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Governador WG conta carneirinhos, muitos carneirinhos, até a chegada da data limite da desincompatibilização (ô palavrinha…).

Enquanto isso, a base aliada, também conhecida por harmonia, anda de faca nos dentes.

Aumentam as chances de WG ficar no setentrião, dizem os chegados.

A manutenção das duas candidaturas: Jorge Amanajás e Pedro Paulo, numa disputa eleitoral acirrada pelo mesmo capital eleitoral, sobra com certeza muito desgaste para WG.

Jorge Amanajás diz que sua candidatura não tem volta. E Pedro Paulo não que ser Conselheiro do Tribunal de Contas, morrer para política e não poder mais trabalhar como médico, profissão que ele gosta mais ainda que a política. Já bateu o pé e disse: Não vou, não vou e não vou.

O desgaste do caso Adauto e a pressão do próprio, que não aceita pagar a conta sozinho, faz aparecerem mais e mais carneirinhos na contagem noturna de WG. Adauto já está indiciado pela Polícia Federal(caso de merenda super-faturada em 2006, baby) e denunciado pelo Ministério Público estadual. E essa dinheirama toda, deve ter abastecido vários bolsos e campanhas eleitorais. #fato.

Se WG decidir não deixar o governo em abril, é quase certo que o PDT venha com candidatura própria, e o nome é Alberto Góes. De absoluta confiança do governador.

O prefeito Roberto Góes já fez vários movimentos para ser o escolhido. À toa. O núcleo mais próximo não quer abrir mão da PMM, pra deixar nas mãos de Helena Guerra, do DEM.

Enquanto se espera abril chegar para a disputa eleitoral ficar mais clara, “vumbora” brincar de enquete e de fazer o pajé?

Então mais uma interativa aqui no blog:

Responda aí:

Você acha que o governador WG sai em abril ou fica no cargo até o final do mandato? Por quê?

Se ele ficar, quem deve ser o candidato apoiado por ele?

Se ele sair é o Pedro Paulo, né? Por que senão ele fica sem chão, sem pés e sem a coluna vertebral da campanha.