Do G1 Amapá

Jackson Rodrigues Nepomuceno foi julgado na terça-feira (20) no Tribunal do Júri, em Macapá (Foto: André Gustavo/Arquivo Pessoal) Jackson Rodrigues Nepomuceno foi julgado na terça-feira (20) no Tribunal do Júri, em Macapá (Foto: André Gustavo/Arquivo Pessoal)

O juiz Luiz Nazareno Hausseler leu a sentença onde foram considerados na decisão duas qualificadoras, sendo o motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima. A defesa do acusado informou que vai recorrer da decisão. Já o Ministério Público do Amapá (MP-AP) vai recorrer para que a pena seja aumentada para 20 anos ou mais, informou o advogado da família de Elizeuda.

O crime aconteceu no dia 28 de março de 1999, no apartamento onde a vítima morava e o suspeito até então do crime era um professor vizinho da vítima, que a teria matado por não ter o amor correspondido. Após julgamento ele foi inocentado em 2012.

O caso foi reaberto com uma nova versão apontando Jackson como o suspeito, já que ele estava com a vítima na casa dela no dia em que foi morta. Essa versão foi confirmada por familiares e por ele em depoimento, informou a promotora do caso, Andrea Guedes, em entrevista à Rede Amazônica.

O Ministério Público justificou a acusação de Jackson detalhando que logo após o crime, ele deixou o estado para morar em Tianguá, no Ceará. Nepomuceno foi encontrado em agosto de 2016 e teve a prisão decretada. Ele vai cumprir pena no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen).

Elizeuda Freitas foi morta com 27 facadas em março de 1999 (Foto: Reprodução/Rede Amazônica) Elizeuda Freitas foi morta com 27 facadas em março de 1999 (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

Elizeuda Freitas foi morta com 27 facadas em março de 1999 (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)