitaram ao máximo as ofertas do mundo na sua juventude. Entre uma conversa e outra lembrou os bares e boates que frequentou nas décadas de 70 e 80 em Macapá. Falou da “Cabana do Pai Tomás”, que ficava em frente ao Supermercado Pierre, hoje SA Pneus, na Rua Tiradentes; do “Piraquê e da boate “Papos e Molhados”, onde era a Fábrica Amapaense, hoje DRA-AP e da “A Peixaria” do Dedeco, na esquina do antigo INPS e em frente ao bar do seu Afonso, depois do seu Augusto. Mais tarde “A Peixaria” foi substituída pelo bar “Berro D’água”, do Bira Picanço.
O Tadeu lembrou do “Ojuara”, do seu Otávio, que também foi o “Pink Bar”, do Capi, ali em frente à caixa d’água da CAESA, perto do IETA. E de quebra referiu-se ao “Ponto Certo” e ao “Colorado Lanches” que era do Bernardino Sena; da boate “A Tenda”, da Galeria Comercial da Avenida FAB, e do “Gelar”, de 1971. Ainda falou do “Executive”, do Aimorezinho Batista, que ficava no prédio do português Lavoura, na esquina da FAB com a Tiradentes. Todos esses lugares fizeram parte de sua geografia urbana. Ele só não disse com quem andava por lá. Mas aí é outra história. Égua da memória!
Quer completar o circuito do Tadeu? Posta aí?
Eu lembrei da Boate do Beneto, acho que o nome era Alto Astral, da boate Flagras, e do La Bamba, cujo slogan era “Onde Tudo Acontece”.

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Misericórdia
Faltou, o bom Jusarão, Continental, B-77 (boate no Buritizal,) Bar “onde o vento faz a curva” esquina da Timbiras com Hildemar Maia, antes de implantarem o bairro do Muca, nosso Fundo de Quintal, Cavalo de Fogo, no santa Inês, Urca bar no Trem, Abaitelândia Bar, esquina da Jovino com 13 de setembro, depois de lembrar eu posto mais. Há, a maioria era frequentado pelo meu Pai, quando as vezes, raramente e claro, ele me levava (Jeconias)
Legal o post, Lennon, Celeiro, Prato de Barro, tinha um outro no começo da ladeira da General Rodom, esqueci o nome, ainda tinha o Balaio no trem… mais a juventude gostava mesmo de tertulha e praça Zagury, depois um bom sanduiche no Tom Marrom, e um esticada na Star Nigh Club… oh tempo bom!
Oi alcilene,
Meu amigo Tadeu Pelaes sabe tudo,mas ainda esqueceu do Celeiro, onde rolava MPB da melhor qualidade, Prato da Barro e no Araxá funcionava as terças, quintas e domingos o bang bar, santarém e mormaço. Duvido que um bom boemio não tenha passado por lá. Muitas vezes encontrei juizes, politicos,empresários, gente fina… todos claro, disfarçadamente e alegres com o clima do local.
um abraço.
Valeu!!!!!!
Você não postou meu comentário por quê?
a)Yashá acusou de troll
b)Keke e Brasil não iam a puteiro
c)estréia sexual precoce e magnífica
d)parágrafo “d” não permitido no blog
e)a puta preta só falava patuá
f)o Merengue não era “muito bom”
Mais tu é mala hein…!!!
Faltou aquele bar em que rolava muita MPB e que ficava no Santa Rita, ali na esquina da Cora de Carvalho com a Professor Tostes, cuja proprietária sempre cantava Ronda: “de noite, eu rondo a cidade, a te procurar, sem lhe encontrar…”. A star clube copiava um modelo que fazia sucesso no gemini drive-in em Belém (com vários ambientes) e a Casa da Música Popular Brasileira (onde hoje funciona a Antena 1) alí no Araxá, era o máximo…ha tempo bom! como me dei bem por lá…
Se não me engano, o nome do barzinho no Santa Rita era Max Bar…
Faltou o Bar do Barrigudo, situado na Leopoldo Machado com a Eliezer Levy.
Sede do 13 de Setembro na subida da vacaria…
ah…lembrei do carrosel, Rº Alvares da costa com a JovinoD´noar.
Muito bom. Eu adorava.
O quente frio,a lanchonete zero grau,circulo militar,assembleia amapaense.Lembraça boas.
Muito bons
Para os lados do Pacoval tinha o Sete Portas, Boate da Jurema, Zanini e a famosa Suerda. Hoje a sra. Suerda e seu filho Sean, moram no Lontra onde possuem um pequeno restaurante na beira do rio.
Não sou do tempo do Tadeu (rss, rss…), mas conheci a maioria desses lugares. Faltou citar a lendária Star Club, com seus três ambientes, grande novidade naquela época.
Na divisão entre boites e bares(sinonimo de boteco).A boite juçarão,era de elite.Para completar o passeio etilico do Tadeu Pelaes,vai o corujão,na avenida Henrique Galúcio,bar santa maria,bar estrela,royal,urca bar,furna da onça,bar do jonas,bar e sorveria santa helena,hoje sorveteria,todos na avenida feliciano coelho.Status drinks,quente frio,zero grau samambaia,bar e sorveteria do abel,perto do xodó,balaio
Oi! O“Ojuara”, não ´era´do seu Otávio, ou melhor, foi criado na década de 60 pelos Sr Raimundonho e D. Elimar Araujo, ´daí o nome, o inverso de araujo. Era um ama lanchonete/confeitaria e ficava atras da residencia deles. Depois passou pela mão do seu Otávio (aquele da sroveteria do Cine João XXIII) e a´pos sua morte ficou na mão do seu irmão e filho. Lembraram da Gely no Macapá Hotel; da casa de sopa do ´VovÔ´ onde era o escritório do despachante (de navio) Sr. Paulo Negrão (*) ao lado da Casa Libia; do Gato Azul; dentre outros que lembro mas não sei explicar… abraço.
o la bamba devia ser bem legal.
Esses bares e boates (exceto o La Bamba), eram frequentados por gente que tinha bala na agulha. Quem era adolescente e não tinha tanta bala, assim como eu, tinha que cair no Juçarão, Nova Brasília, B 77, Hollywood, Sobradinho, Corujão e outros. E os motéis de banho theco, era o Pau Pretinho, 1, 2, 3, Seu Arthur (no beco ao lado Basa perto do canal). Faltou citar o Sat Club.
Ei, caboco. Tú eras da bandalha, hein???!!! Margô, Xadrezão, Merengue, Chapéu de Palha, Urca Bar, Boteco Porta Larga, À Beira do Caminho… e haja pinga, parceiro…