Inaugurou em Macapá o Centro de Formação Musical AIAPI, uma escola de música diferenciada no Estado por sua estrutura física, professores, e por trazer à população amapaense toda a tradição familiar dos descendentes de Mestre Oscar Santos, um dos mais importantes nomes da música amapaense e um dos principais músicos da Amazônia. Junto com o Centro de Formação Musical AIAPI está sendo criado o Instituto de Arte Oscar Santos, que será responsável pelo resgate e preservação da história de Mestre Oscar, além de apoiar e promover as diversas formas de manifestação artística e cultural.

Oscar Santos foi o maior educador musical da região, ensinando a tocar todos os instrumentos musicais nas áreas de sopro e percussão, além de violão, violino, bandolim, acordeom e piano. Fez parte da primeira equipe do corpo docente do antigo Conservatório Amapaense de Música.  Mestre Oscar revolucionou a educação e a cultura musical no Amapá. É autor da melodia do hino oficial do Estado, a “Canção do Amapá”. Seu trabalho marca o início da história da música amapaense, através de prática de bandas de música.

É com essa tradição musical, experiência, capacitação profissional e credibilidade, que os herdeiros de Mestre Oscar, as professoras Neuma, Socorro e Fafá, e o professor Beto Oscar, colocam à disposição da população amapaense uma escola de música única no Estado.

O Centro de Formação Musical AIAPI está com matrículas abertas em:

Piano, Teclado, Violão, Violino, Guitarra, Contrabaixo elétrico, Bateria, Flauta doce, Técnica vocal, Canto, Leitura de partitura e
Musicalização para crianças a partir de 5 anos de idade

AIAPI-1

Em breve estarão disponíveis aulas de clarinete, sax, trompete e cavaquinho. As aulas poderão ser individuais ou em turmas, sempre em salas climatizadas.

Endereço: Avenida Ceará, nº 360, Pacoval (entre as Ruas Guanabara e São Paulo)
Telefones: 3222-0838 / 8115-0010 / 9131-3819

18 Comentários »

  • rubivaldo disse:

    É um colegio muito especial, mesmo que eu ainda não faço parti, mas eu acredito que eu ja tenho um grande futuro nesse colegio na area da musica, para mim, pianista.

  • o sonho dos meus filhos e a musica eles aprederão um pouco em vigia cono eu faço para matricula-los quero realizar os sonhos deles mais não posso pagar

  • ana luiza disse:

    sou filha da ex diretora e sei que minha mãe sofreu muito na escola e ninguém considera o trabalho dela la mais minha mãe criou vários cursos e levou o painel furnate e ajudou no concurso publico mais tem muitas pessoas falsas naquela escola e na verdade minha mae esta se dando muito bem no lugar que esta agora ela vai ser a primeira amapaense a fazer um curso no exterios e vai ganhar muito merito por isso

  • oi!!!
    alguém poderia me dar informaçoes sobre a situçao da aldeia “ARAMIRAM” situda na PARIMETRL NORTE?
    é q por um bom tempo morei proximo à ldeia,
    grata desde ja

  • weslany disse:

    gostei mais eu queria fazer aula de violino

  • Wayne Silva disse:

    Todas a inciativas tomadas para difusão da cultura no nosso estado são plausíveis…Se a situação da nossa escola de música esta assim hj, realmente é responsabilidade do Estado. Não adianta querer culpar “A” ou “B”… Parabéns pela divulgação, a população amapaense precisa ter conhecimento da arte que é estudar música…

    • Música é amor disse:

      É isso aí Wayne, o que vale é a conscientização de um ideal a ser buscado e não desgastes ou ataques á pessoas que com certeza também se preocupa com o avanço da cultura no nosso Estado.

  • Moisés Mourão disse:

    Vamos torcer que qualquer Escola particular de artes que abra aqui em Macapá possa dar certo. Todavia, não será com despeito, inveja,falta de princípios e de visão que iremos conseguir isso.Afinal tínhamos 02 Escolas de Artes que foram fexhadas por falta de manutenção de décadas e que chegou ao limite de total exaustão e tem gente se aproveitando disso para se promover.Que aproveitem!!! mas deixem a vida de pessoas inocentes que lutaram incansavelmente (e muitas dessas lutas valeram a pena)pela a valorização das artes no Amapá.Tá dado o recado.

  • A professora Neuma foi minha primeira prof de piano na Walquíria Lima e a Lucia, professora de coral e flauta doce. o Beto era gartoinho ainda e fomos colegas, rs
    Parabéns à todos pela iniciativa!

  • GLAU disse:

    Parabéns a família, realmente o saudosismo da escola Valquiria Lima, deixa muitos amapaenses tristes!!.
    Uma pena mas o nosso estado vivi essa realidade!.

  • Veneide disse:

    Que otima noticia, Alcilene! Estudo musica desde crianca, assim como tenho irmaos que tocam um pouco tambem e sei como o estudo da musica eh importante para o desenvolvimento do ser humano. Vou ligar p la atras de mais informacoes. Muito obrigada novamente. bjs

  • Álvaro Felipe disse:

    Como ex-aluno da falecida Escola de Música Walquíria Lima, posso dizer que é assim que se administra uma escola de música, as professoras estão de parabéns. A ex-diretora do Walquíria Lima deveria dar uma passada lá e aprender o que é ser diretora de verdade e para de falar mal dos professores, afinal não foram eles que tiraram ela de lá e sim o seu próprio trabalho, que levou a escola a situação deplorável que está hoje.

    • Vânia Silva disse:

      O espaço foi concedido para divulgar uma escola de música e que bom que colegas jornalistas como nossa Alcilene tem muito contribuído com isso. O engraçado é que a postagem da notícia foi no dia 11/03 e no mesmo dia o Alvaro vem querer fazer ataques que sabemos que é puramente pessoal.Alvaro, procura tua turma e vai ser feliz,não dar mais pra ficar latindo enquanto a carruagem passa.A gente ganha espaço com competência e não tentando denegrir a imagem dos outros.

    • Vitória Maria disse:

      Álvaro, a situação da Walquíria Lima é responsabilidade única do Estado. A ex diretora a quem se reporta,foi a melhor diretora que passou por lá e até onde se sabe, ela saiu pela sua vontade para alçar vôos bem maiores. A educação como um todo no Amapá precisa ser levada de forma séria e são poucos que sabe dar esse valor.

    • Renan Gustavo disse:

      É verdade. Eu também estudei lá e acompanhei a debanda de vários professores e o aumento do desânimo por parte de vários alunos.

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